Campeonato Cearense Série A 2018
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domingo, janeiro 28
Classificação do Cearensão 2018
Horizonte quebra invencibilidade
Com um mês no Fortaleza, Rogério Ceni, teve neste domingo (28) seu primeiro revés. Depois três vitórias no Campeonato Cearense 2018 e duas vitórias em amistosos, onde o time marcou 18 gols e levou apenas um; neste domingo, o Fortaleza de Ceni perdeu de 2 a 1 para o Horizonte, no estádio Domingão, em Horizonte, na região metropolitana de Fortaleza, pela quarta rodada do certame estadual.
Ceni para o jogo resolveu mudar a equipe, que vinha vencendo para 'poupar' jogadores. "É sempre oportuno observar. Estamos jogando de quatro em quatro dias. Então hoje é o dia para fazer mudanças", disse Rogério Ceni antes da derrota.
Não deu resultado positivo. Ele se mostrou bastante irritado durante toda partida. Iniciou o jogo sem o ataque titular formado por Gustavo, Leo Natel e Alípio e sem o zagueiro Ligger, apostando nos reservas Edinho, Gérman Pacheco, Wesley e Murillo. Levou dois gols no primeiro tempo, aos 13 com Dayvison e aos 26 minutos com Danilo Itaporanga, considerados pela meia Alan Mineiro, que entrou no segundo tempo como "gols bobos". Alan Mineiro, no último minuto da partida, ao cobrar uma falta carimbou o travessão do goleiro Eduardo Alves.
O Fortaleza dimiinui com Wesley, aos 27 minutos do primeiro tempo. Para a etapa final, Rogério Ceni tirou os atacantes Edinho e Gérman Pacheco, retornando com Gustavo e Alan Mineiro. Não teve jeito. O Fortaleza perdeu a invencibilidade com a fraca atuação de Gustavo.
Na próxima quarta-feira (31), o Fortaleza recebe o Tiradentes, na Arena Castelão, em seu quinto jogo no Cearense, única competição que o time está disputando no primeiro semestre.
O Horizonte ganhou com Eduardo Alves; Valclício, Anderson, Paulo Júnior e Danilo Itaporanga; Hércules, Lincoln, Erivelton (Roberto Baggio) e Dod (Chico Bala); Dayvison (Vinicius França) e Vinicius - Treinador: Marcelo Vilar.
O Fortaleza perdeu com Marcelo Boeck; Felipe, Diego Jussani, Murillo (Tinga) e Leonan; Anderson Luís, Igor Henrique e João Henrique; Edinho (Alan Mineiro), Gérman Pacheco (Gustavo) e Wesley - Treinador: Rogério Ceni.
O árbitro Antônio Pereira, aos 29 minutos do segundo tempo, lesionado, foi substituido pelo quarto árbitro Renato Pinheiro. Antes Pereira tinha dado no primeiro tempo cartão amarelo para João Henrique, do Fortaleza.Já Renato deu amarelo para Danilo Itaporanga, do Horizonte.
Renda de R$ 41.410,00 para 3.327 pagantes e 150 não pagantes.
Ceni para o jogo resolveu mudar a equipe, que vinha vencendo para 'poupar' jogadores. "É sempre oportuno observar. Estamos jogando de quatro em quatro dias. Então hoje é o dia para fazer mudanças", disse Rogério Ceni antes da derrota.
Não deu resultado positivo. Ele se mostrou bastante irritado durante toda partida. Iniciou o jogo sem o ataque titular formado por Gustavo, Leo Natel e Alípio e sem o zagueiro Ligger, apostando nos reservas Edinho, Gérman Pacheco, Wesley e Murillo. Levou dois gols no primeiro tempo, aos 13 com Dayvison e aos 26 minutos com Danilo Itaporanga, considerados pela meia Alan Mineiro, que entrou no segundo tempo como "gols bobos". Alan Mineiro, no último minuto da partida, ao cobrar uma falta carimbou o travessão do goleiro Eduardo Alves.
O Fortaleza dimiinui com Wesley, aos 27 minutos do primeiro tempo. Para a etapa final, Rogério Ceni tirou os atacantes Edinho e Gérman Pacheco, retornando com Gustavo e Alan Mineiro. Não teve jeito. O Fortaleza perdeu a invencibilidade com a fraca atuação de Gustavo.
Na próxima quarta-feira (31), o Fortaleza recebe o Tiradentes, na Arena Castelão, em seu quinto jogo no Cearense, única competição que o time está disputando no primeiro semestre.
O Horizonte ganhou com Eduardo Alves; Valclício, Anderson, Paulo Júnior e Danilo Itaporanga; Hércules, Lincoln, Erivelton (Roberto Baggio) e Dod (Chico Bala); Dayvison (Vinicius França) e Vinicius - Treinador: Marcelo Vilar.
O Fortaleza perdeu com Marcelo Boeck; Felipe, Diego Jussani, Murillo (Tinga) e Leonan; Anderson Luís, Igor Henrique e João Henrique; Edinho (Alan Mineiro), Gérman Pacheco (Gustavo) e Wesley - Treinador: Rogério Ceni.
O árbitro Antônio Pereira, aos 29 minutos do segundo tempo, lesionado, foi substituido pelo quarto árbitro Renato Pinheiro. Antes Pereira tinha dado no primeiro tempo cartão amarelo para João Henrique, do Fortaleza.Já Renato deu amarelo para Danilo Itaporanga, do Horizonte.
Renda de R$ 41.410,00 para 3.327 pagantes e 150 não pagantes.
Dupla carioca ganha etapa de Fortaleza do Vôlei de Praia
A
dupla carioca Maria Elisa e Carolina Solberg começou 2018 como haviam terminado 2017, vencendo mais uma etapa do
Circuito Banco do Brasil de Vôlei de Praia.
Jogando
hoje, no final da manhã, na Arena da Praia de Iracema, em Fortaleza, a
dupla superou Ágatha (PR) e Duda (SE) por dois sets a um com parciais de
15-21, 21-10 e 15-13, em 52 minutos de partida final.
A
medalha de bronze ficou com Taiana (CE) e Julia Sude (Alemanha), que
venceram Rebecca (CE) e Ana Patrícia (MG) por dois sets a um com
parciais de 12-21, 21-18 e 15-9, em 47 minutos da disputa do terceiro
lugar.
O resultado de Fortaleza amplia a liderança de Elisa/Carol no ranking geral, que soma a pontuação obtida em cada etapa e define o campeão da temporada. A dupla atingiu 1.520 pontos, contra 1.360 de Ágatha e Duda.
O resultado de Fortaleza amplia a liderança de Elisa/Carol no ranking geral, que soma a pontuação obtida em cada etapa e define o campeão da temporada. A dupla atingiu 1.520 pontos, contra 1.360 de Ágatha e Duda.
Este
é o segundo ouro de etapa do Circuito Brasileiro para Maria e Carol,
que venceram no final de 2017 em Itapema (SC), além de terem sido
vice-campeãs nas paradas de Campo Grande (MS) e Natal (RN).
Com a medalha de ouro, Maria Elisa e Carol Solberg recebem 400 pontos no ranking geral e um prêmio de R$ 45 mil. Já Duda e Ágatha, vice-campeãs, somam 360 pontos e levam para casa pouco mais de de R$ 29 mil em premiação, enquanto o bronze de Taiana e Julia rende um prêmio de R$ 20 mil e 320 pontos na classificação.
A campanha da dupla em Fortaleza contou com seis vitórias, cinco delas por dois sets a zero. Após a comemoração no pódio, Carolina comentou a vitória de virada e analisou a decisão.
“Foi um jogo muito duro, não jogamos bem no primeiro set. Nosso jogo não estava entrando, mas tivemos paciência para ajustar o que não estava funcionando. No segundo set sacamos melhor e a virada de bola também funcionou. Nós queremos melhorar a cada torneio, estamos neste processo. Conseguimos colocar em prática o que fizemos nos treinos. O barato de jogar é justamente saber que uma ajuda a outra a tentar se superar. Ágatha e Duda são um time muito forte. Agora é hora de abrir o olho, temos uma boa regularidade, mas ainda estamos no começo. Temos que pensa ponto a ponto, jogo a jogo e torneio a torneio", destacou Carol.
Maria Elisa também comentou a importância da vitória para fortalecer o time visando o Circuito Mundial e elogiou o técnico da dupla, Luciano Kioday.
“O Kioday consegue se desdobrar em várias funções e vem se mostrando um grande treinador. É uma energia muito boa que ele passa para a gente nos treinos. A preleção dele tem sido muito bacana. Dentro de quadra é um espelho do que vivemos todos os dias. Estou treinando muito e estudando os times, isso tem me deixado bastante preparada para as partidas. Estamos mostrando o potencial do nosso time e vencer é importante, é nossa renda. Estamos em busca de patrocinadores para poder ter uma comissão técnica forte”.
O bronze de Taiana e Julia Sude deixou a torcida dividida, já que do outro lado também estava uma atleta cearense. Mas a vitória por dois sets a um (21-12, 18-21, 15-9), em 47 minutos, sobre Ana Patrícia (MG) e Rebecca (CE) teve sabor de ‘ouro’ para a dupla formada provisoriamente.
“Fizemos só 30 minutos de ‘bate-bola’ antes do torneio. Fomos evoluindo durante os jogos, nos entrosamos bem. No começo só falava em inglês, depois estava usando até algumas expressões de jogo em português, fiquei totalmente confusa (risos). Foi muito divertido. Chegamos na arena uma hora antes, ela já estava lotada, as pessoas fazendo barulho, empolgadas com o esporte. Taiana é da casa, mas também senti a torcida e o carinho comigo”, disse Julia Sude, que retorna para a Alemanha para atuar com Chantal Laboureur.
“Nunca imaginaria jogar com uma estrangeira, inesperada a situação, mas parecia que jogávamos há muitos anos. O levantamento é a principal dificuldade de um time novo, e mesmo neste fundamento, estávamos muito bem. Julia jogou demais, sacou bem, bloqueou, me ajudou muito. É um terceiro lugar com sabor de ouro, tivemos uma atitude de time campeão, foi sensacional vencer perto da minha família”, analisou Taiana.
A Final - A partida começou com Maria Elisa e Carolina abrindo 4 a 1 após alguns erros de ataque de Ágatha/Duda e bons contra-ataques das atuais líderes do Circuito Brasileiro. Aos poucos, porém, as comandadas da técnica Letícia Pessoa viraram o placar graças a bons contra-ataques de Duda: 8 a 7. Na parada técnica da primeira parcial, Ágatha/Duda vencia por 11 a 10.
Ágatha começou a brilhar no bloqueio e com ponto neste fundamento anotou 13 a 10 no placar. Quando a vantagem chegou a quatro pontos, as líderes do ranking brasileiro pararam o jogo para tentar mudar o panorama. Ágatha e Duda não deixaram a reação acontecer, se mantiveram perfeitas na virada de bola, e também gerando contra-ataques, fecharam o primeiro set em diagonal potente de Duda: 21 a 15.
O segundo set começou equilibrado, com os times mantendo a virada de bola, mesmo com bons saques dos dois lados. Aos poucos, Maria Elisa passou a desequilibrar e conseguiu fazer sua dupla abrir 8 a 5, forçando pedido de tempo de Letícia Pessoa.
Ágatha/Duda passou a ter muita dificuldade no passe e, em bola de graça atacada por Carol, a vantagem subiu ainda mais: 15 a 8. Administrando a vantagem, Carol e Maria fecharam o segundo set por 21 a 10 após um rally incrível em que Duda atacou para fora.
Os times começaram o tie-break com alvos definidos: Ágatha de um lado, Maria Elisa de outro, recebiam a maioria dos saques. E confirmavam seus pontos. A vantagem trocou de mãos, mas nunca sendo maior que de um ponto. Quando Carol conseguiu ponto de bloqueio, Maria Elisa errou ataque seguinte, mantendo a partida empatada.
O jogo ficou tenso e muito equilibrado. Dois ataques de Ágatha deram a maior vantagem até aquele momento para um dos times: 12 a 10 para Maria Elisa/Carol Solberg. O empate chegou logo na sequência, com um ataque e um bloqueio da própria Ágatha.
No momento de decisão, um ace de Maria Elisa deu o primeiro match point para a dupla. Ágatha salvou o primeiro em bola atacada na paralela. Na segunda tentativa, após belo rally, Maria Elisa confirmou a vitória em largada anotando 15 a 13 no set de desempate.
O Circuito Brasileiro é composto por sete etapas, três que foram realizadas em 2017 - Campo Grande (MS), Natal (RN) e Itapema (SC) - e mais quatro neste ano. Além de Fortaleza, a competição passará por João Pessoa (PB), de 21 a 25 de fevereiro, Maceió (AL), de 14 a 18 de março, e Aracaju (SE), de 4 a 8 de abril. Ainda em abril ocorre também o Superpraia, que reúne os melhores times da temporada e será disputado de 25 a 29, em Brasília (DF).
A competição distribui R$ 45 mil às duplas campeãs dos dois naipes, e todos os times na fase de grupos são premiados. Ao todo, são quase R$ 500 mil por etapa. A novidade nesta temporada fica por conta da volta do classificatório e do aumento de duplas, passando de 16 para 24 times na fase de grupos da competição.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Com a medalha de ouro, Maria Elisa e Carol Solberg recebem 400 pontos no ranking geral e um prêmio de R$ 45 mil. Já Duda e Ágatha, vice-campeãs, somam 360 pontos e levam para casa pouco mais de de R$ 29 mil em premiação, enquanto o bronze de Taiana e Julia rende um prêmio de R$ 20 mil e 320 pontos na classificação.
A campanha da dupla em Fortaleza contou com seis vitórias, cinco delas por dois sets a zero. Após a comemoração no pódio, Carolina comentou a vitória de virada e analisou a decisão.
“Foi um jogo muito duro, não jogamos bem no primeiro set. Nosso jogo não estava entrando, mas tivemos paciência para ajustar o que não estava funcionando. No segundo set sacamos melhor e a virada de bola também funcionou. Nós queremos melhorar a cada torneio, estamos neste processo. Conseguimos colocar em prática o que fizemos nos treinos. O barato de jogar é justamente saber que uma ajuda a outra a tentar se superar. Ágatha e Duda são um time muito forte. Agora é hora de abrir o olho, temos uma boa regularidade, mas ainda estamos no começo. Temos que pensa ponto a ponto, jogo a jogo e torneio a torneio", destacou Carol.
Maria Elisa também comentou a importância da vitória para fortalecer o time visando o Circuito Mundial e elogiou o técnico da dupla, Luciano Kioday.
“O Kioday consegue se desdobrar em várias funções e vem se mostrando um grande treinador. É uma energia muito boa que ele passa para a gente nos treinos. A preleção dele tem sido muito bacana. Dentro de quadra é um espelho do que vivemos todos os dias. Estou treinando muito e estudando os times, isso tem me deixado bastante preparada para as partidas. Estamos mostrando o potencial do nosso time e vencer é importante, é nossa renda. Estamos em busca de patrocinadores para poder ter uma comissão técnica forte”.
O bronze de Taiana e Julia Sude deixou a torcida dividida, já que do outro lado também estava uma atleta cearense. Mas a vitória por dois sets a um (21-12, 18-21, 15-9), em 47 minutos, sobre Ana Patrícia (MG) e Rebecca (CE) teve sabor de ‘ouro’ para a dupla formada provisoriamente.
“Fizemos só 30 minutos de ‘bate-bola’ antes do torneio. Fomos evoluindo durante os jogos, nos entrosamos bem. No começo só falava em inglês, depois estava usando até algumas expressões de jogo em português, fiquei totalmente confusa (risos). Foi muito divertido. Chegamos na arena uma hora antes, ela já estava lotada, as pessoas fazendo barulho, empolgadas com o esporte. Taiana é da casa, mas também senti a torcida e o carinho comigo”, disse Julia Sude, que retorna para a Alemanha para atuar com Chantal Laboureur.
“Nunca imaginaria jogar com uma estrangeira, inesperada a situação, mas parecia que jogávamos há muitos anos. O levantamento é a principal dificuldade de um time novo, e mesmo neste fundamento, estávamos muito bem. Julia jogou demais, sacou bem, bloqueou, me ajudou muito. É um terceiro lugar com sabor de ouro, tivemos uma atitude de time campeão, foi sensacional vencer perto da minha família”, analisou Taiana.
A Final - A partida começou com Maria Elisa e Carolina abrindo 4 a 1 após alguns erros de ataque de Ágatha/Duda e bons contra-ataques das atuais líderes do Circuito Brasileiro. Aos poucos, porém, as comandadas da técnica Letícia Pessoa viraram o placar graças a bons contra-ataques de Duda: 8 a 7. Na parada técnica da primeira parcial, Ágatha/Duda vencia por 11 a 10.
Ágatha começou a brilhar no bloqueio e com ponto neste fundamento anotou 13 a 10 no placar. Quando a vantagem chegou a quatro pontos, as líderes do ranking brasileiro pararam o jogo para tentar mudar o panorama. Ágatha e Duda não deixaram a reação acontecer, se mantiveram perfeitas na virada de bola, e também gerando contra-ataques, fecharam o primeiro set em diagonal potente de Duda: 21 a 15.
O segundo set começou equilibrado, com os times mantendo a virada de bola, mesmo com bons saques dos dois lados. Aos poucos, Maria Elisa passou a desequilibrar e conseguiu fazer sua dupla abrir 8 a 5, forçando pedido de tempo de Letícia Pessoa.
Ágatha/Duda passou a ter muita dificuldade no passe e, em bola de graça atacada por Carol, a vantagem subiu ainda mais: 15 a 8. Administrando a vantagem, Carol e Maria fecharam o segundo set por 21 a 10 após um rally incrível em que Duda atacou para fora.
Os times começaram o tie-break com alvos definidos: Ágatha de um lado, Maria Elisa de outro, recebiam a maioria dos saques. E confirmavam seus pontos. A vantagem trocou de mãos, mas nunca sendo maior que de um ponto. Quando Carol conseguiu ponto de bloqueio, Maria Elisa errou ataque seguinte, mantendo a partida empatada.
O jogo ficou tenso e muito equilibrado. Dois ataques de Ágatha deram a maior vantagem até aquele momento para um dos times: 12 a 10 para Maria Elisa/Carol Solberg. O empate chegou logo na sequência, com um ataque e um bloqueio da própria Ágatha.
No momento de decisão, um ace de Maria Elisa deu o primeiro match point para a dupla. Ágatha salvou o primeiro em bola atacada na paralela. Na segunda tentativa, após belo rally, Maria Elisa confirmou a vitória em largada anotando 15 a 13 no set de desempate.
O Circuito Brasileiro é composto por sete etapas, três que foram realizadas em 2017 - Campo Grande (MS), Natal (RN) e Itapema (SC) - e mais quatro neste ano. Além de Fortaleza, a competição passará por João Pessoa (PB), de 21 a 25 de fevereiro, Maceió (AL), de 14 a 18 de março, e Aracaju (SE), de 4 a 8 de abril. Ainda em abril ocorre também o Superpraia, que reúne os melhores times da temporada e será disputado de 25 a 29, em Brasília (DF).
A competição distribui R$ 45 mil às duplas campeãs dos dois naipes, e todos os times na fase de grupos são premiados. Ao todo, são quase R$ 500 mil por etapa. A novidade nesta temporada fica por conta da volta do classificatório e do aumento de duplas, passando de 16 para 24 times na fase de grupos da competição.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Cearensão presta um minuto de silêncio para vítimas de chacina
Por
ordem do presidente da Federação Cearense de Futebol (FCF), Mauro
Carmélio, os três jogos do Campeonato Cearense 2018, que acontecem nesta
final de semana em Fortaleza prestaram um minuto de silêncio em
lembrança as 14 pessoas mortas e 18 feridas na chacina da Cajazeiras.
Os
jogos que prestaram um minuto de silêncio foram Ceará 1x1 Ferroviário,
na Arena Castelão; Floresta 2x1 Guarani de Juazeiro, no estádio
Presidente Vargas; ontem; e Uniclinic x Iguatu, neste domingo, no
Presidente Vargas.
"Este
um minuto de silêncio foi uma forma que encontramos de alertar para a
paz e não a violência", diz o presidente da FCF, Mauro Carmélio.
Criança ferida que teve pai morto na Chacina do Forró recebe alta
O menino de 12 anos, que teve o pai Antônio José Dias de Oliveira, de 54 anos, morto, na chacina da madrugada de ontem, no Forró do Gago, na comunidade Barreirão, em Cajazeiras, na Grande Messejana, periferia de Fortaleza, recebeu alta hoje. Na chacina morreram 14 pessoas, sendo oito mulheres e seis homens, dentre eles o pai do garoto de 12 anos, que foi um dos 18 feridos.
O garoto foi um dos primeiros atingidos na chacina, levando um tiro de raspão na coxa direita. Ele acompanhava o pai na venda de lanches em frente a festa no Forró do Gago, na Rua Madre Tereza de Calcutá, 172.
O menino saiu do IJF hoje assustado. Ele ficou em observação por 30 horas. Como a bala não penetrou na perna dele, o procedimento dos médicos no IJF foi de cuidar do ferimento feito pela tiro, que passou de raspão na coxa direita do garoto.
Cabisbaixo e sem falar com a imprensa, o menino ao deixar o IJF Central foi informado por parentes, da morte do pai na chacina. O garoto órfão de pai vai acompanhar o enterro do vendedor ambulante.
Já o homem de 23 anos, que estava, no ontem, em estado grave, no Frotinha de Messejana, passou hoje pela manhã, por uma segunda cirurgia para retirada de balas. Boletim médico informa, que ele agora está em quadro estável, mas sem previsão de alta.
No Frotinha de Messejana deram entrada ontem pela manhã, 10 feridos. Depois de primeiros socorros, oito receberam alta, ontem à tarde. Uma adolescente de 17 anos foi transferida do Frotinha de Messejana para o IJF unidade Central, ainda ontem pela manhã. Ela foi operada ontem à noite e hoje pela manhã recebeu alta.
No Frotão deram entrada, ontem pela manhã, nove pessoas. Duas receberam alta ainda, no sábado à tarde, sendo duas mulheres de 17 e 23 anos, que passaram por cirurgia para retirada de balas. Hoje, além do menino de 12 anos e da mulher de 17 anos que foi transferida de Messejana para unidade Central, recebeu alta mais um ferido na chacina: um adolescente de 16 anos.
Continuam internados no IJF Central quatro feridos: duas adolescentes de 16 anos; uma mulher de 19 anos e um homem de 24 anos. Os quatro passaram cirurgia para extração de balas e estão em observação pós operação, podendo receber alta amanhã ou terça-feira.
Com isso das 18 pessoas feridas na chacina, 13 receberam alta e cinco após cirurgia se encontram em quadro estável.
O garoto foi um dos primeiros atingidos na chacina, levando um tiro de raspão na coxa direita. Ele acompanhava o pai na venda de lanches em frente a festa no Forró do Gago, na Rua Madre Tereza de Calcutá, 172.
O menino saiu do IJF hoje assustado. Ele ficou em observação por 30 horas. Como a bala não penetrou na perna dele, o procedimento dos médicos no IJF foi de cuidar do ferimento feito pela tiro, que passou de raspão na coxa direita do garoto.
Cabisbaixo e sem falar com a imprensa, o menino ao deixar o IJF Central foi informado por parentes, da morte do pai na chacina. O garoto órfão de pai vai acompanhar o enterro do vendedor ambulante.
Já o homem de 23 anos, que estava, no ontem, em estado grave, no Frotinha de Messejana, passou hoje pela manhã, por uma segunda cirurgia para retirada de balas. Boletim médico informa, que ele agora está em quadro estável, mas sem previsão de alta.
No Frotinha de Messejana deram entrada ontem pela manhã, 10 feridos. Depois de primeiros socorros, oito receberam alta, ontem à tarde. Uma adolescente de 17 anos foi transferida do Frotinha de Messejana para o IJF unidade Central, ainda ontem pela manhã. Ela foi operada ontem à noite e hoje pela manhã recebeu alta.
No Frotão deram entrada, ontem pela manhã, nove pessoas. Duas receberam alta ainda, no sábado à tarde, sendo duas mulheres de 17 e 23 anos, que passaram por cirurgia para retirada de balas. Hoje, além do menino de 12 anos e da mulher de 17 anos que foi transferida de Messejana para unidade Central, recebeu alta mais um ferido na chacina: um adolescente de 16 anos.
Continuam internados no IJF Central quatro feridos: duas adolescentes de 16 anos; uma mulher de 19 anos e um homem de 24 anos. Os quatro passaram cirurgia para extração de balas e estão em observação pós operação, podendo receber alta amanhã ou terça-feira.
Com isso das 18 pessoas feridas na chacina, 13 receberam alta e cinco após cirurgia se encontram em quadro estável.
Final feminina do Vôlei de Praia
A etapa de Fortaleza do Circuito Brasileiro Open de Vôlei de Praia 2017/2018 será decidida por Ágatha/Duda (PR/SE) e Maria Elisa/Carolina Solberg (RJ), hoje (28) às onze da manhã, na Arena da Praia de Iracema.
As duas duplas superaram ontem (27) os confrontos de oitavas, quartas e semifinais na arena montada no Aterro da Praia de Iracema e se garantiram na disputa do ouro. Será uma reedição da final da etapa de Natal (RN), a segunda da temporada, em outubro do ano passado.
A partida valendo ouro acontece com transmissão ao vivo do SporTV 2 e entrada franca à torcida na arena. Às dez da manhã ocorre a disputa da medalha de bronze, com duas atletas da casa em ação: Julia Sude e Taiana (ALemanhã/Ceará) enfrentam Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) por um lugar no pódio e dividindo a torcida local.
Será o terceiro confronto entre os dois times. Elas se enfrentaram na final da etapa de Natal (RN), com título para Ágatha/Duda, e na semifinal da etapa de Campo Grande (MS), com vitória de Maria e Carol. O tira-teima será na decisão deste domingo.
Para alcançar a final, Maria Elisa e Carolina Solberg venceram três jogos no dia. Nas oitavas, logo pela manhã, superaram Juliana Simões e Vitória (PR/RJ) por 2 sets a 0 (21/18, 21/13). Durante a tarde, triunfo por 2 sets a 0 (21/12, 21/8) nas quartas de final contra Val/Ângela (RJ/DF), e na parte da noite, pela semifinal, eliminaram Julia Sude e Taiana (Alemanha/CE) por 2 sets a 0 (25/23, 21/18). Carolina elogiou as adversárias e comemorou o bom momento.
“Conheço a Sude desde garota, nos enfrentamos em Mundiais de base e faz um grande time no Circuito Mundial com a Laboureur. Não cruzei tantas vezes na fase adulta, mas é uma excelente atleta, achei legal essa oportunidade dela atuar. O nível fica mais alto, acaba sendo enriquecedor para todos. E a Taiana fará um timaço com quem se juntar, é uma jogadora muito boa. Estávamos muito focadas, sabendo que não poderíamos errar nessa semifinal”, disse a bicampeã mundial Sub-21, que completou.
“Jogar com atletas como Ágatha e Juliana, mesmo que por períodos mais curtos, foi enriquecedor, aprendi coisas novas. Estou querendo muito, treinando sempre com todo gás, muito focada no processo todo para ter um time forte. Quero treinar da melhor maneira, dando meu máximo, sabendo que fiz tudo que poderia. Isso deixa as coisas mais leves, estou muito feliz com tudo que nosso time está construindo”.
Já Ágatha e Duda, campeãs da etapa de Natal, alcançaram a disputa de ouro com vitórias nas oitavas de final sobre Sandressa/Neide (AL), por 2 sets a 0 (21/14, 21/13); nas quartas de final sobre Lili/Josi (ES/SC) por 2 sets a 1 (21/19, 16/21, 9/15); e sobre Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) na semifinal, por 2 sets a 0 (21/18, 21/19). Ágatha analisou o começo de temporada e o aniversário de um ano da dupla, comemorado neste mês.
"Em um ano muita coisa mudou no nosso time, e mudou para melhor. Aquela etapa que vencemos em João Pessoa, nossa primeira juntas, foi meio no susto, não tínhamos treinado juntas nem três semanas completas. Foi na raça e no amor. Agora, depois de um ano, que já jogamos o Circuito Brasileiro e o Circuito Mundial. Já sabemos identificar os pontos que precisamos crescer e também as nossas qualidades. Nossa união é um fator diferencial. Essa etapa aqui em Fortaleza, no começo da temporada, é sempre difícil, fizemos jogos duros. Vence o time que está mais unido, que está com a energia lá em cima. Amanhã enfrentaremos um time que vem de grandes resultados, estão muito bem, mas vamos entrar em quadra querendo vencer".
O Circuito Brasileiro é composto por sete etapas, três que foram realizadas em 2017 - Campo Grande (MS), Natal (RN) e Itapema (SC) - e mais quatro neste ano. Além de Fortaleza, a competição passará por João Pessoa (PB), de 21 a 25 de fevereiro, Maceió (AL), de 14 a 18 de março, e Aracaju (SE), de 4 a 8 de abril. Ainda em abril ocorre também o Superpraia, que reúne os melhores times da temporada e será disputado de 25 a 29, em Brasília (DF).
A competição distribui R$ 45 mil às duplas campeãs dos dois naipes, e todos os times na fase de grupos são premiados. Ao todo, são quase R$ 500 mil por etapa. A novidade nesta temporada fica por conta da volta do classificatório e do aumento de duplas, passando de 16 para 24 times na fase de grupos da competição.
Com informações da Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
Um minuto de silêncio para vítimas da Chacina na Cajazeiras
Ceará e Ferroviário empataram em 1 a 1, hoje, à noite, na Arena Castelão, pela quinta rodada do Cearensão 2018.
A pedido do Ceará, a Federação Cearense de Futebol (FCF) prestou um minuto de silêncio, no começo do jogo, em lamento as 14 vítimas fatais e as 18 pessoas feridas, na chacina de Cajazeiras, hoje pela madrugada, no Forró do Gago, na Rua Madre Tereza de Calcutá, 172, na Grande Messejana.
A pedido do Ceará, a Federação Cearense de Futebol (FCF) prestou um minuto de silêncio, no começo do jogo, em lamento as 14 vítimas fatais e as 18 pessoas feridas, na chacina de Cajazeiras, hoje pela madrugada, no Forró do Gago, na Rua Madre Tereza de Calcutá, 172, na Grande Messejana.
Com o empate o Ceará completou três jogos sem vitórias no certame e soma quatro pontos em quatro partidas, estando na quinta colocação.
O Ferroviário não vence há dois jogos no Cearensão e soma oito pontos em cinco partidas, ficando na terceira posição. Como resultado, Carlos Rabello entregou o cargo de treinador. A diretoria coral busca novo técnico.
Os gols do jogo de hoje foram no primeiro tempo. Valdo Bacabal fez 1 a 0 para o Ferroviário, aos oito minuto; e Arthur empatou em 1 a 1 para o Ceará, aos 38 minutos.
O Ceará formou com Everson; Bruno Pires, Leandro Silva, Rafael Carioca e Patrick; Raul (Ricardinho), Pio e Juninho; Roberto (Luidy), Arthur e Douglas Coutinho (Andrigo) - Técnico: Marcelo Chamusca.
O Ferroviário alinhou com Bruno Colaço; Batata (Everaldo), Erandir, Túlio e Sávio; Liniker, Diego Silva, Glauber e Janeudo (Andrei); Valdo Bacabal (Léo Paraíba) e Luís Soares - Técnico: Carlos Rabello.
Renda de 14.173.00 para 3.767 pessoas, sendo 3.503 pagantes e 264 não pagantes.
Floresta assume liderança do Cearensão 2018
O Floresta é o novo líder do Cearensão 2018. Na tarde de ontem, no estádio Presidente Vargas, ganhou do Guarani de Juazeiro do Norte, por 2 a 1, alcançando 11 pontos em cinco jogos.
O Floresta está invicto com três vitórias e dois empates. Marcou nove gols e levou quatro, registrando um saldo de quatro gols. O índice de aproveitamento do time no Cearensão é de 73,33%.
Edson Cariús, aos 15 minutos do primeiro tempo abriu o placar para o Floresta. Paulo Vyctor, aos 11 minutos do segundo tempo fez 2 a 0 Floresta. Expedito, aos 17 minutos da etapa final descontou para o Guarani.
O Floresta ganhou com Mauro (Dionantan); Danrley, Regineldo, Cláudio e Zé Carlos; Edgard, Bruno Ocara, Cleilton (Felipe) e Gabriel; Edson Cariús e Paulo Vyctor (Hiago) - Treinador: Raimundinho.
O Guarani perdeu a terceira partida em quatro jogos com David; Paulinho, Anderson Ivo, Eberson (Expedito) e Teles; Olavio, Marcelênio (Alexandre), Erly e Jean Alisson (Vitor); Moré e Assisinho - Treinador: Filinto Holanda.
O árbitro Juceando Sousa deu 11 cartão amarelo, sendo sete para jogadores do Guarani (Paulinho, Anderson Ivo, Teles, Alexandre, Elry, Jean Alisson e Moré) e quatro para atletas do Floresta (Dionantan, Edson Cariús, Paulo Vyctor e Hiago).
Chacina na Cajazeiras deixa 14 mortos e 18 feridos
Os familiares das 14 pessoas mortas e das 18 pessoas feridas na chacina, na madrugada de ontem (27), no Forró do Gago (Rua Madre Tereza de Calcuta), no bairro Cajazeiras, na Grande Messejana, em Fortaleza, estão assustados e com medo de conceder entrevista à imprensa.
Os únicos, que falaram com os parentes das vítimas até agora foram os defensores públicos Emerson Castelo Branco e Gina Moura (foto), que foram dar assistência jurídica; e os policiais civis, que colheram depoimentos sobre o caso.
Segundo Gina Moura, "todos estão aterrorizados. Não querem falar muito e fomos conversar com eles para dar assistência jurídica e proteção, que é o papel do Núcleo de Assistência aos presos provisórios e às vítimas de violência, que instalamos na Defensoria Pública há seis meses".
Emerson Castelo Branco, que esteve no Instituto José Frota (IJF) e na Perícia Forense, afirmou, que todos os parentes das vítimas "estão no campo da vulnerabilidade. Estamos conversando com eles para enfrentar este problema de frente e garantir a proteção do Estado para que eles não venham a se tornar novas vítimas fatais".
Conforme Gina Moura, que também esteve no IJF e na Perícia Forense, onde os familiares foram reconhecer os corpos dos 14 mortos, "o estado deles é de susto. Por isso fomos para dar assistência global, numa articulação para que eles não sejam as próximas vítimas".
Das 18 pessoas feridas, dez receberam alta após atendimento de primeiros socorros. Sete continuam internadas no IJF Centro; e uma na unidade do IJF em Messejana. O homem de 23 anos, que está internado em Messejana é o mais grave. Ele corre risco de morrer.
Das sete pessoas no IJF Centro, nenhuma está em estado grave. São quatro mulheres, dois homens e uma criança de 12 anos. O menino, que foi um dos primeiros a ser atingidos na chacina, teve o pai morto, na ocasião. A criança levou um tiro de raspão na coxa direita. Ele deve receber alta neste domingo (28). Precisaram fazer cirurgias para extração de balas as quatro mulheres, sendo duas de 16, uma de 17 e outra de 19 anos. Os dois homens internados são de 16 e 24 anos. O de 24 anos passou por cirurgia. Já o de 16 anos está na emergência para exames.
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