quarta-feira, abril 25
10 anos sem Demócrito Dummar
"A morte do jornalista e advogado Demócrito Rocha Dummar, aos 63 anos, depois de ir ao O Povo pela manhã e de cumprimentar todos como de costume (com um sorriso ou uma filosofia), de voltar para o almoço, de puxar conversa com um dos seguranças particulares e de atravessar a casa com seu passo largo até o lavabo (cuidando para trancar a porta), golpeou o dia 25 de abril de 2008 como uma faca só lâmina.
Caminhando daquela vez como se fosse a última, com o passo sempre do tamanho do sonho, Demócrito Dummar não deu pistas de que se despedia; talvez, para ficar nas horas; talvez, para seguir amando. Não deixou palavra que explicasse sobre aquela morte escolhida; mas, afinal, cada morte nunca deixará de ser uma pergunta, por mais que todos saibam dela. E, sem que fosse possível haver logo alguma resposta, o depois foi o tempo. Hoje faz dez anos.
E foi um tempo de depuração, para alcançar o que não passa: a saudade sem dor, o perdão sem condições e tantos recomeços quantos são os ideais. E ainda alcançar o encontro, sempre, apesar dos descaminhos. Nesse sentido, Demócrito Dummar deixou uma carta de navegação ao jornalismo nosso de cada dia: “Como um todo, o jornal chora, instiga, aplaude e ri. Nunca fomos um jornal frio”, refletiu, durante o novo projeto gráfico-editorial que O Povo iniciava em 2007.
São dez anos de distância, mas nunca serão anos de ausência. O Povo não se despede dos sonhos que seu ex-presidente (de 1985 a 2008) sonhou, nem das realidades que ele imaginou ou dos planos em que traçava um Ceará pleno de esperança e de riqueza. Ainda buscamos a escrita da alma das gentes e dos lugares. “Somos eternos aprendizes”, ressoa Demócrito Dummar (“A cor do invisível”. O Povo, 26/4/2008), no ofício de exercer o jornalismo e o bem comum. Garimpamos a verdade “em toda a sua inteireza” – as aspas são de uma “Carta ao Leitor”, que o jornalista publicou no dia 27 de abril de 1992.
“Recentemente ele dizia que o jornal tinha que pensar como as mulheres: com delicadeza, cuidando dos detalhes”. O trecho do editorial “Edição da alma”, escrito pelo pensar e pelo sentir da jornalista Regina Ribeiro para o caderno especial “É pelo sonho...” (publicado no dia seguinte à morte de Demócrito Dummar, quando O POVO decidiu que continuar é preciso), faz uma ponte entre aquele abril de 2008 e o presente.
Pensar e sentir, a propósito, norteiam os começos que nos inauguram e nos ampliam com o tempo. O jornal se transforma porque é um organismo vivo, como entendeu Demócrito Dummar aos 75 anos do O POVO (7/1/2002). “A cada três anos, sendo O POVO um jornal que trabalha pari passu com a tradição e a inovação, fazemos inflexões para nos atualizar com a linguagem do tempo em que vivemos”, ele sinalizou na mudança gráfico-editorial de 2007. “Ontem, o jornal impresso tinha como referência o seu próprio espelho.
Hoje, impresso e digital são realidades que se influenciam mutuamente. A tônica desta fase continua a ser a simplicidade. Porém, quanto mais simples, mais complexa tem que ser sua elaboração. O simples dentro desse enfoque é o sofisticado. O simples é o artístico, o poético e o lúdico”, uniu.
Nos 90 anos do O Povo, completados no último dia 7 de janeiro, Demócrito Dummar ainda significa a união de muitos fazeres e inteligências, da realidade e a História, do jornalismo e a concidadania (uma de suas palavras diletas). “Fazemos um jornalismo propositivo e essa é uma das razões da importância do O POVO para o pensamento estratégico do Estado”, ele reafirmou, em discurso no plenário da Câmara Federal, em março de 2008, quando o jornal foi homenageado por seus 80 anos.
“Articulador de ideias e ações”, como retratou o jornalista Érico Firmo para o caderno especial da morte de Demócrito Dummar (“Instrumento de articulação”. O POVO, 26/4/2008), o ex-presidente abriu espaços, no jornal, e pensamentos, na sociedade, para questões além do tempo em que viveu. De campanhas por corações artificiais para o Hospital de Messejana à batalha por uma siderúrgica para o Estado, Demócrito Dummar mantinha um “entusiasmo vibrante” e uma “arguta capacidade de mobilizar energias para as melhores causas do Ceará – e, por que não dizer – em favor de tudo que recendesse humanidade”, reencontra o editor-sênior do O POVO Valdemar Menezes (“Radicalmente Humano”. O POVO, 26/4/2008).
E talvez seja no novo encontro de cada manhã, quando o jornal é repensado ao tempo em que está nas ruas e nas casas, que Demócrito Dummar permaneça. Uma vez que o sonhador (quem se arvora em escrever o mundo) se tornou parte do navegar que o poeta português Sebastião da Gama (1924-1952) indicou: “Basta que a alma demos,/ com a mesma alegria,/ ao que desconhecemos/ e ao que é do dia a dia”.
Assim contamos os 25 de abril que existiram e que existirão a partir daquele 2008. Vivemos os dias seguintes. Nessa medição de forças entre o tempo e a permanência, durante a última década, O POVO alcançou os recomeços porque não se perdeu dos ideais e do sentir. E, por saber das permanências, já não mais perguntamos; ao contrário, damos nossa resposta ao tempo.
“Meu pai foi real e vivo até a hora de morrer. Esse jornal não é um produto, é uma alma. Vamos continuar com força, coragem e determinação para fazer um jornal sério, mais competente, mais poético”, espelha a jornalista Luciana Dummar, presidente do Grupo de Comunicação O POVO (“Um mar de abraços na despedida”. O POVO, 27/4/2008).
ATO ECUMÊNICO Celebração dos 90 anos do O POVO e 10 anos de saudade em comemoração aos 90 anos do O POVO em memória dos dez anos de falecimento de Demócrito Rocha Dummar. Hoje, às 18 horas, no Espaço O POVO de Cultura e Arte. Evento restrito aos funcionários do Grupo de Comunicação O Povo.
ANA MARY C. CAVALCANTE".
Caminhando daquela vez como se fosse a última, com o passo sempre do tamanho do sonho, Demócrito Dummar não deu pistas de que se despedia; talvez, para ficar nas horas; talvez, para seguir amando. Não deixou palavra que explicasse sobre aquela morte escolhida; mas, afinal, cada morte nunca deixará de ser uma pergunta, por mais que todos saibam dela. E, sem que fosse possível haver logo alguma resposta, o depois foi o tempo. Hoje faz dez anos.
E foi um tempo de depuração, para alcançar o que não passa: a saudade sem dor, o perdão sem condições e tantos recomeços quantos são os ideais. E ainda alcançar o encontro, sempre, apesar dos descaminhos. Nesse sentido, Demócrito Dummar deixou uma carta de navegação ao jornalismo nosso de cada dia: “Como um todo, o jornal chora, instiga, aplaude e ri. Nunca fomos um jornal frio”, refletiu, durante o novo projeto gráfico-editorial que O Povo iniciava em 2007.
São dez anos de distância, mas nunca serão anos de ausência. O Povo não se despede dos sonhos que seu ex-presidente (de 1985 a 2008) sonhou, nem das realidades que ele imaginou ou dos planos em que traçava um Ceará pleno de esperança e de riqueza. Ainda buscamos a escrita da alma das gentes e dos lugares. “Somos eternos aprendizes”, ressoa Demócrito Dummar (“A cor do invisível”. O Povo, 26/4/2008), no ofício de exercer o jornalismo e o bem comum. Garimpamos a verdade “em toda a sua inteireza” – as aspas são de uma “Carta ao Leitor”, que o jornalista publicou no dia 27 de abril de 1992.
“Recentemente ele dizia que o jornal tinha que pensar como as mulheres: com delicadeza, cuidando dos detalhes”. O trecho do editorial “Edição da alma”, escrito pelo pensar e pelo sentir da jornalista Regina Ribeiro para o caderno especial “É pelo sonho...” (publicado no dia seguinte à morte de Demócrito Dummar, quando O POVO decidiu que continuar é preciso), faz uma ponte entre aquele abril de 2008 e o presente.
Pensar e sentir, a propósito, norteiam os começos que nos inauguram e nos ampliam com o tempo. O jornal se transforma porque é um organismo vivo, como entendeu Demócrito Dummar aos 75 anos do O POVO (7/1/2002). “A cada três anos, sendo O POVO um jornal que trabalha pari passu com a tradição e a inovação, fazemos inflexões para nos atualizar com a linguagem do tempo em que vivemos”, ele sinalizou na mudança gráfico-editorial de 2007. “Ontem, o jornal impresso tinha como referência o seu próprio espelho.
Hoje, impresso e digital são realidades que se influenciam mutuamente. A tônica desta fase continua a ser a simplicidade. Porém, quanto mais simples, mais complexa tem que ser sua elaboração. O simples dentro desse enfoque é o sofisticado. O simples é o artístico, o poético e o lúdico”, uniu.
Nos 90 anos do O Povo, completados no último dia 7 de janeiro, Demócrito Dummar ainda significa a união de muitos fazeres e inteligências, da realidade e a História, do jornalismo e a concidadania (uma de suas palavras diletas). “Fazemos um jornalismo propositivo e essa é uma das razões da importância do O POVO para o pensamento estratégico do Estado”, ele reafirmou, em discurso no plenário da Câmara Federal, em março de 2008, quando o jornal foi homenageado por seus 80 anos.
“Articulador de ideias e ações”, como retratou o jornalista Érico Firmo para o caderno especial da morte de Demócrito Dummar (“Instrumento de articulação”. O POVO, 26/4/2008), o ex-presidente abriu espaços, no jornal, e pensamentos, na sociedade, para questões além do tempo em que viveu. De campanhas por corações artificiais para o Hospital de Messejana à batalha por uma siderúrgica para o Estado, Demócrito Dummar mantinha um “entusiasmo vibrante” e uma “arguta capacidade de mobilizar energias para as melhores causas do Ceará – e, por que não dizer – em favor de tudo que recendesse humanidade”, reencontra o editor-sênior do O POVO Valdemar Menezes (“Radicalmente Humano”. O POVO, 26/4/2008).
E talvez seja no novo encontro de cada manhã, quando o jornal é repensado ao tempo em que está nas ruas e nas casas, que Demócrito Dummar permaneça. Uma vez que o sonhador (quem se arvora em escrever o mundo) se tornou parte do navegar que o poeta português Sebastião da Gama (1924-1952) indicou: “Basta que a alma demos,/ com a mesma alegria,/ ao que desconhecemos/ e ao que é do dia a dia”.
Assim contamos os 25 de abril que existiram e que existirão a partir daquele 2008. Vivemos os dias seguintes. Nessa medição de forças entre o tempo e a permanência, durante a última década, O POVO alcançou os recomeços porque não se perdeu dos ideais e do sentir. E, por saber das permanências, já não mais perguntamos; ao contrário, damos nossa resposta ao tempo.
“Meu pai foi real e vivo até a hora de morrer. Esse jornal não é um produto, é uma alma. Vamos continuar com força, coragem e determinação para fazer um jornal sério, mais competente, mais poético”, espelha a jornalista Luciana Dummar, presidente do Grupo de Comunicação O POVO (“Um mar de abraços na despedida”. O POVO, 27/4/2008).
ATO ECUMÊNICO Celebração dos 90 anos do O POVO e 10 anos de saudade em comemoração aos 90 anos do O POVO em memória dos dez anos de falecimento de Demócrito Rocha Dummar. Hoje, às 18 horas, no Espaço O POVO de Cultura e Arte. Evento restrito aos funcionários do Grupo de Comunicação O Povo.
ANA MARY C. CAVALCANTE".
Enel entrega geladeiras no Pinzón
O Programa Enel Compartilha Eficiência sorteia, durante esta semana, 58 geladeiras novas e mais eficientes no bairro Vicente Pinzón, em Fortaleza. As inscrições para os moradores da região começam nesta quinta-feira (26) e seguem até às 17 horas de sexta-feira (27). Os clientes da companhia devem se dirigir à Rua Estrela do Oriente, 151, em frente a quadra Poliesportiva CITS Mucuripe. O sorteio será realizado no mesmo local do cadastro, no dia 27 (sexta), às 18 horas, e a entrega das geladeiras no sábado (28), das 7 às 10 horas.
Para realizar o cadastro no programa, os clientes deverão atender a alguns requisitos básicos, como ter a última conta de energia paga, ser beneficiado pela Tarifa de Energia Residencial Monofásico Baixa Renda, Residencial Rural Monofásico, Residencial Monofásico (consumo mínimo exigido) e possuir em casa uma geladeira velha em uso para realizar a troca.
Em 2017, o programa Troca de Geladeiras entregou 5.600 equipamentos. Nos dez anos do programa, a companhia já substituiu mais de 98 mil geladeiras em todo o Estado.
Futricas Cearenses
Luciano Clever deixou a Rádio Assunção. Em breve comunicado ele diz que "hoje me despedi do programa Hora da Notícia - de cinco às sete, na Assunção. Metas pessoais e projetos profissionais me manterão afastado por um tempo, espero seja breve. Na despedida, entrevista com Marcos Monteiro, sobre perícia forense, ao lado de Renato Abreu. Nosso querido André Capiberibe não pode participar hoje. Muito grato pelo carinho da grande audiência, que nos dá o segundo lugar no horário. Espero voltar melhor".
IJF lança amanhã Guia de Tratamento de Intoxicações
O Instituto José Frota (IJF) lança o Guia Prático para o Tratamento de Intoxicações Agudas do IJF amanhã (26), às 19h30, no Auditório principal do hospital.
A unidade de nível terciário da rede de assistência em saúde da Prefeitura de Fortaleza é referência no Norte e Nordeste no socorro às vítimas de grandes traumas, queimaduras e envenenamento por animais, plantas, medicamentos e demais substâncias químicas.
A publicação, que tem por finalidade orientar os profissionais de saúde quanto às medidas específicas no atendimento ao intoxicado, focando em acidentes comuns no Brasil e de maior incidência na Região Nordeste, será distribuída para todas as unidades de atendimento da Secretaria Municipal da Saúde de Fortaleza, para os principais hospitais e centros de urgência e emergência médica do Governo do Estado e da rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS), instituições de ensino e pesquisa e órgãos de classe de profissionais em Saúde do Ceará.
O manual foi elaborado por mais de 20 profissionais, acadêmicos e pesquisadores das áreas médicas, farmacológicas e biológicas, sendo publicado com a colaboração da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). Além de apresentar conceitos básicos sobre toxicologia, orientações sobre a melhor abordagem ao paciente intoxicado, diagnóstico, métodos de descontaminação e principais antídotos, o Guia Prático para o Tratamento de Intoxicações Agudas relaciona aproximadamente 600 fichas de informações toxicológicas, com indicação de possíveis agentes causadores, como animais, plantas, medicamentos, agrotóxicos, materiais de limpeza e produtos químicos.
De acordo com a médica Polianna Lemos, organizadora do livro, “intoxicações agudas são quadros extremamente peculiares de cada região do planeta, pois estão associados a animais típicos de um território, agrotóxicos empregados e permitidos pelo poder público, uso de medicações habitualmente prescritas para patologias comuns ou produtos de uso doméstico comumente adquiridos. Assim, é fundamental o conhecimento das características epidemiológicas, demográficas e até mesmo culturais para um melhor diagnóstico etiológico, que leva a uma terapêutica mais efetiva”.
IJF na Praça
O Instituto Doutor José Frota (IJF) e o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará firmaram uma parceria para estimular o bem estar físico e psicológico dos funcionários do maior centro médico da rede de assistência da Prefeitura de Fortaleza, que, há mais de 80 anos, é referência em saúde na Capital e no Estado. Na manhã da próxima sexta-feira (27), na Praça Clóvis Beviláqua, no Centro, terá início o projeto “IJF na Praça”, com a promoção de atividades físicas de baixo impacto, caminhadas, danças e alongamentos, de forma gratuita e acessível aos horários dos diversos profissionais que, 24 horas por dia, estão empenhados em salvar vidas.
A ação faz parte do programa “Cuidando de Quem Cuida”, adotado pela direção do Hospital, que tem como objetivo dar assistência integral à saúde dos servidores, que, na dedicação pelo melhor atendimento aos usuários, muitas vezes, esquecem da importância, também, dos cuidados pessoais com o corpo e com a mente.
A participação não é restrita aos servidores da unidade e está aberta também aos lojistas, servidores públicos, estudantes, moradores e frequentadores da região, que, duas vezes por semana, poderão aproveitar o momento. Além do Corpo de Bombeiros, a iniciativa ainda conta com a colaboração da Polícia Militar do Ceará e da Guarda Municipal de Fortaleza, que, permanentemente, fazem o patrulhamento na área e possuem um posto fixo de monitoramento na Praça.
Lançamento do "Projeto IJF na Praça"
Dia: sexta-feira (27)
Horário: 9h30
Local: Praça Clóvis Beviláqua, Centro
Projeto IJF na Praça
Dias: quantas e sextas-feiras
Horário: 6 às 6h45
Local: Praça Clóvis Beviláqua
Atividades: atividades físicas de baixo impacto, ginástica funcional, caminhadas, danças e alongamentos.
Público Alvo: servidores IJF e demais órgãos públicos, lojistas, comerciários, estudantes, moradores e frequentadores da região.
Fortaleza 3x1 CRB
O Fortaleza é disparado o líder do Brasileirão Série B (Segundona) 2018 rumo à Primeirona 2019.
Com 100% de aproveitamento em três rodadas, o Fortaleza soma nove pontos.
Ontem à noite, na Arena Castelão, o Leão fez 3 a 1, no lanterna CRB (AL).
Já tinha vencido o Guarani (SP) por 2 a 1 e o Boa (MG) por 2 a 0.
Agora o tricolor cearense tem sete gols pró e dois contra, saldo de cinco gols.
Os gols de ontem foram de Osvaldo (seis minutos do primeiro tempo), Bruno Melo (três minutos do segundo tempo) e Jean Patrick-foto Pedro Chaves (11 minutos da etapa final), descontando Neto Baiano (seis minutos do segundo tempo) para o CRB.
O Fortaleza ganhou com Marcelo Boeck; Tinga (Pablo), Diego Jussani, Ligger e Bruno Melo (Leonan); Jean Patrick, Derley e Dodô; Edinho, Osvaldo (Wesley) e Gustavo - Treinador: Rogério Ceni. Cartão amarelo: Marcelo Boeck e Osvaldo.
O CRB perdeu a terceira no certame com João Carlos; Diogo, Everton Sena (Marcelo Júnior), Anderson Conceição e Diego; Feijão, Edson Ratinho (Jarlesson), Lucas e Tinga; Neto Baiano e Diego Rosa (Willians) - Treinador: Dilceu Rocha. Cartão vermelho: Feijão. Cartão amarelo: Neto Baiano e Willians.
Renda de R$ 115.934,00 para 14.478 pessoas, sendo 13.547 pagantes e 931 não pagantes.
O Fortaleza enfrenta na quarta rodada o Londrina (PR), no estádio do Café, na terça-feira que vem (primeiro de maio), às quatro e meia da tarde.
Ontem ainda pela Segundona: Atlético (GO) 3x2 Guarani (SP), no Pedro Ludovico, em Goiânia (GO).
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