domingo, maio 27

Ferroviário 0x0 Cordino


O Ferroviário está na segunda fase do Brasileirão Série D.
Terminou a primeira fase em primeiro lugar no Grupo A4 com 10 pontos, oriundos de duas vitórias e quatro empates.
Hoje à noite no estádio Presidente Vargas empatou em 0 a 0 com o Cordino (MA).
Na segunda fase o Ferroviário volta a jogar contra o Cordino.
O primeiro jogo será no próximo domingo (três de junho), em Barra do Corda.
A partida de volta em dez de junho, no Presidente Vargas.
O Ferroviário empatou hoje com Léo; Lucas Mendes, Luis Fernando, André Lima e Sávio; Robson Simplício (Vitinho), Leanderson, Janeudo e Esquerdinha (Jean); Luís Soares (Dudu) e Edson Cariús - Treinador: Maurílio. Cartão amarelo: Robson Simplício e Edson Cariús.
O Guarani de Juazeiro está eliminado da Série D Grupo A6. Em seis jogos, somou apenas três pontos, oriundos de três empates. Hoje empatou em 1 a 1 com o Belo Jardim (PE), no Romeirão.

Ceará 0x1 Grêmio


Na estreia do treinador Jorginho, o Ceará perdeu a quarta partida no Brasileirão 2018.
Foi um a zero para o Grêmio, gol de Thonny Anderson, aos 35 minutos do segundo tempo, na Arena Castelão.
O Ceará agora é o lanterna do Brasileirão com três pontos em sete partidas ao lado do Paraná (PR).
Ceará: Everson; Samuel Xavier, Luiz Otávio, Rafael Pereira (Valdo) e Romário; Ricardinho (Douglas Coutinho), Richardson, Juninho e Wescley; Felipe Azevedo (Hyuri) e Elton - Treinador: Jorginho. Cartão amarelo: Richardson, Samuel Xavier, Wescley e Elton.
Grêmio: Marcelo Groso; Léo Moura (Lima ), Bressan, Kanneman e Bruno Cortez; Maicon (Thonny Anderson), Jailson, Cícero e Ramiro; Everton e André (Thaciano) - Treinador: Renato Gaúcho. Cartão amarelo: Ramiro.
Renda de R$ 128.138,00 para 14.012 pagantes, 983 não pagantes e 14.995 presentes.

Estácio suspende aulas.

A Estácio decidiu suspender as aulas de segunda-feira (28), de todas as suas unidades no Brasil, devido aos impactos gerados pela greve dos caminhoneiros, sem prejuízo para nossos alunos, professores e colaboradores. "Estamos tentando manter as unidades abertas, porém com um efetivo reduzido de pessoal. Acompanharemos o andamento da situação e manteremos todos informados pelos nossos canais oficiais", diz a nota. No Ceará param as aulas nos campi: Moreira Campos, Centro, Via Corpvs, Parangaba e Cariri.

Holanda comanda equipa econômica de general Theophilo

O ex-presidente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Marcos de Holanda o plano econômico para um eventual governo do tucano general Guilherme Theophilo Gaspar Cals.
Marcos de Holanda falou à AFN:



Na CMFor

O vereador Alípio Rodrigues (PTN) assume amanhã uma cadeira na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor).
Ele assume o lugar de Frota Cavalcante (PTN) que tira licença de 120 dias para tratar assuntos de interesse particular.
Alípio é pré-candidato a deputado federal.
São pré-candidatos a deputado estadual oito vereadores Salmito Filho, Adail Júnior, Soldado Noélio, Célio Studart, Odécio Carneiro, Adriano Bento, Guilherme Sampaio e Acrísio Sena.

Futricas da Greve dos Caminhoneiros

A imprensa foi atropelada

Folha não conseguiu responder à pergunta fundamental: Quem parou o país?
A semana terminou com mais de 500 obstruções em estradas do país. Postos de combustível fecharam, ônibus deixaram de circular, aviões ficaram em terra, produtos sumiram das prateleiras, indústrias pararam, hospitais interromperam tratamentos ambulâncias e carros de polícia racionaram. A distribuição de jornais e revistas foi afetada.
Esse foi o cenário provocado por caminhoneiros e/ou empresas de transporte que decidiram realizar paralisação para forçar a redução do preço do diesel. O preço do diesel subiu 12,3% em maio e já é um dos mais altos da história.
A manifestação surpreendeu a maioria dos brasileiros. Desde o início do mês, no entanto, o governo recebera avisos de entidades ligadas a caminhoneiros de que havia indicativos de paralisações.
Em 7 de maio, o Blog dos Caminhoneiros informava que os protestos contra os seguidos aumentos de diesel tinham começado, em Barra Mansa (RJ), na via Dutra, e iriam se intensificar. Dava a dica de que a articulação estava sendo feita por meio de redes sociais.
No dia 14, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) protocolou ofício na Presidência da República exigindo a redução dos impostos sobre os combustíveis, com prazo até dia 20. No dia 18, a Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) lançou comunicado em que mencionava a possibilidade de paralisação a partir de segunda-feira, 21, o que de fato ocorreu.
Os jornais não souberam dos alertas ou não deram importância a eles. O governo demorou a reagir. Interrupções em várias estradas do país, incluindo vias importantes e próximas do leitor da Folha como Anhanguera e Anchieta/Imigrantes, foram registradas de forma discreta no site e ignoradas na versão impressa. Até terça-feira, 22, ninguém atentou para a dimensão que o movimento poderia adquirir.

A categoria dos caminhoneiros reúne cerca de 600 mil profissionais sindicalizados. Ao todo, há no país 1 milhão de caminhoneiros autônomos.
Quando dezenas de estradas foram bloqueadas ficou evidente o despreparo da imprensa em geral, não só da Folha, para cobrir e explicar as origens, os personagens e os desdobramentos do movimento.
Não se sabia com quem falar. Não se explicava como tinha sido organizado de forma tão ampla. Eram raras as vozes e os rostos dos que estavam à frente do movimento. Ou não havia líderes? Era um movimento só de autônomos? Havia empresários por trás? Os jornais demoraram a começar a entender. E a explicar para seu leitor.
A edição da Folha de quinta-feira (24) cita a CNTA só ao mencionar o alcance da greve. Reportagem e análise tratavam apenas do lado oficial: governo, Congresso e Petrobras. Evidenciam o olhar viciado do jornal no poder e o distanciamento e a pouca informação de setores organizados da sociedade. Nenhum repórter demonstrou ter entre suas fontes um líder dos transportadores.
Não era tarefa simples. É uma categoria pulverizada, sem liderança única, com sindicatos concorrentes, muitos autônomos e com grandes empresas de transporte organizadas. E a articulação se deu essencialmente por aplicativos de mensagem instantânea, estratégia cada vez mais comum e que dificulta a apuração.
A Folha demorou para conseguir dar a seu leitor um mínimo de informações sobre os protagonistas dos atos que pararam o Brasil. No final da noite do dia 24, colocou no ar reportagem interessante sobre caminhoneira que havia criado três grupos de WhatsApp, pelos quais convocava apoiadores para o ato. Não foi publicada na versão impressa.
A editora de Mercado, Alexa Salomão, foi transparente ao explicar que tinha três repórteres dedicados a essa apuração, mas que, até o início da noite de sexta, a história não estava pronta para ser publicada.
"Como essa mobilização está parando o país e há suspeita de locaute, seria leviano atribuir a esta ou àquela entidade ou empresa a liderança da mobilização sem que tivéssemos mais detalhes", afirmou.
A incapacidade dos jornais de identificar, mensurar e explicar como o país chegou à crise que afetou a rotina de todos é preocupante. Em um momento crucial para mostrar sua relevância, a Folha deu indicações de despreparo, desnorteamento e fragilidade de análise.
Para além dos atos em si, toda a questão legal e política da reação do governo, que anunciou o uso das Forças Armadas contra manifestantes e expedientes temerários como a requisição de bens, era por demais confusa e foi pouco questionada e analisada
Os jornais foram atropelados pela greve dos caminhoneiros e empresas de transporte.
Alberto Dines (1931-2018) deixou lições que devem inspirar todo ombudsman. Conheça algumas de suas reflexões.
Paula Cesarino Costa
Jornalista, é ombudsman do jornal desde abril de 2016. Está na Folha desde 1987.

Futricas Cearenses

  • O repórter Lauriberto Braga integra a equipe do O Estadão que acompanha a greve dos caminhoneiros no Brasil. 
  • Ele mais Sandro Villar, Mário Bittencourt, Fábio Bispo, Antonio Carlos Garcia, Bruno Tadeu, Anderson Bandeira, Vinicius Rangel, Leonardo Augusto, Luciano Nagel, Kleiton Renzo, Quetila Ruiz, Julio Cesar Lima, Roberta Paraense e Heliana Frazão, especiais para o Estado, Vinicius Neder, Fernando Nakagawa e Renata Okumura.
  • Hoje pela manhã no passeio ciclístico encontro no Evandro Café: Luís Carlos Moreira. No domingo passado foi Paulinho Leme.
  • Equipes do G-1 Ceará, Tribuna do Ceará, O Povo e Blog do Lauriberto de plantão na greve dos caminhoneiros.

Táxis param por falta de combustível em Fortaleza

​Mil e quatrocentos da frota de 4,8 mil táxis de Fortaleza estão parados com a greve dos caminhoneiros.​ O presidente do Sindicato dos Taxistas de Fortaleza, Vicente de Paula Oliveira, informa que o abastecimento de Gás Natural Veicular (GNV) está normal.​ 
​Sessenta por cento da frota usa GNV. Os 40% restantes usa gasolina e álcool que estão em falta em Fortaleza.​ Os 75% dos táxis que estão rodando fazem monitoramento dos postos que ainda têm combustíveis na Grande Fortaleza através de grupos de WhatsApp. 

Operação liberação combustível na Grande Fortaleza

"As ações coordenadas pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-Ceará) durante este sábado (26), vêm possibilitando a distribuição de combustíveis em Fortaleza e em cidades da Região Metropolitana e do Interior do Estado. 
Cerca de 150 escoltas policiais de caminhões-tanques foram realizadas com o objetivo de abastecer postos de combustíveis, garagens de empresas de ônibus – o que garantiu que o transporte público não fosse afetado na Capital e na Região Metropolitana -, além do Aeroporto Internacional Pinto Martins, a fim de evitar interrupção das operações aéreas.
Os serviços de emergência do Ceará, que utilizam veículos para operar, como ambulâncias, viaturas policiais e do Corpo de Bombeiros, não sofreram qualquer interrupção.
Entre as ações de destaque da operação realizadas por todo o dia, estão o apoio a saída de caminhões no Porto do Mucuripe; a desobstrução do acesso à distribuidora de combustível de Crato, que abastece a Região do Cariri; o desbloqueio da BR-304, em Aracati, e o trabalho realizado em outros pontos de bloqueio.
Além dos batalhões de Polícia de Choque (BPChoque), de Policiamento de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (BPRaio), de Policia Rodoviária Estadual (BPRE) e de Policiamento Turístico (BPTur), da Força Tática (FT) e Regimento de Polícia Montada (RPMont) da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Corpo de Bombeiros Militar – vinculadas da SSPDS — atuam na operação, que segue durante o domingo (27) a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania de Fortaleza (AMC) e a Guarda Municipal de Fortaleza. Esses órgãos com o Exército Brasileiro, mantêm representantes no Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), que foi ativado para o gerenciamento das atividades.
Governo do Estado do Ceará".

Museu da Fotografia de Fortaleza comemora 8 anos

Já são oito anos desde a inauguração do Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), em 10/3/2017. O espaço foi criado com a missão de democratizar ...