terça-feira, junho 28

Carros compartilhados

Fortaleza passa a contar a partir da próxima segunda-feira (cinco de julho) com o sistema de carros elétricos compartilhados. Nesta tarde o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT) apresentou os modelos dos veículos (Zhidon EE CL7e80 e BYDe6) e detalhou a utilização e as empresas que patrocinarm e operam o sistema.
Coordenado pela Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos, por meio do Plano de Ações Imediatas de Transporte e Trânsito de Fortaleza (PAITT), o projeto é pioneiro no Brasil e ampliar as ações para uma mobilidade mais sustentável com um novo modo de transporte em Fortaleza, incentivando e consolidando o conceito de compartilhamento na cidade.
O escopo do projeto está alinhado às condições, especificações e normas exigidas pela Lei Federal nº 9.503/1997 do Código de Trânsito Brasileiro e suas alterações, além da Lei Federal nº 12.587/2012 da Política Nacional de Mobilidade Urbana.
Anunciado em janeiro passado para operar a partir de abril, o sistema sofreu um atraso de três meses. Segundo o prefeito para redefinir a empresa que cederia os carros. Inicialmente seria a BMW, mas ela desistiu.Inclusive em janeiro carro exposto era da BMW.Quem ganhou a licitação foram a Zhidon e BYDe6.
Os veículos compartilhados são ecologicamente limpos (100% elétricos) e estão dentro da regulamentação brasileira. Com isso, o novo modelo de transporte vai permitir uma mobilidade urbana mais sustentável, com zero emissão de poluentes e baixa poluição sonora.
Conforme Roberto Cláudio, "a exemplo do que já acontece com as bicicletas compartilhadas do Bicicletar, o novo Sistema de Carros Elétricos Compartilhados de Fortaleza também não trará nenhum ônus para a administração municipal, que será fiscalizadora da iniciativa".
Coordenado pelo Plano de Ações Imediatas de Transporte e Trânsito de Fortaleza  o projeto pioneiro no Brasil vai ampliar as ações para uma mobilidade mais sustentável Para realizar o cadastro online em plataforma a ser lançada em breve, o usuário deverá apresentar carteira de habilitação (CNH), comprovante de residência e pagar a taxa de adesão. Em plataforma online a aplicativo, o usuário poderá reservar qualquer veículo disponível em qualquer uma das estações e retirá-lo dentro de 15 minutos, podendo ainda oferecer e solicitar carona. A tarifação de uso será de um valor fixo acrescido de valor adicional por minuto de viagem. O usuário do sistema poderá dirigir pelo tempo que quiser.
Inicialmente, a definição da área de cobertura do Sistema de Carros Elétricos Compartilhados de Fortaleza deverá seguir os seguintes critérios:
a) preferencialmente, em áreas de considerável densidade populacional e de uso misto do solo, com comércio, residências, lazer, serviços, estudos, cultura, turismo etc;
b) em áreas com extensão suficiente para ter várias origens e destinos de viagens;
c) preferencialmente em áreas próximas à rede dos diversos sistemas de transporte público existentes, tais como Metrô, VLT e ônibus;
d) sempre que possível, próximas a extensos espaços públicos, a parques e a grandes equipamentos culturais, turísticos, educacionais, que funcionem como polo de atração de viagens;
Com isso, a ideia inicial do sistema é disponibilizar, em caráter de piloto, 20 veículos elétricos distribuídos em 12 estações alocadas em pontos estratégicos da cidade: 
  1. Parangaba
  2. Igreja de Fátima
  3. Reitoria-Benfica
  4. Beira Mar
  5. Montese
  6. Jóquei
  7. Abolição
  8. Miguel Dias
  9. Santos Dumont
  10. Barão de Studart
  11. Cidade 2000
  12. Praça Luia Távora. 
  13. Nas próximas etapas, o projeto deverá ser ampliado e a previsão é de que a cidade disponibilize um total de 45 carros elétricos compartilhados distribuídos em 30 estações até o final de 2017.
  14. Os locais previstos para as etapas seguintes serão: Messejana, Porangabuçu, Rodoviária, Montese, Instituto dos Cegos, Dragão do Mar, Aterrinho, Náutico, Assembleia Legislativa, Praça da Imprensa, Jornal O Povo, Avenida Monsenhor Tabosa, Praça Luíza Távora, Varjota, Pátio Dom Luiz, Cocó, Carrefour, Unifor, Avenida Edilson Brasil Soares e Lago Jacarey.

A expectativa da Prefeitura é que seja reduzida a participação dos transportes na emissão de gases de efeito estufa, assim como a poluição sonora em benefício do meio ambiente. O novo sistema vai possibilitar o uso equitativo da cidade e de todos os seus equipamentos e infraestruturas por todos. Dessa forma, vai oferecer uma alternativa inovadora para o deslocamento na cidade, promovendo também benefícios econômicos, sociais e ambientais.
A taxa de adesão é de R$ 40,00 e por cada locação o custo de R$ 20,00 por meia hora.
As tarifas para os minutos adicionais têm valores decrescentes para cada período adicional.
Entre 30 e 60 minutos adicionais o custo é de R$ 0,80 por cada minuto. Entre 60 e 12 minutos, será R$ 0,60; entre 120 e 40 minutos será de R$ 0,50; após 240 minutos o valor será R$ 0,40.
Deste modo, o usuário que utilizar o sistema deverá pagar uma taxa única de R$ 40 no mês. O crédito dará direito a utilizar o carro duas vezes por até 30 minutos cada. A partir da segunda vez no mês, a utilização do sistema custará o valor referente ao tempo de uso.

Jornalistas

Vega cobra

A empresa de ônibus Vega Transportes três meses depois da idosa Maria do Carmo Rocha Feijó, de 65 anos, morrer ao ser atropelada por um carro da empresa no Terminal de passageiros do bairro Parangaba, em Fortaleza, a empresa ingressou na Justiça do Ceará com um processo contra a família de dona Maria do Carmo. A Vega cobra o pagamento dos prejuízos causados ao veículo e com o tempo que o ônibus ficou parado para manutenção.
O filho de dona Maria do Carmo, Fábio Feijó denuncia que a familia não entrou com processo contra a Vega, mas o contrário aconteceu: "A empresa de ônibus entrou com uma ação contra a gente pedindo o pagamento dos dias em que o ônibus ficou parado e com os danos. A empresa mandou uma pessoa, mas passou cerca de cinco minutos e foi mesmo pra dizer que a culpa não era dela. Nós não entramos em nenhuma ação contra a empresa, não queríamos estender essa dor. Então fica esse relato e a reflexão pra saber se isso realmente é justo”, disse Fábio em vídeo no facebook. Conforme Fábio a Vega cobra R$ 3 mil.
A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor), que administra o transporte em Fortaleza, através de nota desconhece o fato. A Vega foi contactado, mas sua assessoria disse que a empresa não iria se pronunciar a respeito do caso.
Em primeiro de março passado, dona Maria do Carmo foi atropelada fora da faixa de pedestre do Terminal da Parangaba. As câmeras do terminal flagraram o atropelamento dona Maria do Carmo, que repercutiu nas redes sociais. A pedestre chegou a ser socorrida e encaminhada em estado grave para o hospital, mas após dez dias internada ela morreu.
Na época, a Vega disse através de nota que dona Maria do Carmo tentava realizar uma travessia entre as plataformas do terminal fora da faixa de pedestre, que o motorista estava na velocidade permitida para dentro do terminal, trafegando com menos de vinte quilômetros por hora e que ainda tentou frear, mas não evitou o acidente. "A sra. Maria do Carmo tentou realizar uma travessia entre as plataformas do terminal fora da faixa de pedestre. ele tentou frear, mas a senhora infelizmente bateu na parte dianteira do veículo. O condutor é capacitado na sua função, tendo realizado diversos treinamentos oferecidos pela empresa, tais como Comportamento e Atitudes Eficazes no Trânsito (Direção Defensiva), Qualificação para Atendimento ao Idoso, Manutenção de Elevadores, Relações Humanas e Trabalho em Equipe etc", disse a nota em março da Vega.
A nota dizia ainda que “O condutor é capacitado na sua função, tendo realizado diversos treinamentos oferecidos pela empresa, tais como Comportamento e Atitudes Eficazes no Trânsito (Direção Defensiva), Qualificação para Atendimento ao Idoso, Manutenção de Elevadores, Relações Humanas e Trabalho em Equipe, etc. A Vega está tomando todas às providências cabíveis e necessárias para atender a todos os envolvidos no lamentável acidente. A empresa disponibilizou todos os recursos para que os familiares recebessem os devidos cuidados”.

Dia C

As cooperativas cearenses estão mobilizadas na maior rede cooperativista de voluntariado do país: o Dia de Cooperar – também chamado Dia C. No primeiro sábado de julho (2/7), os cooperativistas se juntam à equipe do Sistema OCB-SESCOOP/CE* para comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo. O evento de celebração será na Praça do Ferreira, das 7 às 12 horas, com exames de saúde, corte de cabelo, massoterapia, orientação profissional e muito mais.
O presidente do Sistema OCB-SESCOOP/CE*, João Nicédio Alves Nogueira, comemora o engajamento das 32 cooperativas com iniciativas inscritas no Dia de Cooperar em Fortaleza e em cidades do interior. "As cooperativas cearenses, de fato, abraçaram esta campanha e, ao longo do ano, o Sistema OCB vai continuar apoiando essas iniciativas para que se tornem uma atividade constante", declara.
Entre os projetos desenvolvidos estão campanhas para doação de sangue, conscientização para se tornar doador de órgãos, realização de exames médicos em praças públicas, orientações para hábitos saudáveis e conscientização para preservar o meio ambiente. Ao longo do ano, as ações do Dia C são realizadas em 15 cidades do Ceará: Fortaleza, Crateús, Forquilha, Iguatu, Itatira, Itapipoca, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maranguape, Morada Nova, Ocara, Pindoretama, Quixeramobim, Sobral e Trairi.
*Sistema OCB/CE: Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado do Ceará.
TODO DIA É DIA DE COOPERAR
O Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C, nasceu em 2009, em Minas Gerais, e logo ganhou a adesão de cooperativas de todo o país. Com o apoio do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e de suas Unidades Estaduais, o Dia C é um programa de responsabilidade social, promovido pelas cooperativas brasileiras por meio do voluntariado. A grande novidade este ano é que as cooperativas passam a contribuir para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), nova agenda da ONU para acabar com toda forma de tirania, desigualdade e destruição ambiental (saiba mais: nacoesunidas.org). Em todo o país, são mais de 1200 cooperativas mobilizadas nesta grande corrente do bem. Somente em 2015, o Dia C já beneficiou mais de 2,5 milhões de pessoas com projetos que trazem uma verdadeira transformação social para as comunidades.
Serviço: Dia C em Fortaleza
Local: Praça do Ferreira
Data: 2 de julho
Horário: das 7 às 12 horas

Orgulho LGBT II

‪#‎OrgulhoLGBT‬ ‪#‎28DeJunho‬
Hoje é o Dia Internacional do Orgulho LGBT. A data celebra o levante ocorrido em Nova Iorque, em 1969, no bar Stonewall Inn, local de frequência de gays, lésbicas e trans, em que os frequentadores reagiram a uma série de batidas policiais que eram realizadas ali com frequência. A resistência resultou na organização, em 1970, na 1° parada do orgulho LGBT. Hoje, as paradas acontecem em quase todos os países do mundo e em muitas cidades do Brasil ao longo do ano.

Orgulho LGBT

Hoje é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBT. A data tem como principal objetivo de conscientizar a população sobre a importância do combate à homofobia para a construção de uma sociedade livre de preconceitos e da violência contra a comunidade LGBT no Brasil e no mundo. No Ceará, a cada dia que passa muitos LGBT’s são mortos em Fortaleza, entrando para o ranking da capital que mais mata LGBT do Brasil.

Boticário Ferreira para Carlos Oliveira

Marcelo Raulino www.cmfor.ce.gov.br


Foto: André Lima

A Câmara Municipal de Fortaleza realizou nesta segunda-feira (27) no plenário Fausto Arruda, sessão solene para a outorga da Medalha Boticário Ferreira ao Juiz de Direito Dr. Carlos Henrique Garcia de Oliveira. A homenagem teve como propositor o vereador Eulógio Neto (PDT), através de requerimento 0697/2016, aprovado por unanimidade pela Casa Legislativa. No requerimento o parlamentar destaca que a homenagem reconhece ao profissionalismo e a competência do homenageado no exercício da magistratura, bem como pelos relevantes serviços de Justiça prestados à sociedade.

A sessão foi presidida pelo vereador Eulógio Neto, representando o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Salmito Filho (PDT). A mesa foi composta pelas seguintes autoridades: Juiz Francisco Mauro Ribeiro Liberato, 21ª Vara Cível de Justiça do Ceará e membro efetivo do TRE; Juiz Paulo Régis Botelho, da 18ª Vara do Trabalho e o Vereador Heitor Holanda.

Em sua saudação ao homenageado e aos presentes, o vereador Eulógio Neto afirmou que colocar uma pessoa tão rica em conteúdo em tão pouco tempo de discurso não foi tarefa fácil. “Uma noite seria pouco para falar desse homem que respira Justiça. É orgulho homenagear uma pessoa de grande estatura na magistratura como o juiz Carlos Henrique. Por essa razão essa cerimonia está carregada de muito conteúdo. Considerarmos esse digno magistrado, uma pessoa de múltiplas qualidades e de difícil enumerações, embora o requerimento de minha autoria tenha detalhado e comentado seu rico currículo, que tanto engrandece a Justiça cearense e do país”, revelou.

Segundo o vereador, a concessão da honraria é um preito ao Juiz Carlos Henrique por seu talento e enorme mérito como magistrado e por seu grande conhecimento do campo do direito. É também um reconhecimento por sua enorme competência. “Ele é reconhecido em outros estados e até no exterior. Em resumo, ficou difícil colocar para as pessoas a grandiosidade desse homem publico, Por fim, após todas essas honrarias e cursos realizados por ele, seu talento agora é reconhecido também por sua atuação como professor, por seu extenso currículo”

“Como juiz sempre foi um estudioso e sedento de conhecimento. Juiz correto, atento e atualizado para levar justiça aos que mais precisam. Sua vida profissional é uma linha reta, tendo como pilares os valores humanos, morais e o seu caráter. Ele nunca se afastou uma vírgula do seu aprendizado moral”.

“Quero falar de minha emoção de entregar a primeira medalha Boticário Ferreira neste meu mandato. Eu segui o que diz o regimento, de buscar reconhecer a pessoa por suas ações em prol da nossa sociedade. Que o senhor continue com essa missão de buscar uma sociedade mais justa e humana. Obrigado pela oportunidade de homenageá-lo” concluiu.

Após receber a Medalha das mãos do vereador Eulógio Neto, o homenageado, Juiz Carlos Henrique Garcia de Oliveira fez seus agradecimentos. “A grandeza não consiste de receber honrarias, mas de merecê-las, disse Aristóteles. Esse é um momento de especial alegria em minha via. Devemos nos comportar com nossos amigos, como gostaríamos que eles se comportassem conosco. Nesse momento só posso agradecer. Primeiro a Deus, a quem agradeço todos os dias em minhas orações e durante o dia inteiro. Nenhum obstáculo é tão grande quando confiamos em Deus. Rezo o terço em minhas idas e vindas aos locais onde atendo. Esse costume é fruto de minha criação cristã e ensino essa prática aos meus filhos. Agradeço ao vereador Eulógio Neto por indicar meu nome, o que demonstra sua qualidade de identificar o propósito dos profissionais que querem um mundo melhor. Eu atribuo essa honraria, não a mim, mas ao meu trabalho. Atuo na judicatura cearense há 23 anos,” relatou.

“Cada um é feliz em cumprir sua missão. Pois bem, eu estava na missão de juiz de direito do juizado especial na Maraponga, onde tenho a titularidade desde 2007 e preparado para receber várias pessoas, que queriam conhecer nosso trabalho. No final da audiência tive o prazer de receber o vereador Eulógio Neto. Nos julgamentos trabalhamos para que as partes já saiam com a sentença. Ao findar a pauta ele se dirigiu a mim. É um estudioso na área de direito, que eu não conhecia. Com ele me identifiquei por sua simplicidade. Conversamos sobre o trabalho que ele realiza na comunidade e vimos pontos em comum. Logo depois recebi a notícia de que receberia essa homenagem. Por isso nessa noite eu agradeço por essa deferência, principalmente vindo de vossa excelência”, frisou.

Em seguida o homenageado passou a relatar sua ligação com Fortaleza, desde seu nascimento. “Minha trajetória aqui nessa cidade foi marcada pela presença de minha avó. Uma pessoa que ninguém ousava a contestá-la. Firme e correta em sua vida. Vim de uma família de cinco filhos. Nasci na Rua Senador Pompeu, 471, ao lado da imprensa oficial do Ceará, da Cadeia Pública e de tantos prédios históricos. Vivi ali próximo a Rua Castro e Silva, rua bonita de casarios antigos. Depois fui para a 24 de Maio, ali próximo a Praça José de Alencar convivi com minhas tias. Depois fui para o bairro Jacarecanga, ali tínhamos como vizinho Parsifal Barroso, nesse endereço. Meus pais seguiram depois para o longínquo bairro Dionísio Torres. Ali usufruímos a liberdade de brincar a qualquer hora na rua. Tínhamos um grupo de amigos a ‘turma da Embratel’, lá participávamos de jogos de futebol, quadrilhas juninas, tertúlias e outras tantas atividades na década de 80”.

Hoje moro na Aldeota, Rua Tertuliano Potiguara, e a verticalização da cidade tirou um pouco da visão que tínhamos do mar. Mas não podia deixar de citar nas minhas reminiscências, a presença da Praça do Ferreira em nossas vidas, que foi o centro social, político e econômico de nossa cidade. Meus pais tiveram lojas no Centro de Fortaleza e lá vivi grande parte de minha vida”.

“A vida é feita de escolhas, boas e más. Mas delas nós devemos tirar lições. Minha vida como professor foi outra fase de grande aprendizado. Aprendi que não devemos colocar nossas visões como verdades absolutas. Saber o que você precisa pode te livrar de muita coisa ruim. Tive decepções também com pessoas que utilizam o poder para proveito pessoal, mas persistir em acreditar no ser humano”.

“Considero que as homenagens que recebi e recebo hoje são por meu trabalho e não para minha pessoa. No final quero agradecer aos meus familiares presentes, meus irmãos e irmãs, meus filhos, peço que aprendam só o meu lado bom. Minha esposa Shirley meu agradecimento, por sua paciência, dedicação e amor. E no final quero torcer que sempre minhas qualidades superem meus defeitos. Muito obrigado!”

Perfil

O juiz Carlos Henrique Garcia de Oliveira ingressou na magistratura em 1993, quando assumiu, como juiz substituto, a comarca de Ibiapina. Atuou em Independência, Acopiara, Crato e Fortaleza. Atualmente, é titular da 2ª unidade do Juizado Especial, que atende o bairro da Maraponga. É também o juiz coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE).

Carlos Henrique tem doutorando em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL). É mestre em Direito – Ordem Jurídica Constitucional pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Possui graduação em Direito pela Universidade Federal do Ceará (UFC); em História pela Universidade Regional do Cariri (URCA); em Administração de Empresas pela Universidade Estadual do Ceará (UECE). Pós-Graduação com Especialização em Atualização em História do Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL); em Direito e Processo Eleitoral pela Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará (ESMEC); em Direito e Processo Penal pela Universidade Federal do Ceará (UFC); em Direito e Processo Civil pela Universidade Federal do Ceará (UFC); em Direito Público pela Universidade Federal do Ceará (UFC); e em Gerência pela Universidade Estadual do Ceará (UECE).

Tem ainda: Cursos de Mediação Judicial pela University of Columbia (USA); de Direito Comparado Franco Brasilien pela Université du Havre (FR); Curso de Pensamento Político Brasileiro pela Universidade de Brasília (UNB); Curso de Antropologia pela Universidade de Brasília (UNB). Curso de Integração de Competências pela Universidade de São Paulo. (USP). Juiz de Direito. Professor Universitário em Cursos de Graduação e Pós-graduação em Direito da Unifor, Faculdade 7 de Setembro, Universidade Regional do Cariri (URCA). Procurador do Estado (1992-1993), Procurador do Município (1991-1992). Ocupou a vaga aberta em decorrência do término do segundo biênio do juiz Heráclito Vieira de Sousa Neto na Corte de Justiça eleitoral. Foi designado para atuar como juiz auxiliar nas Eleições de 2014.

O cabedal de conhecimentos adquiridos pelos estudos de leis e as suas experiências na área de direito levou-o a exercer o magistério, como Professor Universitário, em Fortaleza, nas disciplinas de Direito Eleitoral e Direito Romano, como Professor Orientador da ESMEC (Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará) para os Cursos de Mediação e Conciliação – Técnicas Autocompositivas de Solução de Conflitos e como Professor Instrutor em algumas instituições nacionais de grande relevo, tais como: Centro de Formação e Capacitação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça); ENAM (Escola Nacional de Mediação e Conciliação) da Secretaria Nacional de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça; ENFAM (Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados) do Superior Tribunal de Justiça; e ENM (Escola Nacional da Magistratura) da Associação dos Magistrados do Brasil

A Medalha

A Medalha Boticário Ferreira foi instituída em 1991 pela Câmara Municipal de Fortaleza para premiar o mérito cívico do cidadão que, em Fortaleza, se distingue pela notoriedade do seu saber, relevantes serviços à coletividade, dedicado à causa do município e exemplo de dedicação ao serviço público da cidade. O nome da comenda homenageia Antônio Rodrigues Ferreira, o Boticário Ferreira, político que se destacou como bom administrador quando exerceu o cargo de prefeito de Fortaleza (1843-1859).

Museu da Fotografia de Fortaleza comemora 8 anos

Já são oito anos desde a inauguração do Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), em 10/3/2017. O espaço foi criado com a missão de democratizar ...