sexta-feira, novembro 16

129 anos da República Federativa Brasileira-IX


"Em 15 de novembro de 1889, a monarquia no Brasil perde todo seu Poder Político e dá lugar à 
República. Mas afinal, o que mudaria a partir dessa data? 
A República é uma palavra que descreve uma forma de governo em que o Chefe de Estado é eleito 
pelos representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos, e exerce a sua função durante um t
empo limitado. Então, após 20 anos de um Brasil liderado por reis, agora a própria população se 
envolveria nos assuntos políticos nacionais. 
Desde então, o País sofreu diversas modificações. Os dois primeiros presidentes foram militares, 
Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, ambos marechais, escolhidos pelo voto indireto. Afinal, no i
nício do Século XX, eram as oligarquias estaduais e os coronéis que dominavam o cenário político. 
O voto não era obrigatório, mas praticamente ninguém tinha direito a ele. Como por exemplo, as 
mulheres, analfabetos e mendigos. Por volta de 1930 após muita luta, as mulheres conquistaram seu 
espaço na política nacional, garantindo seu direito de voto. 
A década de 1960 foi marcada com diversos conflitos, o militarismo tomava o Governo Nacional, 
instalando a Ditadura. A partir dai, foram 21 anos de Ditadura Militar, com cinco presidentes 
militares, um vice-presidente civil impedido de tomar posse e uma junta provisória, formada por 
militares, que governou por 60 dias. O Brasil já não era mais o mesmo. 
Por volta de 1980, a Democracia volta a florescer com movimentos populacionais, mas é marcado 
por grandes problemas econômicos ocasionados ainda pelas heranças ditatoriais. Na década de 1990, 
Fernando Collor, descendente de uma rica família de políticos e empresários, sofreu a pressão das 
ruas no movimento chamado Caras Pintadas, que pedia a saída do então presidente. Em 1992, a 
Câmara dos Deputados decidiu afastar Collor do Poder. Três meses depois, antes mesmo de ser 
julgado, Collor renunciou. Logo após, o governo de Itamar Franco ficou marcado pelo Plano Real, 
que tinha como objetivo enfrentar a inflação. Durante a transição do Cruzeiro para o Real, foi 
utilizada a Unidade Real de Valor (URV). 
Fernando Henrique Cardoso (FHC) , presidente por dois mandatos consecutivos, de 1995 a 1998 e de 
1999 a 2002 marcou o seu governo pela manutenção da estabilidade econômica com a c
onsolidação do Plano Real, iniciado pelo presidente Itamar Franco. Além disso, participou da R
eforma do Estado Brasileiro, com a privatização de empresas estatais, a criação das agências r
egulatórias e a mudança da legislação que rege o funcionalismo público. FHC, como ficou 
conhecido, também introduziu programas de transferência de renda como por exemplo o Bolsa 
Escola. 
Em 2003, Luiz Inácio Lula da Silva é eleito presidente do brasil. Seu primeiro mandato, foi 
marcado por crescimento econômico, porém, houveram também diversos escândalos de corrupção, 
como o Mensalão. Além disso, Lula realizou ações nas áreas sociais, ampliando os programas de di
stribuição de renda. Em seguida, Dilma Rousseff, assume em 2012 a Presidência do Brasil. É r
eeleita em 2016, mas permanece apenas um ano e 243 dias até sofrer Impeachment. Logo em 
seguida, o vice, Michel Temer, assume a Presidência do País. 
Em primeiro de janeiro de 2019, inicia-se uma nova jornada com Jair Bolsonaro assumindo a Presidência do 
País, após uma eleição desgastante com dois turnos entre Bolsonaro e Fernando Haddad, o Brasil se
 dividiu em dois pólos e talvez ainda leve-se um tempo para que tudo se acalme. 
Hoje, em 15 de Novembro de 2018, comemora-se 129 anos da Proclamação da República do Brasil. 
Não se imaginava aonde chegaríamos e é impossível prever o que virá pela frente. A Política 
sempre se manterá assim, em constante transformação". 
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Cibele dos Santos Silva.

129 anos da República Federativa Brasileira-VIII



"O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, que significa que as funções de chefe de Estado e de chefe de Governo são exercidas pelo presidente, escolhido pelo povo. Também somos uma federação, um grupo de Territórios (Estados) onde cada um tem um governo autônomo, com leis próprias, mas que devem estar de acordo com o que diz a Constituição Federal, a lei máxima do país. 
Na República Federativa do Brasil o chefe de Estado também constitui o poder executivo federal, isto é, é quem administra o País, juntamente com o vice-presidente e os ministros. O presidente da República é eleito para um mandato de quatro anos com a possibilidade de ser reeleito para mais um mandato consecutivo. O Brasil é uma república federativa presidencialista, que significa que as funções de chefe de Estado e de chefe de Governo são exercidas pelo presidente, escolhido pelo povo. Também somos uma federação, um grupo de territórios (estados) onde cada um tem um governo autônomo, com leis próprias, mas que devem estar de acordo com o que diz a Constituição Federal, a lei máxima do país. 
Na República Federativa do Brasil o chefe de Estado também constitui o poder executivo federal, isto é, é quem administra o país, juntamente com o vice-presidente e os ministros. O presidente da República é eleito para um mandato de quatro anos com a possibilidade de ser reeleito para mais um mandato consecutivo. 
A evolução da República no Brasil - 
O Brasil atualmente está na quinta república. Desde a proclamação até os dias de hoje se passaram mais de 125 anos, e durante esse período tivemos seis constituições, quarenta presidentes e dois períodos ditatoriais. 
Como aconteceu a Proclamação da República - 
O Brasil se tornou uma república no dia 15 de novembro de 1889, quando o Marechal Deodoro da Fonseca liderou o movimento militar que deu fim à monarquia e estabeleceu a república federativa presidencialista como forma de Governo. 
O movimento exigia a abdicação de Dom Pedro II, imperador do Brasil na época, e a saída de toda a Família Real do país. O Marechal Deodoro da Fonseca foi instituído o primeiro presidente do Brasil e estabeleceu um governo republicano provisório no próprio dia 15 de novembro. 
República Velha (1889-1930) - 
A República Velha é o período que começa com a proclamação e vai até a Revolução de 1930. É o início do processo de instauração da república no Brasil, e é dividido em duas fases, a República da Espada e a República Oligárquica. 
A República da Espada teve início com a proclamação em 1889 e terminou em 1894, com a saída do então presidente Floriano Peixoto. Ficou marcada pelo poder militar, com o governo formado por oficiais do exército, e pela elaboração de uma nova constituição, promulgada em 24 de fevereiro de 1891. 
A fase da República Oligárquica começou com a saída de Floriano Peixoto e a vitória de Prudente de Morais, o primeiro presidente civil eleito e terminou com a Revolução de 1930. Esse período foi dominado pela oligarquia paulista, mineira e gaúcha. Ficou conhecido como a política do café-com-leite, por unir a aristocracia cafeeira de São Paulo e a leiteira de Minas Gerais, que também produzia café.
A presidência nesse período alternava entre os políticos paulistas e mineiros, e foi influenciado pelo coronelismo, pelo voto de cabresto e pela troca de favores entre fazendeiros, conhecida como política dos governadores. 
República Nova ou Era Vargas (1930-1945) - 
A República Nova começa com a Revolução de 1930, que depôs o presidente Washington Luís e através de um golpe impediu que o presidente eleito Júlio Prestes tomasse posse. Quem assumiu o governo foi o gaúcho Getúlio Vargas, apoiado pelo Governo Mineiro. 
Foi com a posse de Getúlio Vargas que começou a Era Vargas, período de 15 anos em que ficou no poder, até 1945. Nessa fase foi promulgada uma nova constituição, a de 1934, e três anos depois instituído o Estado Novo, um período da ditatorial no Brasil, quem também elaborou uma nova constituição em 1937. O fim da república nova se deu com um golpe, que depôs Getúlio Vargas. 
Foi durante a Era Vargas que os trabalhadores passaram a ter garantias como o salário mínimo, direito a férias remuneradas e posteriormente o 13º salário, através da criação da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Também foi com Getúlio Vargas que ficou instituído o voto secreto e o voto feminino no país. 
República Populista (1945-1964) - 
Após o golpe que deu fim ao Estado Novo foram realizadas novas eleições, a qual deu a vitória ao general Eurico Gaspar Dutra, que governou de 1946 a 1951. Neste período foi promulgada a Constituição de 1946, que trouxe de volta os direitos da constituição de 1934 que foram retirados na de 1938 com o Estado Novo. 
Foi nesse período que o País investiu mais na indústria o que enfraqueceu o setor agrário que era privilegiado anteriormente. A capital do Brasil saiu do Rio de Janeiro e foi transferida para Brasília no governo de Juscelino Kubitschek, que ficou conhecido pelas obras grandiosas. 
A República Populista terminou com outro golpe militar que destituiu o então presidente João Goulart e instaurou o Ato Institucional nº 5, que concedia muitos poderes aos militares e deu início a ditadura militar, período que foi de 1964 até 1985. 
Nova República (1985 até 2018) - 
Os 21 anos de ditadura militar acabaram com o movimento Diretas Já, que levou a população às ruas com um pedido de eleições diretas para presidente. 
As novas eleições foram realizadas em 1985, e apesar de indiretas (através de um colégio eleitoral), levou Tancredo Neves à vitória. O presidente eleito faleceu antes de tomar posse do cargo e foi substituído pelo seu vice, José Sarney. 
O País Pós-Ditadura teve que passar por uma redemocratização e com isso promulgou uma nova constituição, a Constituição Federal de 1988, que está em vigor até hoje. 
Com a nova república a liberdade social foi restabelecida, o pluripartidarismo foi retomado, e novas eleições foram realizadas em 1990. Foi um período marcado pelo combate à inflação e a busca pela estabilização da Economia. Além disso, laços com outros países foram fortalecidos, e o Brasil passou a ser mais influente no cenário externo". 
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Daianne Freire.

129 anos da República Federativa Brasileira-VII


"Nesta quinta-feira (15), feriado da Proclamação da República, a cidade de Marechal Deodoro se torna a capital do Estado. Hoje é comemorado 129 anos que o Brasil se transformou em uma República Federativa, proclamada por Manuel Deodoro da Fonseca.

Para comemorar a data, foi realizada a transferência da sede do Governo de Alagoas para Marechal Deodoro, além de desfile militar e das filarmônicas.
A programação começou, às nove da manhã, com a chegada do governador de Alagoas, em exercício, Luciano Barbosa. Em seguida, aconteceu o depósito da coroa de flores no busto de Marechal Deodoro e hasteamento dos pavilhões.
Depois da nove e meia foi realizado o rito de transmissão da sede do Governo do Estado para Marechal Deodoro, no Salão de Despachos do Palácio Provincial. A programação foi encerrada com Desfile Militar e das Filarmônicas do Município, seguido do cortejo até a Casa de Marechal.
Confira a programação 
9 horas - Chegada do governador Luciano Barbosa
9h15 – Depósito da Coroa de Flores no Busto de Deodoro
9h20 – Hasteamento dos Pavilhões
9h30 – Rito de Transmissão da Sede do Governo
10 horas – Desfile Militar e das Filarmônicas
10h30 – Cortejo até a Casa de Marechal Deodoro".
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Agmar Soares.

129 anos da República Federativa Brasileira-VI


"Neste 15 de Novembro é comemorado os 129 anos da Proclamação da República. Em 1889, Marechal Deodoro da Fonseca, apoiado pelos republicanos, assinou o manifesto promulgando a “República no Brasil” e introduziu um governo provisório. Tornou-se o primeiro presidente brasileiro. É importante ressaltar que as medidas autoritárias de Deodoro deixaram alguns grupos políticos do Brasil em alerta. Sendo assim, eles se mobilizaram para redigir uma nova Constituição para o País. 
Foi realizada uma Assembleia Constituinte e cinco pessoas foram indicadas como responsáveis pelo texto do documento. A nova Constituição foi admitida em 24 de fevereiro de 1891 e substituiu a anterior, de 1824, do período da Monarquia. Os pontos essenciais dela eram: a decretação do republicanismo como forma de governo do Brasil; o chefe máximo do Executivo seria o presidente escolhido em eleições livres, diretas e cumpriria um mandato de 04 anos; foram determinados os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário; para o sistema eleitoral brasileiro, foi decidido o sufrágio universal masculino para maiores de 21 anos alfabetizados. Mulheres, analfabetos e soldados rasos não tinham autorização para votar. Diversas transformações foram implantadas no país. 
Eleições indiretas foram feitas, após a promulgação da nova Constituição, confirmando Deodoro da Fonseca como presidente brasileiro e Floriano Peixoto como seu vice, em fevereiro de 1891. A atual Constituição Federal, decretada em 5 de outubro de 1988, é a sétima na história do Brasil e uma das que mais tempo está em vigor. 
Durante todo esse tempo, em 129 anos de República, o Brasil teve até hoje 37 governantes. Foram eles: Marechal Deodoro da Fonseca, Marechal Floriano Peixoto, Prudente de Moraes, Campos Sales, Rodrigues Alves (em dois mandatos), Affonso Penna, Nilo Peçanha, Delfim Moreira, Marechal Hermes da Fonseca, Venceslau Brás, Epitácio Pessoa, Arthur Bernardes, Washington Luís, Getúlio Vargas, José Linhares, Marechal Gaspar Dutra, Café Filho, Carlos Luz, Nereu Ramos, Juscelino Kubitschek, Jânio Quadros, Ranieri Mazzilli, João Goulart, Castelo Branco, Costa e Silva, Garrastazu Medici, Ernesto Geisel, João Figueiredo, José Sarney, Fernando Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso (por dois mandatos), Luís Inácio Lula da Silva (por dois mandatos), Dilma Vana Rousseff (por dois mandatos), Michel Temer e o mais recente eleito, Jair Bolsonaro. 

Bolsonaro (PSL), que é capitão reformado do Exército, é o terceiro militar a vencer a Presidência da República nas urnas. Antes dele, os militares que governaram o país escolhidos pelo voto popular foram Hermes da Fonseca (1910-1914) e Eurico Gaspar Dutra (1946-1950)".
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Rochelle Bayma.



129 anos da República Federativa Brasileira-V


"A História da Era Presidencialista no Brasil começa em 15 de novembro de 1889, quando foi proclamada República pelo marechal Manuel Deodoro da Fonseca, que pôs fim ao Período Imperial.
Assim, o presidencialismo foi estabelecido de fato na Constituição de 1891. Desde então, ele passou por mudanças profundas, ocasionadas por conflitos políticos, revoltas regionais civis, rebeliões militares e inquietação econômica decorrente da grave crise financeira mundial de 1929.
A Revolução de 1930 deu início ao “presidencialismo forte” de Getúlio Vargas, que se prolongou até 1945. Nas duas décadas seguintes, o presidencialismo pautou-se pela Constituição de 1946, com voto direto e popular.
O golpe militar de 1964 interrompeu o ciclo, substituído pela presidência dos generais, que se revezaram no poder pelo voto indireto do Congresso, transformado em colégio eleitoral. Com a Constituição de 1988, o presidencialismo recuperou características próximas às do sistema estadunidense, com o fortalecimento do Legislativo e do Judiciário.
Confira a trajetória politica do Brasil, e um resumo da particularidade de cada governante.
A escolha do primeiro presidente brasileiro se deu de forma indireta. A Constituição elaborada para a República, datada de 1891, previa que o poder Legislativo fosse escolhido pelo povo e este escolheria o chefe do Executivo. Foi escolhido, então o próprio Deodoro da Fonseca para governar o Brasil por três anos.
Logo depois, veio o governo de Prudente de Moraes (1894/1898), dando início à República Velha, com a oligarquia do café de São Paulo dominando o cenário político. Foi no governo de Prudente de Moraes que ocorreu, ainda a Guerra de Canudos, o que desgastou a imagem de seu mandato.
Em seguida, assumiu o presidente Campos Salles (1898/1902), que levou a cabo a política dos governadores, que era a intensificação das relações entre o presidente e os governos estaduais através da troca de favores em busca da neutralização da oposição no Congresso. No seu governo também se consolidou a política do café-com-leite, ou seja, alternavam-se no poder presidentes indicados de São Paulo ou Minas Gerais. Por meio dessa manipulação, tomaram posse Rodrigues Alves(1902/1906), Afonso Pena (1906/1909) e Nilo Peçanha (1909/1910).
No período compreendido entre 1910 e o fim da 1ª Guerra Mundial ocorreram os primeiros abalos do regime, a partir de cisões em várias oligarquias estaduais, durante a presidência do marechal Hermes da Fonseca, tendo o seu quatriênio se caraterizado como um dos mais violentos e agitados da República Velha. De 1914 a 1918, tivemos o Governo de Venceslau Brás, que coincidiu com o fim e o começo da 1ª Guerra Mundial.
Em 1918, Rodrigues Alves foi eleito novamente mas, doente não chegou a tomar posse. Seu vice Delfim Moreira assumiu provisoriamente o cargo até que Epitácio Pessoa foi eleito em 1919 e governou até 1922. Seu sucessor foi Artur Bernardes, com um mandato bastante agitado. Ele enfrentou revoltas militares, como o Movimento Tenentista, que teve sua maior expressão na Coluna Prestes. Além disso, foi em seu governo que se deu a contestadora Semana de Arte Moderna de 22
Washington Luís assumiu logo em seguida, em 1926, e foi em seu governo que a política do café-com-leite começou a ruir. Minas foi preterida na alternância dos presidentes e rompeu com a oligarquia paulista, alinhando-se ao Rio Grande do Sul e Paraíba. Na área econômica, Washington Luís teve de enfrentar a crise de 1929, quando houve uma quebradeira na economia do mundo todo.
O racha entre Minas e São Paulo originou a Aliança Nacional Liberal, que lançou o gaúcho Getúlio Vargas como candidato à presidência. Nas eleições, porém, quem ganhou foi Júlio Prestes, que não tomou posse porque foi impedido pelo movimento revolucionário de 1930. O estopim para a eclosão da revolução foi o assassinato do vice de Getúlio, João Pessoa. Com isso, Getúlio Vargas assumiu a presidência.
Em 24 de outubro de 1930, os militares depuseram o Presidente Washington Luís, que partiu para o exílio. Uma Junta Militar, formada pelos Generais Tasso Fragoso e Mena Barreto e pelo almirante Isaías de Noronha, assumiu o poder até três de novembro, quando Vargas tomou posse como Presidente provisório do Brasil e nomeou seu ministério, exercendo funções dos poderes Executivo e Legislativo.
A Revolução de 1930 terminava vitoriosa, acabando com o domínio absoluto das oligarquias e encerrando a Primeira República. Após assumir a presidência em três de novembro de 1930, Getúlio Vargas, na chefia de um Governo Provisório, suspendeu a constituição de 1891, dissolveu o Congresso Nacional e as Assembleias Estaduais e substitui os governadores por interventores federais, por ele nomeados e com maioria oriundos do Movimento Tenentista, o que deu um caráter revolucionário ao Governo. Aprovada a Constituição de 1934, Getúlio Vargas foi eleito e empossado para governar até 1938. Porém, através de um golpe de estado, em 1937, interrompeu a legalidade constitucional e estabeleceu a ditadura, à qual chegou fortalecido politicamente.
Com apoio incondicional dos militares, Getúlio Vargas, sob alegação de que o País estava na iminência de ser controlado pelos comunistas, conseguiu a decretação no Congresso do 'estado de guerra' e em 10 de novembro de 1937 desfechou o golpe, aceito de maneira submissa, sem resistência.
O Estado Novo - O Congresso foi fechado e Getúlio fez um pronunciamento pelo rádio, anunciando o 'nascer da nova era' e outorgando uma nova Constituição, previamente elaborada e de cunho nitidamente autoritário e fascista. Era, na verdade, o início da ditadura, que perdurou até 1945, período intitulado de Estado Novo, com um regime de governo que funcionou sem qualquer instituição parlamentar em atividade. Vargas desenvolveu uma política tipicamente populista, relacionando-se com os trabalhadores, concedendo-lhe diversos benefícios, como o salário mínimo, e decretando a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No entanto, Vargas começou a perder os apoios que o levaram ao poder, principalmente dos militares, que o destituíram do poder e estabeleceram novas eleições.
Em dois de dezembro de 1945, o general Gaspar Dutra elegeu-se presidente, com 55% do total dos votos. O governo Dutra (1946/1951) foi, na realidade, um período de transição e acomodação entre o regime capitalista ditatorial do Estado Novo e a democracia liberal burguesa. Foi sob esse clima que se procedeu à campanha eleitoral de 1950. Getúlio Vargas ganhou as eleições com 48,7% dos votos, contra 29,7% e 21,5% atribuídos a Eduardo Gomes e Cristiano Machado, respectivamente. Empossado em 31 de janeiro de 1951, Getúlio Vargas desenvolveu, entre 1952 e 1953, uma das maiores campanhas de opinião pública ocorridas no Brasil, em prol da criação da Petrobrás - que foi amplamente debatida e aprovada pelo Congresso Nacional - em outubro de 1953. A partir daí, os conservadores iniciaram uma poderosa ofensiva contra Getúlio, liderada pelo jornalista Carlos Lacerda, dono do jornal Tribuna da Imprensa. Na madrugada de 5 de agosto de 1954, Lacerda sofreu um atentado no qual morreu o Major da Aeronáutica Rubens Vaz, que fazia da segurança pessoal do jornalista, composta por oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB).
O inquérito apontou Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal do Presidente, como o mandante do crime, fazendo com que a campanha contra Getúlio exigisse sua renúncia. Abandonado pelos políticos, sem apoio militar e pressionado por todos, Getúlio Vargas suicidou-se na madrugada de 24 de agosto de 1954, com um tiro no coração, no palácio do Catete, deixando a famosa carta-testamento, denunciando os grupos nacionais e estrangeiros que combatiam a política nacionalista. O vice-presidente Café Filho assumiu no mesmo dia da morte de Getúlio Vargas.
Juscelino Kubitschek venceu as eleições de três de outubro de 1955. Juscelino desenvolveu de 1956 a 1961 um governo empreendedor, tendo apoio absoluto. O Plano de Metas (50 anos em cinco) pôde ser cumprido quase que integralmente, com grandes realizações nos campos da siderurgia, metalurgia, indústria automobilística, construção naval, usinas hidrelétricas e rodovias, e coroado pela construção de Brasília, a nova capital brasileira.
A Ditadura Militar - Logo depois, Jânio Quadros venceu as eleições para a sucessão de Juscelino, mas renunciou, passando o cargo a seu vice, João Goulart. Os militares viam o governo de Jango como um alinhamento ao comunismo, uma vez que seu papel no governo de Jânio era de reaproximação com países ícones da esquerda. Com isso houve diversas tentativas de não deixar João Goulart tomar posse. Até que, em 1964, os militares armaram um golpe e tomaram o poder, para conter o 'perigo vermelho', em alusão ao Comunismo.
Seguiu-se, então, uma série de presidentes nomeados pelos militares, instaurando-se a ditadura militar. O marechal Castelo Branco governou de 1964 a 1967, quando foi substituído por Costa e Silva. Nesses dois mandatos, foram decretados os conhecidos Atos Institucionais, que foram retirando os direitos de liberdade dos cidadãos para consolidar a ditadura. O mais rígido dos Atos foi o AI-5, que caracterizou um golpe dentro do próprio golpe, restringindo de vez a participação do povo na política. Tomou o poder o general Emílio Garrastazu Médici (1969/1974), que teve em seu governo o período de maior repressão. Foi também no governo Médici que se deu o 'milagre econômico'. Depois, assumiu a presidência o general Ernesto Geisel (1974/1979), que foi o responsável pela abertura lenta, gradual e segura. Finalizando o período militar, governou o país João Batista Figueiredo com o mandato mais longo da história (1979/1985). Figueiredo foi, também, uma figura ímpar na política brasileira por dar declarações polêmicas que mostravam sua inabilidade para exercer o cargo. No seu governo foi aprovada, ainda a Lei de Anistia, que perdoou todos os crimes políticos.
Redemocratização - Em 1984 começou a campanha das Diretas-Já, que exigia eleições direta para presidente mas que não foi aprovada no Congresso. A fase da redemocratização teve o seu início com a eleição indireta de Tancredo Neves para a Presidência da República. Tancredo, no entanto, morreu antes de tomar posse, assumindo em seu lugar o vice José Sarney. Durante o seu governo, Sarney acabou de vez com a censura à imprensa, ampliou o pluripartidarismo e legalizou plenamente o sindicalismo e as grandes centrais sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT). Foram legalizados, também, os partidos de esquerda tradicionais, como o PCB e o PCdoB, surgindo novos partidos, como o PSDB.
O Governo Sarney teve o grande mérito de consolidar o período de transição democrática, assegurando a campanha eleitoral e as eleições presidenciais de 1989, quando, pela primeira vez, em 29 anos, o Presidente da República seria eleito diretamente pelo povo.
Em 1989, após quase 30 anos, o povo escolheu em eleições diretas o presidente da República, tendo sido eleito Fernando Collor de Melo, que assumiu em 1990 e foi afastado do governo dois anos depois, com um inédito processo de impeachment, conduzido pelo Congresso Nacional. O vice Itamar Franco assumiu a Presidência até 1994, quando ocorreram novas e democráticas eleições que culminaram com a vitória do senador da República Fernando Henrique Cardoso, que assumiu a presidência em 1995.
O Governo Luiz Inácio Lula da Silva (20032011) corresponde ao período da história política brasileira que se inicia com a posse de Luiz Inácio Lula da Silva à presidência, em primeiro de janeiro de 2003, em sua quarta candidatura para este cargo e após derrotar o candidato do PSDB José Serra, com 61,27% dos votos válidos, em segundo turno. Lula foi o primeiro ex-operário a se tornar presidente do Brasil, governou o país em dois mandatos (2003 até 2006, e de 2007 até 2011). Em outubro de 2006, Lula se reelegeu para a presidência, derrotando no segundo turno o candidato do PSDB Geraldo Alckmin, obtendo mais de 60% dos votos válidos contra 39,17% de seu adversário. Sua estada na presidência foi concluída em 31 de dezembro de 2010.
O Governo Lula terminou com aprovação recorde da população, com número superior a 80% de avaliação positiva. Teve como principais marcas a manutenção da estabilidade econômica, a retomada do crescimento do País e a redução da pobreza e da desigualdade social.
O governo Lula registrou crescimento de 32,62% do Produto Interno Bruto-PIB (média de 4%) e 23,05% da renda per capita (média de 2,8%). Lula assumiu com a inflação em 12,53% e entregou a 5,90%. 
Dilma Vana Rousseff nasceu em Belo Horizonte (MG), em 14 de dezembro de 1947. Iniciou a atividade política em grupo de Oposição ao Regime Militar, aos 17 anos de idade. Entre 1970 e 1972, esteve encarcerada em São Paulo por ser considerada subversiva pelo regime militar. Em 1973, mudou-se para Porto Alegre, e ingressou na faculdade de Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1979, participou da campanha pela anistia dos presos políticos e fundou o Partido Democrático Trabalhista (PDT), no Rio Grande do Sul.
Dilma atuou como secretária da Fazenda (1986-1988), e secretária de Energia, Minas e Comunicação do Rio Grande do Sul (1993 e 1998). No ano de 1998 ingressou no curso de Doutorado em Economia na Universidade Estadual de Campinas, no entanto, não o concluiu por conta das atividades políticas. Já filiada ao Partido dos Trabalhadores, tornou-se ministra de Minas e Energia (2003 a 2005), e depois ministra da Casa Civil (2005-2010). Em 2010, concorreu às eleições presidenciais e venceu o pleito com mais de 56% dos votos válidos, ficou em segundo lugar o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), José Serra. Dilma Rousseff foi a primeira mulher no Brasil a tornar-se presidente da República.
O governo Michel Temer começou 12 de maio de 2016, quando o vice-presidente da República, Michel Temer, assumiu interinamente o cargo de presidente da República, após o afastamento temporário da presidente Dilma Rousseff, em consequência da aceitação do processo de impeachment pelo Senado Federal. Concluído o processo, no dia 31 de agosto do mesmo ano, Temer assumiu o posto de forma definitiva.
Em 28 de outubro de 2018, Jair Messias Bolsonaro foi eleito presidente com 55,1% dos votos. Depois de sete mandatos como deputado federal, Bolsonaro, ou o "Mito", como seus seguidores gostam de chamá-lo, ganhou a eleição ao embalar-se como novo e colocar-se como o candidato que vai enfrentar o velho sistema político. Nos anseios de seu eleitor, com sede de mudança e cansado de um sistema político que se desgastou com casos de corrupção, o militar é o melhor nome para dar um jeito no país.
O cansaço contra a Corrupção, o desgaste da política tradicional, a descrença de grande parte da população no PT, partido derrotado no segundo turno, o desejo de ordem e valorização da família são alguns dos ingredientes que provavelmente em algum momento passaram cabeça dos eleitores de Bolsonaro.
Escolhido pelo povo, o capitão da reserva do Exército vai assumir a partir de janeiro um país em crise econômica, com as contas públicas no vermelho, quase 13 milhões de desempregados, PIB com previsão de crescimento de apenas 1,4%, e com elevados índices de violência.
Algumas declarações suas e de seus aliados sobre o tratamento a instituições da Justiça, à imprensa e a direitos dos cidadãos durante a campanha levaram a reações de críticos seus sobre possíveis ameaças à democracia, como presidente da República e diante da missão de governar para todos, Bolsonaro também precisará abrir diálogo com o Congresso Nacional e com o Judiciário. Nos últimos dias de campanha, Bolsonaro tentou moderar o discurso sobre propostas consideradas mais polêmicas e prometeu respeitar a Constituição e preservar os direitos dos cidadãos".
Estudante de Práticas de Jornalismo Multímidia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Lucas Lopes.

129 anos da República Federativa Brasileira-IV


"
Tudo começou com uma estrutura de Estado que foi implementada em 1824, que para a época significou um grande avanço, já que já existia 30 a 40 anos de revolução francesa, revolução norte-americana. A partir daí a República brasileira foi instalada pelas mãos de militares em 1889, tendo à frente o marechal alagoano Deodoro da Fonseca. 
Anteriormente no século 19, através da estrutura de estabilidade, o Império tinha a função de harmonização dos poderes, e interferência quando necessário. O Brasil então, nasceu com essa função. Onde se dá a chamada Monarquia. Sendo que a partir daí foi desbancado uma série de mitos, como primeiro mito, de que existia um ditadura, porém, existia uma série de estado de direito de que quem manda é o sistema, com diferentes agentes, alguns comandado por sistemas democráticos, como por exemplo, o voto; outros são validados por nomeação, e o outro poder era o moderador hereditário, através de herança. 
Hoje em dia, só é aceitado o voto, um sistema exclusivamente democrático. No ciclo histórico, ainda está sub judice, pois no momento atual nós aceitamos o voto como o melhor modelo para legitimar o poder. Onde ainda acredita-se que há resquícios da monarquia. O que significa o pleito monárquico atual, onde tem mais haver com uma estrutura de Estado, estrutura de organização de poderes de Estado; o que traz o sucesso das monarquias atuais, nos últimos quase 200 anos, é que evoluímos uma estrutura de poder que afere muita estabilidade, e outro componente que é a legitimidade popular. Isso significa quase uma legitimidade Republicana.
Atualmente no Brasil, existe um excesso de poder político e econômico na mão do Estado ou de agentes econômicos. No entanto, não há como ter um sistema político instável pois torna-se difícil acumular patrimônios, pois fica em risca com mudanças de governo. É onde se encontra o risco de ter alterações de poder, mudanças bruscas de viés político, oligárquicos; e isso pode fazer com que não haja prosperidade, pois é necessário tempo de estabilidade para gerar riquezas e de fato faça diferença em toda camada da sociedade. Nos vemos diante de planos mirabolantes, porém é necessário plano natural, gradual e sendo a partir da sociedade, para haver mudança no Brasil.
No entanto, dizer que a proclamação foi um golpe não significa defender a continuação do Império, mas reconhecer que os direitos da grande maioria do povo não são conquistados com uma mudança de regime, visto que a República que surgiu contou com diversos movimentos populares".
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Taynara Pereira Lima.

129 anos da Republica Federativa do Brasil-III


"No final da década de 1880, a Monarquia Brasileira estava numa situação de crise, pois representava uma forma de governo que não correspondia mais às mudanças sociais em processo. Fazia-se necessário a implantação de uma nova forma de governo, que fosse capaz de fazer o país progredir e avançar nas questões políticas, econômicas e sociais. No dia 15 de Novembro de 1889, aconteceu a proclamação que transformou o Brasil em um País de Regime Republicano.
Antes disso, nosso país era um império organizado a partir do rompimento dos laços coloniais com Portugal. A Proclamação Republicana foi resultado da ação de um grupo de militares, que se colocou contra o governo imperial que era liderado por Dom Pedro II. Além disso, havia uma grande oposição ao governo imperial por conta do trabalho escravo. Contudo, esse mesmo regime era mantido pelo governo imperial. Com isso, muitos defensores do fim da escravidão também se transformaram em críticos do governo de Dom Pedro II. Então no dia 15 de Novembro, Marechal Deodoro da Fonseca, com o apoio dos republicanos, demitiu o Conselho de Ministros e seu presidente. Na noite deste mesmo dia, o marechal assinou o manifesto proclamando a República no Brasil e instalando um Governo Provisório. A partir daquele momento, dava-se início a um novo tipo de Governo Político em nossa História.
Deodoro assumiu entre 15 de novembro de 1889 e 24 de fevereiro de 1891. Como presidente, o recordista promoveu medidas importantes para a Nação, regulamentou o casamento civil, separou a igreja do estado, estabeleceu normas para o uso de símbolos nacionais como selos, hino, bandeira e armas. O presidente já não contava mais com o apoio político e sofria pressão para deixar o cargo. Assim, em 23 de novembro de 1891, marechal Deodoro renunciou ao poder e se aposentou no Exército Brasileiro. 
Em 1930, Júlio Prestes, do Partido Republicano Paulista, foi eleito presidente, mas não assumiu. Entre três e 24 de outubro daquele ano, ocorreu a Revolução de 1930, que depôs Washington Luís e impediu a posse do sucessor, levando ao poder o político gaúcho que ficou 15 anos no poder. Getúlio Vargas foi o responsável pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas também foi, a partir de 1937, um ditador, no período conhecido como Estado Novo. 
Desde 1990, o Brasil teve seis presidentes. De 2003 a 2011 o presidente foi Lula, do Partido dos Trabalhadores. O seu governo, especialmente o primeiro mandato, foi marcado por crescimento econômico e, entretanto, teve também escândalos de corrupção, como o Mensalão. Realizou ações nas áreas sociais, ampliando os programas de distribuição de renda. Dilma Rousseff, também do PT, assumiu em 2012 e, novamente, em 2016, mas ficou apenas um ano e 243 dias até sofrer impeachment. O vice Michel Temer (MDB) assumiu e vai entregar a faixa, no dia primeiro de janeiro de 2019, ao presidente eleito, o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL).
Em um pronunciamento em comemoração aos 129 anos da Proclamação da República, o presidente Michel Temer defendeu, que a partir do ano que vem, quando o presidente eleito Jair Bolsonaro assumir o cargo, que se trabalhe pela manutenção de um país "unido e pacificado". O emedebista afirmou ainda que torce pelo sucesso da gestão de Bolsonaro e reforçou a força das instituições democráticas".
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estádio do Ceará, Elizabeth Mendes.

129 anos da República Federativa do Brasil-II



"A Proclamação da República ocorrida em 1889, segundo historiadores,
aconteceu de forma tranquila, entretanto, os anos seguintes foram de
incertezas. Os militares tiveram bastante influência nos primeiros anos da República, mas não eram os únicos a disputar o poder. Dois anos depois, em 1891, foi promulgada a primeira constituição do período.
O feriado de 15 de Novembro comemora a data que completa, na quinta-feira (15), 129 anos. Apesar dos ideais republicanos serem anteriores a 1889, a República, segundo o historiador Fabiano Garcia, custou a ser instaurada. “Foi, por muito tempo, uma tradição esquecida e que sobreviveu às margens da Política no passado, mas que logrou deixar contribuições em momentos críticos, encarnando-se ao longo do século XIX em movimentos insurgentes contra a coroa, mesmo antes de se consolidar como ideário hegemônico, com jornais e clubes espalhados pelo país”, comenta.
Os dois primeiros presidentes, ainda no século XIX, foram militares, Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto, ambos com patente de marechal, e foram escolhidos pelo voto indireto. No início do século XX, eram as oligarquias estaduais e os coronéis que dominavam a Política. Na época, o voto não era obrigatório, mas mulheres, analfabetos, mendigos e praças militares (soldado e cabo) não dispunham desse direito.
As mulheres só conseguiram o direito ao voto na década de 1930, após muita luta de feministas. Quem podia votar, pouco se interessava em participar, pois como diz o historiador Boris Fausto no livro 'História Concisa do Brasil', o povo encarava a Política como um jogo entre os grandes ou uma troca de favores. O descrédito com a política e seus representantes, não é coisa do passado. Nas eleições de 2018, apesar de o voto ser obrigatório, muitos eleitores deixaram de votar, ou votaram nulo e branco.
Foram quase 30 milhões de abstenções, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No segundo turno das eleições presidenciais, neste ano, o percentual de votos nulos e brancos chegou a 7,4%, o maior registrado desde 1989. “Nenhuma República nasceu pronta. ela é construída historicamente, com percalços e como resultado de muitas lutas travadas ao longo do tempo”, reflete Garcia.
Retornando aos fatos do passado, o movimento republicano não envolveu apenas integrantes das forças armadas, mas a elite econômica, os fazendeiros de café paulistas. Apesar de configurar como um golpe, o fim da Monarquia foi politicamente moderado e socialmente conservador.
“E o fato de um golpe militar demarcar a instauração da nossa república nos diz muito sobre os desdobramentos posteriores – Prudente de Morais, o primeiro civil a tomar posse, só o fez em 1894 -, embora essa característica “militar” também esteja presente na história de outros países, na Conjuntura Política Latino-Americana. O que nos distingue, verdadeiramente, é que fomos o último país da América a se tornar republicano, deixando de ser uma figura exótica entre outras repúblicas, e com um peso de quase 400 anos de escravidão nas costas”, afirma o historiador.
De Vargas a Juscelino -  Em 1930, Júlio Prestes, do Partido Republicano Paulista, foi eleito presidente, mas não assumiu. Entre três e 24 de outubro daquele ano, ocorreu a Revolução de 1930, que depôs Washington Luís e impediu a posse do sucessor, levando ao poder o político gaúcho que ficou 15 anos no poder. Getúlio Vargas foi o responsável pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), mas também foi, a partir de 1937, um ditador, no período conhecido como Estado Novo.
O Brasil também participou da Segunda Guerra Mundial, de 1944 a 1945, lutando ao lado das potências Aliadas (Estados Unidos, Inglaterra e União Soviética) contra o Eixo (Alemanha, Itália e Japão). Depois disso, o País inicia um novo processo democrático. Eurico Gaspar Dutra assumiu, em 1946, mesmo ano que é promulgada uma nova constituição. Até 1964, quando acontece o Golpe Militar, com participação de setores civis, o período não foi de tranquilidade. Getúlio, eleito presidente em 1951, cometeu suicídio em 1954. E, no final de 1955, para garantir a posse de Juscelino Kubitschek (PSD), o lageano Nereu Ramos assumiu a Presidência, permanecendo 81 dias no comando da Nação.
Década de 1960 e a Ditadura - A dupla Jânio Quadros (PTN) e João Goulart (PTB) não conseguiu terminar o mandato de cinco anos. O primeiro renunciou após cerca de sete meses e o outro teve dificuldade para assumir e sofreu, após cerca de dois anos de meio, o golpe. A partir disso tivemos 21 anos de Ditadura Militar, com cinco presidentes militares, um vice-presidente civil impedido de tomar posse e uma junta provisória, formada por militares, que governou por 60 dias.
Foi um período, ainda que nostálgico para parte da população, de ausência de democracia e de liberdade de imprensa, perseguições políticas, mortes e torturas. “As experiências democráticas no Brasil, infelizmente, foram muito curtas e sempre interrompidas bruscamente, com forças cujos interesses ainda precisam ser mais bem analisados e explicados. Se contarmos os períodos em que a maioria da população pôde escolher seus representantes a partir do voto livre, em que diferentes partidos puderam disputar os pleitos, efetivamente, e que a chapa eleita para a Presidência pôde terminar seu mandato, temos um período mínimo, que parece insuficiente para formar uma tradição forte, que conte com pessoas dispostas a defender uma via democrática mais radical. No entanto, mesmo nestes poucos anos, ficou mais ou menos demonstrado que somos um país capaz de se organizar de forma soberana, contando com uma administração republicana e democrática, em que as pessoas comuns podem efetivamente participar da política e deixar contribuições fundamentais”, explica Garcia.
A retomada da democracia - No início da década de 1980, começa a florescer no Brasil o pedido de democracia. Em 1983 e 1984 explode, o movimento Diretas Já. Tancredo Neves (PMDB) foi o escolhido pelo Congresso, e era a esperança do povo.
Mas nem chegou a assumir, morreu vítima de doença no intestino. O vice José Sarney, do mesmo partido, embora ligado aos governos militares, foi o responsável em guiar o Brasil na retomada da democracia. O seu governo foi marcado pela alta inflação – herança da Ditadura – e diversos planos econômicos.
Desde 1990, o Brasil teve seis presidentes, Fernando Collor (PRN), que teve apoio de grupos econômicos e de partidos como PFL, PDS e boa parte do PMDB, que se aproveitou do receio que a eleição colocasse no poder políticos de esquerda, como Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Leonel Brizola (PDT). Com uma carreira meteórica, o descendente de uma rica família de políticos e empresários, sofreu a pressão das ruas no movimento chamado 'Caras Pintadas', que pedia a saída do então presidente. No dia 29 de setembro de 1992, a Câmara dos Deputados decidiu afastar Collor do Poder.
Três meses depois, antes de ser julgado e impedido definitivamente pelo Senado Federal, Collor renunciou. O ex-prefeito de Lages, então senador, Dirceu Carneiro (PMDB), foi quem encaminhou a assinatura do impeachment de Collor, em 1992 e também deu posse a Itamar Franco. “Collor estava tão nervoso que não conseguia assinar o afastamento, se não firmando a mão inteira e mexendo só os dedos. Ele não conseguia nem ver a hora e olhou umas três vezes no relógio. Foi um momento marcante”, lembrou Dirceu Carneiro em entrevista ao jornalista do Correio Lageano, Adecir Morais, em 2014.
O governo de Itamar Franco ficou marcado pelo plano real, que tinha como objetivo enfrentar a inflação. Durante a transição do cruzeiro para o real (a nova moeda), foi utilizada a Unidade Real de Valor (URV), um indexador cuja função era corrigir diariamente os preços até a adoção da nova moeda. O coordenador da equipe economia foi Fernando Henrique Cardoso, o sociólogo que tornou-se presidente por oito ano pelo PSDB. Seu governo manteve a estabilidade econômica, e ficou marcado pelas privatizações de estatais e a Emenda Constitucional da reeleição. Antes dele, o mandato era de cinco anos, sem possibilidade de reeleição.
De 2003 a 2011 o presidente foi Lula, do Partido dos Trabalhadores. O seu Governo, especialmente o primeiro mandato, foi marcado por crescimento econômico e, entretanto, teve também escândalos de corrupção, como o Mensalão. Realizou ações nas áreas sociais, ampliando os programas de distribuição de renda. Dilma Rousseff, também do PT, assumiu em 2012 e, novamente, em 2016, mas ficou apenas um ano e 243 dias até sofrer Impeachment. O vice Michel Temer (MDB) assumiu e vai entregar a faixa, em primeiro de janeiro de 2019, ao presidente eleito, o capitão reformado Jair Bolsonaro (PSL).
A eleição deste ano foi marcada por forte polarização, especialmente no Segundo Turno, disputado entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad (PT).
Proclamada há exatos 129 anos, acho que ainda fica sem resposta se o Brasil é de fato uma república ou apenas uma réplica de uma Monarquia Constitucional polarizada pelos reis da direita e da esquerda."
Estudante de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Rafael Silva.

129 anos da República Federativa do Brasil-I


"Nesta
 quinta-feira, 15 de Novembro, o Brasil comemora 129 anos de República. Apesar de ser uma República relativamente nova, de golpes à intervenção, e de ditadura a democracia, nesses 129 anos de Pátria o Brasil tem muita história para contar.
O Brasil vive um momento novo em 2018, após 13 anos de governos petistas, em uma eleição totalmente histórica e em meio aos desgastes decorrentes, aparece um representante de Direita, chamado Jair Messias Bolsonaro que, em ocasião recente vence as Eleições presidenciais em Outubro deste ano e tira do “poder” a hegemonia “esquerdista” do Brasil.
De 2013 até aqui, não faltam narrativas a Nação Verde e Amarela.
Manifestações, que pararam o Brasil, Impeachment, ex-presidente sendo preso por corrupção, Operações anticorrupções Históricas etc.
Nestes 129 anos de República, o Brasil sempre mostrou e mostra que o que nunca vai faltar aos historiadores serão histórias para narrar".
Estudante da cadeira de Práticas de Jornalismo Multimídia do Centro Universitário Estácio do Ceará, Jack Pereira.

Power Black Friday do OFF Outlet promove super treino de corrida neste sábado


Power Black Friday do OFF Outlet já começou trazendo descontos de até 90% para os clientes. Além das promoções, neste sábado (17), a partir das seis da manhã, o OFF Outlet Fashion Fortaleza sedia um super treino de corrida com a participação de assessorias esportivas locais. 
Os integrantes do Canal Corredores, canal que já conta com mais de 50 mil inscritos no YouTube, são convidados especiais para participar da ação, fazendo a cobertura completa do evento.
"No OFF, buscamos oferecer muito além de um espaço de compras. Investimos em ações e eventos que tragam lazer, cultura e bem-estar para os nossos clientes. Além disso, temos muitas lojas de esporte aqui, é uma oportunidade bacana para os atletas aproveitarem os descontos e renovarem o material” reforça o superintendente, Rodrigo Vitali.Na ocasião, as lojas também abrirão uma hora mais cedo, com exclusividade para os esportistas e clientes presentes. As vagas são limitadas e os interessados em participar do Super Treino devem entrar em contato com a assessoria esportiva Tio Flavinho no telefone (85) 9 9988.5586.
Para efetivar a inscrição, o atleta deve levar três quilos de alimento não perecível para doação à Congregação dos Humildes Servos do Senhor de Caucaia.
Sobre o OFF - Único no segmento, o OFF Outlet Fashion Fortaleza é um amplo e agradável centro de compras localizado a uma distância de apenas 15 quilômetros da capital cearense. O empreendimento conta com marcas nacionais e internacionais, oferecendo ao consumidor descontos o ano inteiro. 
São mais de 90 marcas de moda, acessórios, cama, mesa e banho, óticas, artigos esportivos incluindo grifes renomadas nacionais e internacionais e alimentação. A estrutura conta ainda com praça de alimentação climatizada, fraldário, ambulatório e serviços de carrinhos de bebê, cadeiras de rodas, pet friendly e estacionamento gratuito para 1.300 veículos.

Serviço 
OFF Outlet Fashion Fortaleza
Endereço: Rodovia BR 020 - Quilômetro 12 – 4º Anel Viário. Bairro Toco de Caucaia.

Com informações e fotos da Assessoria de Imprensa do OFF Outlet Fashion Fortaleza.

Parangaba apresenta a Vila do Noel 2018


Papai Noel 2018 do Shopping Parangaba recebe visita de segunda a sábado das 10 às 22 horas, e aos domingos de 13 às 21 horas. Juntamente com a chegada do Papai Noel, o Shopping Parangaba inaugurou a decoração natalina. 
A ambientação assinada pela Cipolatti, empresa pioneira no segmento de decoração no Brasil, tem como temática 'O Verdadeiro Natal'. O projeto conta com um presépio em tamanho real e um cenário interativo, que terá atividades para o público infantil.
Vila do Noel -  Os visitantes podem aproveitar a nova atração do Shopping Parangaba, a Vila do Noel. O parque infantil conta com escorregadores, piscina de bolinhas, obstáculos com desafios, casinha e mais. O equipamento está montado no Piso L1, próximo à loja C&A.
Podem participar da atração crianças de zero a 12 anos de idade. Menores de três anos devem está acompanhadas dos pais e ou responsáveis. 
O valor da atração é de R$ 20,00 para 20 minutos de permanência, e será acrescido R$ 1,00 a cada minuto adicional. O parque funciona de segunda a sábado das 10 às 22 horas e aos domingos das 13 às 21 horas.
Com informações e foto da Assessoria de Imprensa do Shopping Parangaba.

Começa Festival Concreto Fortaleza 2018


Durante nove dias, o Centro de Fortaleza recebe mais de 40 artistas do Brasil e do mundo para participarem da 5ª edição do Festival Concreto - Festival Internacional de Arte Urbana. Grandes nomes do cenário artístico urbano como Mônica Nador, Guto Lacaz, Inti Castro, Sabek, André Kajaman, entre outros, se encontram entre esta sexta-feira (16) a sábado (24) para colorir e democratizar a arte na cidade. Para 2018, o Festival leva as intervenções e demais atividades a serem concentradas no bairro do Centro. A ideia é ocupar e restabelecer a conexão com uma área que já foi referência em movimentação cultural, especialmente na ‘Belle Époque’, dando cor e movimento às paisagens locais, reabilitando o bairro em uma valorização da cultura urbana. 
O evento, que já faz parte do calendário cultural da cidade, é gratuito e começa nesta sexta (16), às sete da noite, com a estréia da Exposição “Dhamma”, de Narcélio Grud, no equipamento histórico Centro Cultural Casa do Barão de Camocim. Na noite de abertura haverá o credenciamento dos artistas participantes, além da discotecagem do grafiteiro André Kajaman (RJ). 
Entre as novidades desta edição, estão as participações de músicos experimentando atuar de forma inédita como artistas urbanos, como Fernando Catatau e Wado, no projeto Sonoros Muralistas, Muralistas Sonoros. Há também o projeto que envolve os artistas Guabiras (CE), Renan César (SP), Rodolfo Camelo (CE), Rodrigo Brum (RN) e Thyagão (CE), chamado Tiras Urbanas, que extrapola das páginas paras as ruas tirinhas inéditas para entreter os passantes.
O Festival mantém seu eixo de formação, oferecendo oficinas gratuitas com Mônica Nador (SP) e Coletivo Wá (CE) e conversas abertas com Guto Lacaz (SP) e Elian (ARG) na Escola Porto Iracema das Artes, além do masterclass no Centro Cultural Casa do Barão do Camocim com Sabek (ESP), Daniel Munhoz (ESP) e Narcélio Grud (CE).
A programação segue com intervenções nas árvores do canteiro central da Avenida Duque de Caxias. As pinturas serão produzidas por um dos maiores nomes do design gráfico e das artes plástica do Brasil, o arquiteto Guto Lacaz.
Em paralelo, a artista plástica Mônica Nador ministra a oficina Pinturas Paredes na Escola Porto Iracema das Artes. À tarde, as ações percorrem o muro do antigo prédio da Justiça Federal, com o projeto Tiras Urbanas. Dando continuidade às manifestações artísticas, o Mutirão de Pintura Viva o Centro, colore alguns pontos no Parque da Liberdade (Cidade da Criança). Na sequência, a intervenção Sombras Verdes, na Avenida Domingos Olímpio e o Rolê de Lambe-lambe pelas ruas próximo a praça General Tibúrcio (Praça dos Leões) com os artistas Tiago de Alencar (CE), Bianca MIsino CE), David Lee (CE) e Felipe Camilo (CE). 
O encerramento acontece no sábado (24), no Parque das Crianças, espaço que ganhará formas e cores com as intervenções realizadas pelo evento, mais um legado deixado pelo Concreto. De programações infantis no fim de tarde a apresentações sonoras e feira criativa, o último dia de Festival (sábado, 24) seguirá dinâmico e intenso como todos os dias da programação.

Serviço
Festival Concreto 218 Fortaleza.
Festival Internacional de Arte Urbana é uma realização da Amplitude - Escola de Arte Urbana, Flexos Artes e Instituto Ambiente Cultural e Inclusão Social (IACIS).
Conta com apoio da Oi Futuro, Goethe Institut, Instituto Dragão do Mar e Porto Iracema das Artes e apoio institucional do Governo do Estado do Ceará através de Secretaria da Cultura do Ceará (Secult-Ceará) e parceria com Viva o Centro, Instituto Iracema e Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), além de agradecimento a Oi.
Apoio de Divulgação do Blog do Lauriberto e da Agência Fortaleza de Notícias (#AFN).
Com informações e foto da Assessoria de Imprensa do V Festival Concreto de Fortaleza.

Prefeitura de Fortaleza lança PPP para reforma e manutenção de prédios das escolas municipais


O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT) lança, nesta sexta-feira (16), às 9h30 da manhã, no auditório do Paço Municipal, a Parceria Público-Privada (PPP) para a escolha de uma empresa que queira realizar um estudo de viabilidade para reforma e manutenção de prédios onde funcionam escolas do Município de Fortaleza. A ação faz parte do pacote de medidas do Programa Fortaleza Competitiva.

“A ideia é melhorar a infraestrutura escolar com reformas e intervenções nos equipamentos. Com a PPP a manutenção predial e a zeladoria ficam à cargo do parceiro privado, o que implica na otimização dos custos e na Economia para cofres públicos. É importante enfatizar que toda a parte pedagógica fica à cargo do Município. Isso melhoraria as condições de ensino e, consequentemente, o rendimento dos estudantes”, enfatiza o coordenador de Parcerias Público-Privadas e Concessões (PPPFor), Rodrigo Nogueira.
A secretária da Educação, Dalila Saldanha, reforça a importância do ambiente físico adequado para o desenvolvimento das atividades pedagógicas. "Isso favorece o trabalho da gestão escolar voltado para o pedagógico, bem como proporciona as condições adequadas para o professor e o aluno desenvolverem o processo de ensino e aprendizagem", destaca.
Outros estudos neste mesmo arranjo público-privado estão sendo desenvolvidos pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da PPPFor, tais como a expansão da banda larga de Fortaleza, WiFor, PPP da energia limpa nas escolas e creches, além da modernização e ampliação dos terminais de ônibus da Capital.
Fortaleza Competitiva - O Programa Fortaleza Competitiva é uma iniciativa que engloba um pacote de medidas de estímulo à criação de um cenário qualificado para novos negócios, na Capital, viabilizando mecanismos para o surgimento e crescimento de empresas em áreas estratégicas do Município, gerando emprego, renda e desenvolvimento.

Serviço
Lançamento da PPP da reforma e manutenção das escolas municipais
Sexta-feira (16), às 9h30.
Local: auditório do Paço Municipal (Rua São José, 1 - Centro).

Com informações e foto da Assessoria de Imprensa da PMF.

Executivo do Santander é indicado para presidir Banco Central

Museu da Fotografia de Fortaleza comemora 8 anos

Já são oito anos desde a inauguração do Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), em 10/3/2017. O espaço foi criado com a missão de democratizar ...