quarta-feira, outubro 8

NetLabTV

NET, maior empresa de serviços convergentes via cabo da América Latina, e a Casa Redonda Cultural divulgam os projetos de série semifinalistas da edição 2014 do Concurso NETLABTV – NOVAS IDEIAS DE SÉRIES PARA TV. Marina Marques Morais, Samuel Alves Moreira Brasileiro, Natália Mendes Maia e Victor Costa Lopes, de Fortaleza, estão entre os selecionados.

NETLABTV faz parte da plataforma institucional da NET, que busca promover iniciativas relacionadas à educação, cultura e cidadania por meio de projetos e patrocínios, sempre fazendo um paralelo com os serviços oferecidos pela empresa, que conectam os clientes com um universo de diversão, entretenimento e informação. A realização é da Casa Redonda Cultural.
                  
“Desenhamos uma plataforma que tem como objetivo demonstrar nossos propósitos, transformando e ajudando a construir um mundo cada vez melhor para pessoas, mais inclusivo, mais informado, mais conectado, mais plural”, explica Márcio Carvalho, diretor de Marketing da NET. “Com o NETLABTV, buscamos fortalecer o mercado de televisão por assinatura no País, investindo em seu estágio inicial: a identificação de novas ideias e novos formatos de séries brasileiras e o apoio ao desenvolvimento de conteúdos para TV”.

Em sua segunda edição, o NETLABTV consolida-se como espaço fundamental para identificar, premiar e aprimorar novas ideias de séries brasileiras com foco em TV por assinatura. Foram mais de mil roteiristas,em sua maioria estreantes, oriundos das cinco regiões do Brasil. Entre os trabalhos inscritos, houve uma predominância de séries de ficção.

A lista dos 40 projetos semifinalistas aqui divulgada está disponível no site do Concurso (www.netlabtv.com.br), sendo 20 projetos de série de FICÇÃO e 20 projetos de série de NÃO FICÇÃO, contemplando criadores dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Pernambuco, Santa Catarina, Ceará, Pará, Paraná, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.

A identificação destes novos conteúdos e talentos surge de um processo qualificado de seleção que contou com o apoio de profissionais de reconhecida experiência nas áreas de criação, roteiro e mercado.  Originalidade, qualidade técnica do projeto e adequação comercial dos projetos inscritos são, conforme o regulamento, os critérios de seleção adotados pelo NETLABTV.

Alinhado com as políticas públicas de regionalização do mercado audiovisual brasileiro, a publicação dos semifinalistas do NETLABTV garante visibilidade aos criadores de conteúdos para TV de diversas cidades. Os projetos de série aqui selecionados representam oportunidades de novos negócios para produtores independentes e canais que buscam novas ideias e novos formatos televisivos nos âmbitos regional e nacional.

“Ficamos muito felizes com o resultado das inscrições desta segunda edição do NETLABTV. A abrangência territorial dos inscritos e dos roteiros semifinalistas demonstram o enorme potencial criativo brasileiro”, comemora Fernando Magalhães, diretor de Programação da NET. “Pelo segundo ano consecutivo, o NETLABTV contribui para a identificação e o reconhecimento de boas ideias de séries de todo o Brasil. Sabemos que hoje existem várias linhas de investimento em conteúdos para TV, beneficiando diversas regiões do País. A NET está presente em mais de 170 cidades brasileiras e acreditamos que o NETLABTV cumpre seu papel de estimular a geração de novos negócios e o desenvolvimento criativo e produtivo local”, finaliza.

Entre os 40 projetos de séries semifinalistas, serão indicados, posteriormente, 16 finalistas (08 por categoria) que participarão do processo de voto popular, no qual o público poderá eleger 01 vencedor por categoria. Os demais vencedores serão escolhidos pela Comissão Julgadora do Concurso NETLABTV.

Os vencedores receberão também, como parte da premiação, verbas de apoio ao desenvolvimento e consultoria especializada para aprimoramento dos seus projetos de séries. É um intenso processo formativo que dialoga com as grades de TV por assinatura do País.

NETLABTV conta com parceria das programadoras SONY, FOX, Turner, Discovery, Bandeirantes, Olé e Viacom, dentre outros, além da correalização do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo – SIAESP e apoio da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Televisão (ABPI-TV), do MIS-SP e da Associação de Roteiristas.


Os 40 semifinalistas são:

Categoria ficção:

  • As Aventuras de Minuano Kid: Pedro Antoniutt e Edison Rodrigues – Rio Grande do Sul

  • A Grande Mentira: Bruno França – Pernambuco

  • Castelo dos Sonhos: Luis Marcio Alvarenga – Pará

  • Causa Mortis: Kátia Esmeralda Nascimento dos Reis – São Paulo

  • Conveniência: Ricardo Inhan – São Paulo

  • Cururu: Marina Marques Morais – Ceará

  • Climaxxx: Frederico Ruas, Mariana Müller e Leonardo Garcia – Rio Grande do Sul

  • Do Limão à Limonada: Fátima Rejane Adell da Silva Gonzalez e Francisco Adelmo Passos Da Maceno – Rio de Janeiro

  • Meu Primo é um ET: Carla Leoni Castro e Richard Dantas Soares – São Paulo

  • Misfitness: Filipe Domiano - São Paulo

  • Okaracanta: Dario Pereira Caldas Santana – São Paulo

  • O Amor nos tempos do Smartphone: Lucas Calmon – Rio de Janeiro

  • O Filho da Pátria: Julia Priolli – São Paulo

  • O Filho: Maria Isabel Bueno de Paiva Lopes – São Paulo

  • Os Herdeiros: Samuel Alves Moreira Brasileiro, Natália Mendes Maia e Victor Costa Lopes – Ceará

  • Pai Solteiro Procura: Douglas Duarte – Rio de Janeiro

  • S.I. Serviço Interno: Thiago Amendoeira e Leandro Müller Lima – Rio de Janeiro

  • Super PC: Celso Ricardo Lourenço Garcia – Rio de Janeiro

  • Turma 5B: Luli Gerbase – Rio Grande do Sul

  • Vidas Surreais: Felipe Marcondes Sant’Angelo – São Paulo


Categoria não-ficção:

  • A Origem dos Sobrenomes: Pedro de Luna Freire – Bahia

  • Adota aí!: Richard Dantas Soares e Eduardo Santos Melo – São Paulo

  • África Latina: Claudia Patrícia Chávez Fumagalli Pinheiro – Bahia

  • Além do Jardim: Clara Mendes – Santa Catarina

  • Alí no Botequim: Maria Virginia Amaral Pereira – São Paulo

  • Cidade Improvisada: Alice Riff – São Paulo

  • Cidadão Global: Eric Bitencourt – Rio de Janeiro

  • Chicletes: Keka Reis e Marcelo Starobinas – São Paulo

  • Diários Subaquáticos: Edson Faria Júnior e Renato Morais Araújo – Santa Catarina

  • Exploradores do Mar: Richard Dantas Soares – São Paulo

  • Família Nômade: Tatiana Escosteguy – Paraná

  • Herança de Armário: Helena Perim – São Paulo

  • Mitos Vivos: Fabio Gomes – Mato Grosso do Sul

  • No Fim da Estrada: Cosme Eduardo Cruz de Oliveira – Bahia

  • Passo a Passo: Flávia Fontes Oliveira – São Paulo

  • Sobre Trilhos: Filipe Brito – Pernambuco

  • Viagem pelo Brasil – 200 anos depois: Claudia Dreyer – Rio Grande do Sul

  • Volta na Quadra: Inara Campos Chayamiti – São Paulo

  • Vêm de onde?: Joana Rennó – Minas Gerais

  • Zero Um: Ricardo Hautequestt – Rio de Janeiro


NETLABTV
Divulgação dos Finalistas: www.netlabtv.com.br



SOBRE A NET
A NET é a maior empresa de serviços convergentes via cabo da América Latina e uma das dez maiores operadoras de cabo do mundo. Presente em mais de 170 cidades, entre elas São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Manaus, Brasília, Goiânia, Salvador, Maceió e João Pessoa, oferece pacotes de serviços que reúnem TV por assinatura, banda larga, telefonia fixa e celular de forma verdadeiramente convergente.
A NET é líder em TV por assinatura e banda larga no Brasil, com mais de 8 milhões de domicílios conectados. Também lidera o crescimento da telefonia fixa, sendo a empresa que mais recebe números portados de outras operadoras. Para mais informações sobre a NET, acesse www.net.com.br.



SOBRE A CASA REDONDA
A Casa Redonda é uma empresa especializada nas convergências entre cultura, arte, aprendizado e desenvolvimento. Com 10 anos de existência, atua de forma transversal e interdisciplinar realizando projetos e programas culturais e consultoria para empresas e organizações.

A Casa Redonda criou e consolidou metodologias inovadoras de gestão cultural e criativa sustentável. Tais metodologias são compartilhadas em rede com organizações, criadores e empreendedores por meio de projetos, cursos, workshops, palestras, artigos e outras ações de aprendizado colaborativo.

Na área audiovisual, assina a produção de filmes, documentários e festivais, além de projetos voltados ao desenvolvimento de cadeias criativas e produtivas locais alinhados com políticaspúblicas setoriais.

Net Fortaleza wi fi

Sendo a maior empresa de serviços de telecomunicações e entretenimento via cabo da América Latina, a Net disponibiliza diversos “hotspots” wi-fi em várias cidades brasileiras. Só em Fortaleza, são 95 pontos públicos, onde assinantes da empresa ou não podem acessar a rede sem fios enquanto estiverem em praças, restaurantes, cinemas e outros lugares estratégicos. Basta localizar a rede com o celular, tablete ou notebook e desfrutar de toda a qualidade da rede Net Vírtua wi-fi e wi-fi grátis – Net Vírtua. Na Capital cearense, a tecnologia está presente em diferentes bairros: Praia de Iracema, Meireles, Aldeota, Dionísio Torres, Dunas, Cidade 2000, Centro, Benfica. A expectativa, para 2015, é de que mais 200 pontos sejam instalados em Fortaleza.

A Net é uma das dez maiores operadoras de cabo do mundo. A empresa lidera os mercados de TV por assinatura e banda larga no Brasil. Além disso, também lidera o crescimento do mercado de telefonia fixa, sendo a empresa que mais recebe números portados. Desde sua criação, em 1991, a Net se destaca pelo perfil inovador, dinâmico e pioneiro, sempre atenta às melhores oportunidades de mercado, buscando crescer de forma sustentável e segura.

Evangelizar é Preciso

A organização do VII Evangelizar é Preciso Fortaleza - padre Reginaldo Manzotti divulga em entrevista coletiva amanhã, o Plano de Segurança desenvolvido pela Coordenadoria Integrada de Planejamento Operacional (Copol). A coletiva será realizada no Centro de Pastoral Maria Mãe da Igreja (Rua Rodrigues Junior, 300, Centro), às 9 horas.
Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar , Polícia Civil e as forças amigas da Autarquia Municipal de Trânsito e Empresa de Transportes Urbanos de Fortaleza – ETUFOR divulgarão a quantidade de efetivo e orientações para a população que participará do evento no dia 18 de outubro no Aterro da Praia de Iracema. Neste ano, haverá atividade cultural no Aterro a partir das 8h. Na sexta-feira, dia 17, Padre Antonio Furtará presidirá a missa de envio dos voluntários que acontecerá às 19h, no Aterro da Praia de Iracema. 
SERVIÇO
VII Evangelizar é Preciso com padre Reginaldo Manzotti
Data: 18 de outubro de 2014
Local: Aterro da Praia de Iracema
Horário: A partir das 8h
Mais informações: (85) 3466.2059

Aberto ao público

Camilo no Beco da Poeira

O Beco da Poeira, um dos mais tradicionais e movimentados pontos comerciais de Fortaleza, recebeu, hoje, a visita de Camilo Santana, candidato ao governo do Estado pela coligação “Para o Ceará seguir mudando”, e de sua vice, a professora Izolda Cela. Na ocasião, Camilo afirmou que pretende ampliar as oportunidades de negócios para pequenas e médias empresas cearenses. “Queremos fortalecer a parceria com o Banco do Nordeste e as experiências comunitárias como, por exemplo, o Banco Palmas, para dinamizar a economia do Estado”, disse em entrevista antes de iniciar a caminhada pelos boxes do polo comercial.

Segundo ele, o surgimento da siderúrgica trará uma nova realidade para a economia do Ceará. “Não tenho dúvida que o Estado do Ceará vai dar um salto importante nos negócios. A conclusão da siderúrgica vai contemplar grandes, médias e pequenas empresas. Vai atrair novos investimentos. Cada nova empresa vai precisar de prestação de serviços e  fornecimento de matéria prima. Isso gera uma rede, dentro da economia, muito importante”, ratificou, ressaltando a relevância de se criar um polo metal-mecânico para aproveitar o aço que será produzido pela siderúrgica a partir de 2016.

Camilo cumprimentou os permissionários do Beco da Poeira, tomou café com os vendedores, apresentou algumas de suas propostas para melhorar o comércio da Capital,  ouviu as sugestões e as queixas dos permissionários, perguntou como andavam as vendas e atendeu a muitos pedidos de fotos com clientes e comerciantes do local. 

Para a permissionária Luzia Pereira da Silva, que há 35 anos trabalha no Centro, Camilo é o melhor nome para substituir Cid Gomes. “Ele é uma pessoa que tem experiência, e, ao mesmo tempo, é um homem novo. Tem conhecimento. É aliado do governador Cid. E eu quero que ele melhore o nosso Beco, local de trabalho e fazer por nós”,  assinalou Luzia.

Na opinião de  Valdélia Saraiva, funcionária de um dos boxes, a campanha de Camilo tem sido muito bem feita e voltada para a população. “Se Deus quiser vai dar certo. Ele é o homem certo para o cargo. Vou votar nele de novo neste segundo turno”, emendou. A vendedora de um outro boxe do local, Maria da Silva,  também conhecida como Neném, torce pela vitória do 13. “É o que a gente quer. Vai dar certo. Que ele vença e faça muita coisa pelos comerciantes”, confirmou.  

Entrevista

Antes da visita ao Beco da Poeira, Camilo participou do programa Tribuna Bandnews – 1ª Edição, com apresentação de Nonato Albuquerque. O candidato avaliou o resultado do primeiro turno como positivo e agradeceu os votos que recebeu. “Primeiramente gostaria de agradecer os dois milhões e trinta mil eleitores que votaram no nosso projeto e dizer que estou muito feliz. Gostaria de dizer, também, que vou procurar fazer a campanha do segundo turno da mesma forma, apresentando e discutindo com a população as nossas propostas. Estou com muita energia, muita garra. O meu objetivo é unir as famílias cearenses em prol do nosso projeto, porque não podemos descontinuar tudo o que a Dilma e o Cid realizaram, nacionalmente e no Ceará”, comentou.

Perguntado sobre a participação de Dilma e Lula em sua campanha, Camilo afirmou que a questão está sendo avaliada, mas que continuará mostrando aos cearenses o apoio e a parceria do Governo com a presidenta Dilma. Outro tema abordado durante a entrevista foi segurança pública. Camilo reforçou suas propostas para a área, como a realização de concurso público para ampliação dos quadros da polícia, correções de distorções salariais e políticas de promoções, criação de delegacias 24h, reorganização do programa Ronda do Quarteirão, além da criação do programa “Abraça Ceará”, com atenção integrada em áreas críticas (escolas de tempo integral, iluminação, presença policial, atividades sócio-culturais) e ações de combate ao tráfico de drogas.

O candidato concluiu a participação falando sobre investimento em educação, com a realização de concursos para a Universidade Estadual do Ceará (Uece) e universalização do projeto das Escolas Profissionalizantes de tempo integral. 
(Assessoria)

Capas dos jornais locais



Na Caixa Cultural Fortaleza

A partir desta quinta (9), Cultural Fortaleza recebe “4º Festival de Teatro Infantil do Ceará– TIC”. Ouça:

Hoje na Livraria Cultura



Banda do Mar

Free Lancer Producções, dentro das comemorações dos seus 30 anos, apresenta Banda do Mar em única apresentação dia 25 de outubro – Praça Verde do Dragão do Mar – 21 horas.
A Banda do Mar é feita de histórias simples. 
Daquelas dos contos simples, da vida de todos os dias. Da vida dos amigos, dos afetos, das partidas e chegadas, das celebrações, da vontade de estar junto. 
Em viagens a Portugal, Marcelo encontra um irmão desconhecido. É Fred, um músico português que tem em Marcelo um dos seus ídolos. Surge a mais concreta amizade que hoje tem mais de uma década. 
Mallu aparece e se junta a Marcelo em todas as latitudes que a vida comporta. E, nas muitas viagens transatlânticas, o trio fortalece uma amizade profunda, familiar e artística.
Não muito tempo depois, os três descobrem um comum desejo que, uma vez vislumbrado num dos jantares dos amigos, é irreprimível; querem tocar rock, querem aquecer o corpo e coração, querem perder e ganhar fôlego.
Já haviam caminhado um tanto: Mallu no terceiro álbum, Marcelo vinha de dois discos solo, depois dos Los Hermanos, e Fred acabara de formar o 5-30, e colecionava experiência compondo bandas como Orelha Negra e Laia, além acompanhar o Buraka Som Sistema na O recém inaugurado Estúdio Ia, do próprio Fred e do amigo Bernardo Barata era o cenário perfeito. Nos curtos dias de inverno em Lisboa, lá mergulharam na construção do Salta aos olhos a naturalidade do encontro. A fluidez resultante faz difícil crer que é a primeira turnê. A bateria de Fred desperta em Mallu e Marcelo seu lado mais intenso. São vigorosas e pedem dança, mas mantém a seriedade do artista sentimental que há nos três.
As composições de outros trabalhos dos cantores também aparecem no repertório do show, com uma roupagem mais elétrica. Não há silêncio e são raros os sons delicados. São guitarras e pedais de distorção, num improvável encontro de percussões e melodias criativas.
No baixo, Marcos Gerez, integrante do Hurtmold, traz mais peso ao palco, ao lado de Gabriel Mayall (Bubu), do Do Amor. Os dois também estão em casa; Bubu tocava no Los 
Hermanos, e Marcão acompanhou as turnês do “Sou” e “Toque Dela”. 
A Banda do Mar é para cantar junto, para abrir os braços, rir, chorar e dançar. A substância é a força, é o calor, é a simplicidade, é o que há no corpo humano. É a celebração da santíssima trindade: amizade, amor e música.
Ficha Técnica Álbum Banda do Mar 2014:
  • Marcelo Camelo: Voz, Guitarra, Violão, Baixo e Percussão
  • Gravado no inverno e primavera de 2014, nos Estúdios Iá e Atlântico Blue, em Lisboa.
  • Estúdio Iá! Som: Hugo Santos, Pedro Gerardo
  • Estúdio Atlântico Blue Som: Victor Rice - Auxiliar: Pedro Gerardo
  • Mixado no Estúdio Atlântico Blue por Victor Rice Masterizado, Felipe Tichauer (Red Traxx 
  • Valores: R$ 100,00 (inteira) e R$ 50,00 (meia) + R$ 2,00 (taxa administrativa)
  • Vendas: Bilheteria do Dragão do Mar (de terça à domingo das 14 às 20h), Quiosque da Bilheteria Virtual 
  • Informações: 3261.0665 Free Lancer Producções – 3488.8600 Dragão do Mar

Na CMFor hoje

Pequeno expediente da sessão desta quarta-feira

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O vereador João Alfredo (PSOL) fez um rápido balanço do processo eleitoral do ponto de vista da esquerda, em especial do seu partido. João destacou que tem pouco para comemorar o resultado dessas eleições, pois constatou que o Congresso Nacional eleito é o Congresso mais conservador desde o ano de 1964. 
“A bancada ruralista alcançou a maioria absoluta dos deputados e isso pode causar retrocesso na legislação indígena e ambientalista. A bancada de militares, de figuras públicas ligadas à segurança pública também aumentou de forma considerável, que pode levar ao retrocesso da legislação dos direitos humanos. Mas temos alguns alentos e comemoramos pequenas vitórias, como o aumento do número de deputados estaduais e federais em todo Brasil”, pontuou João Alfredo.
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O vereador Dr. Adelmo (PROS) refletiu sobre os resultados das eleições e destacou a necessidade de uma reforma política no Brasil. De acordo com o parlamentar, é preciso que o próximo presidente eleito faça uma reforma política. Ele sugeriu reduzir o número de partidos existentes no Brasil para cinco ou seis partidos, unificar as votações de governador, prefeito e presidente da república e aumentar o mandato de quatro para cinco anos.
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O vereador do PSC, Benigno Júnior, pediu no plenário da Câmara Municipal que a Secretaria de Infraestrutura do Estado do Ceará libere o trânsito no trecho que está sendo realizada a obra do VLT Parangaba/Mucuripe. Segundo o vereador, a obra está abandonada e os carros estão passando por cima dos restos de materiais, de insumos do túnel que está sendo construído. “O que nós pedimos é que o Secretário de Infraestrutura libere o trânsito até que a obra seja retomada”, disse.
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O vereador Evaldo Lima (PCdoB) pediu aos seus pares, a celeridade de projetos e leis que estão tramitando nas comissões da CMFor. Entre alguns projetos, o parlamentar destacou a mensagem prefeitural que altera a Lei 9.501 de outubro de 2009, que trata do Conselho de Cultura de Fortaleza. De acordo com o parlamentar, a modificação é para incluir novos atores que possuirão grande importância no conselho, como a adição de representantes do segmento do humor e um representante para o segmento da moda.

BNDES transparente

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) implementou mudanças em seu site que tornam mais fácil e abrangente a consulta às operações contratadas pela instituição. As informações podem ser acessadas no portal www.bndes.gov.br, seção BNDES Transparente. 
A principal alteração é a possibilidade de consultar por empresa as operações diretas e as indiretas não automáticas. O internauta pode fazer a busca pelo número de inscrição do cliente no CNPJ ou por parte do nome para consulta em uma base de dados unificada. No sistema anterior, as operações estavam em planilhas separadas por ano e forma de apoio, que precisavam ser baixadas. 
Operações indiretas – Outra mudança é a disponibilidade dos dados de todas as operações indiretas automáticas, com exceção do Cartão BNDES. Operações indiretas são aquelas em que os recursos do BNDES são repassados ao cliente final por meio de um agente financeiro intermediário. 
Estarão disponíveis os dados das operações dos produtos BNDES Finame e BNDES Automático, dos programas relacionados a eles, dos programas agropecuários e de exportação pré-embarque. Para dar mais precisão à pesquisa, já que o número de operações indiretas é muito grande (cerca de um milhão por ano), a busca poderá ser feita somente pelo CNPJ (ou do CPF, no caso dos clientes pessoas físicas). 
Tanto nas operações diretas quanto nas indiretas, podem ser consultadas operações contratadas a partir de 2002. Anteriormente, só estavam disponíveis dados das operações diretas e das indiretas não automáticas, das operações com entes da administração pública direta — neste caso, não apenas as contratadas, mas em qualquer fase de tramitação — e de exportação pós-embarque.

Ponto.CE

Um dos principais festivais de cultura do Ceará já tem data certa para acontecer. De 6 a 9 de novembro, será realizada a oitava edição do Festival Ponto.CE, que já se tornou uma tradição e entrou para o calendário cultural do Estado do Ceará. O evento, realizado no Centro Cultural Dragão do Mar, tem como um dos diferenciais unir, em um só lugar, diversas atrações nas áreas da música, dança e audiovisual, com programação voltada para todos os públicos. Adultos e crianças têm atividades garantidas e gratuitas durante todos os dias do festival.
No total, já passaram pelo evento 813 artistas, entre músicos nacionais e internacionais, bailarinos e expositores. Na última edição, em 2013, houve um total de 357 artistas, que se apresentaram para um público de mais de 11 mil pessoas.
De acordo com um dos organizadores do evento, Rafael Bandeira, trata-se de um momento em que as pessoas podem dialogar com diversas linguagens. O público da dança se aproxima da música e do audiovisual e vice-versa. “É uma diversidade de linguagens às quais os participantes terão acesso”. A área audiovisual vai trazer uma web plataforma com diversas informações sobre as edições anteriores, depoimentos de quem já participou, além de pequenos programas.
As atrações serão divididas por dia. A programação de dança, realizada no Sesc Iracema, acontecerá quinta, sexta e sábado. Enquanto a musical será sexta e sábado. Já o domingo será reservado para o público infantil, com diversas atividades voltadas para as crianças. O público ainda terá acesso a ciclo de cursos e palestras.
MÚSICA
Para cada dia reservado para a música, serão sete bandas. Na sexta-feira, 7 de novembro, sobem ao palco: Amsterdã, Cruz, Facada, Far From Alaska, Matanza, Mukeka di Rato, SOH. Já o sábado será animado por Felipe Cazaux, Gram, Rocca, Síntese, Sulamericana, Supercombo. Uma última atração para este dia está sendo fechada.
Já passaram pelo Festival Ponto.CE, bandas como “Cachorro Grande” e “Vanguart”. Em 2008, o evento conseguiu trazer ao Ceará a banda norte-americana “Bad Relligion”, uma das grandes referências do punk rock mundial.
Para participar, os interessados devem trocar um quilo de alimento pelo ingresso, por dia, que dará acesso ao festival.


DANÇA
No dia 6 de novembro começa os espetáculos de dança. Às 19 horas, os visitantes poderão assistir “Pouso”, de Marcelle Louzada, da Minas Gerais. A partir das 21 horas, em início “Homem Torto, de Eduardo Fukusima, de São Paulo.
Na sexta-feira, dia 7, o espetáculo começa às 16 horas, com “Bunda”. A ideia é, em uma maca, apenas com a bunda a mostra e um monte de materiais, que vão desde baton e materiais cortantes as pessoas são convidadas a intervir livremente, gerando uma tensão entre espaço de si e do outro. A performance será  em um tempo de 8 horas. Tempo em que se trabalha para o sistema. O sistema faz o que quiser com o seu corpo.
Às 21 horas, acontece “Transubstanciações Intempestivas, de São Paulo, com performers de Filipe Espindola e Sara Panamby.
Dia 8 de novembro, às 19 horas, finaliza com “Quando a dança é performance?”, de Chrystine Silva, Rio Grande do Norte, e “Paisagem Espinhal”, de André Bezerra, também Rio Grande do Norte.
SERVIÇO
Festival Ponto.CE
Dias: 6 a 9 de novembro
Local: Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura
Informações: (85) 3021.7186


Capuchino Press – Assessoria de Imprensa Ponto.CE

Maior orgulho

Veículo: Mega Brasil Comunicação Coluna: - Blog: - Data: 07/10/14 Tipo de mídia: Internet
http://www.megabrasil.com.br/NovoJCC/MateriaCompleta.aspx?idMateria=22284

Pioneira na Comunicação Corporativa do Ceará nasce pela ousadia e teimosia do seu idealizador

Mariana Ribeiro

7/10/2014 09:00:00

Marcos Borges, da VSM, concede entrevista e conta sobre os 25 anos da agência e do mercado da comunicação no estado Ousadia e um tanto de teimosia. Foram esses os ingredientes iniciais que o jovem Marcos André Borges, ainda aluno de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará (UFC), juntou para montar, no final dos anos 1980, a VSM, pioneira em Comunicação Corporativa no Ceará.

Profissional respeitado no que ele mesmo considera ser o “volátil mercado” da Comunicação cearense, em que muitas agências abrem e logo fecham, Borges comemora neste 2014 os 25 anos de sua empresa, feito reconhecido pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Em entrevista exclusiva, na sede da empresa em Fortaleza, ele falou sobre a trajetória da empresa, o mercado de comunicação no Estado, dificuldades e requisitos para o sucesso, Reproduzimos a seguir o depoimento:

Marcos e o Jornalismo

"Na verdade, sempre fui muito comunicativo, sempre gostei muito de escrever. E na época não havia curso de Jornalismo em outros locais, só na UFC. Às vezes alguns amigos até diziam para eu fazer vestibular em outras faculdades também, para o caso de não passar. Jornalismo era muito concorrido. Eram mais ou menos 15, 16 por vaga. Mas eu não estava interessado em passar para dar satisfação a ninguém, queria fazer Jornalismo, e se não passasse tentaria de novo. Isso era latente em mim, apesar da formação do meu pai, como engenheiro. Todo mundo imaginava que o filho dele, homem, seguiria a profissão. E no fim a minha irmã é que seguiu na Engenharia, e eu fui para o Jornalismo. Ela mora nos Estados Unidos. Mas apesar dessa formação do meu pai, ele é um dos membros mais antigos da Associação Cearense de Imprensa. No centro acadêmico da faculdade, era ele que ficava responsável pelos informativos. Hoje é articulista de um dos principais veículos do Estado. Apesar de engenheiro, tem um pouco do DNA jornalístico. Nunca tive dúvida e nem me arrependo da escolha que fiz."
A ideia de montar a VSM
"Nós éramos estudantes do curso de Jornalismo da UFC. Desde os 17 anos, no primeiro semestre, eu já atuava na área. Trabalhei em rádio, depois em televisão, e tive uma experiência como bolsista de Comunicação no Banco do Nordeste. Na época eu estava em O Povo e na TV Manchete. Foi quando surgiu a ideia. Comecei a ver como o mercado de agências de comunicação estava se desenvolvendo muito em São Paulo e, discutindo com dois colegas da universidade, tive essa ideia. Na época, houve uma greve dos jornalistas e muita gente demitida no jornal. Achei que era uma oportunidade. As pessoas pensavam que não havia mercado para isso, que não daria certo, mas nessa época o Estado começava a passar por um processo de industrialização muito grande, incentivado pelo governo e por muitas empresas de fora. Percebi que seria uma oportunidade para tentar. Eu era estudante, solteiro, morava com os pais... Mas não foi feito de forma científica, com pesquisa de mercado, foi de forma empírica, por sensibilidade, pelo que eu lia, pelo que acompanhava do mercado. Pedi meu desligamento do jornal, já achava que não tinha como crescer lá dentro. Convidei dois colegas para começarem comigo: a Valéria Cavalcanti e o Sávio de Carvalho. Ainda estávamos na faculdade. Eles toparam e encaramos o desafio.
Sem nada. Apresentávamos nosso serviço, esperávamos o telefone tocar, mas não tinha nada certo."
“Respondi que sim, mas nunca tínhamos feito”
"Começamos a fazer alguns informativos para empresas e prefeituras, atuando praticamente só no mercado de projetos editoriais. Até que um dia surgiu uma oportunidade. Na época existia um grande banco cearense que era dono de um grupo de jornalismo também, estavam fazendo uma televisão com um consultor muito conhecido, que também ministrava palestras. Acabei entrando em contato com uma diretora do banco, que me convidou para uma reunião e perguntou se fazíamos assessoria de imprensa.
Respondi que sim, mas nunca tínhamos feito. Como eu tinha experiência em redações, sentia-me apto para realizar um trabalho como esse. Achei que deveria arriscar. Hoje, nós temos índices que mensuram quando vamos dar um orçamento, já temos tudo definido, mas naquela época, não. Arbitrei um valor e ela achou caro. Disse que tinha relações, que poderia ligar para os outros veículos e conseguir espaço.
Argumentei se ela não achava que o tempo dela como banqueira, diretora do banco, não era muito caro para realizar uma tarefa que ela, inclusive, desconhecia, sendo que havia ali um especialista para fazer isso. E ainda ficar em dívida, ao pedir o espaço. Eu estava propondo um trabalho profissional.
E a convenci. Já desci no banco, recebi metade. Cheguei à agência e o pessoal ficou surpreso, por nunca termos feito, mas eu disse que assumiria esse trabalho e que daria certo. Eles nem acreditaram, porque cheguei com uma sacola de dinheiro. Fizemos um pré-contrato de aprovação, eu redigi, e assim foi o nosso primeiro trabalho. Eles ficaram muito satisfeitos. O consultor, aquele da parte da televisão, conquistou muitos clientes aqui, montou um escritório e nos contratou. Disse que o surpreendemos. Até hoje ele indica clientes, apesar de não manter mais escritório aqui em Fortaleza."

Barreiras transponíveis

"A grande barreira era essa: ser uma atividade totalmente desconhecida no mercado. O segundo fator era o preconceito com a idade, entregar para meninos a imagem, a reputação da empresa. Em contrapartida, à proporção de que ele próprio [o consultor] foi indicando empresas que vinham se instalar no Ceará, clientes dele e outras indicações, nosso trabalho começou a ser reconhecido. Tanto é que estamos completando 25 anos e temos clientes como o Sindicato da Indústria da Construção Civil que está há 23 anos conosco. Começamos a fidelizar dessa forma, com o próprio cliente falando do nosso trabalho, então os outros se sentiam seguros para contratar.
Outra dificuldade foi que, em alguns momentos da agência, seja em relação a grandes empresas privadas ou grandes empresas públicas, nós deixamos o faturamento muito dependente de poucos clientes, significavam muito para nós. E quando se perde uma licitação, tendo montado uma estrutura muito cara para atendê-la, é preciso estar preparado, não se pode ficar tão dependente.
No caso de empresa privada, por exemplo, trabalhávamos aqui para a Souza Cruz. Fazíamos todo o trabalho de assessoria de imprensa, gerenciamento de reputação, consultoria legislativa. Tínhamos que ir a cada uma das cidades acompanhar todos os projetos de interesse da empresa nas Assembleias de Norte e Nordeste, nas Câmaras Municipais. Era um trabalho muito amplo, que tinha um peso muito grande no faturamento da empresa. Com as restrições ao cigarro, eles tiveram que, obrigatoriamente, diminuir muito o investimento em comunicação. Às vezes eu ia dar palestra e os estudantes perguntavam para mim como eu me sentia, pelo ponto de vista dos meus princípios, em defender uma coisa que fazia mal a saúde, como o cigarro. E eu dizia: 'O consultor de comunicação não é um mero repassador do que o cliente quer. Ele exerce o contraditório, consegue implantar projetos na área de responsabilidade social, ambientais. Nós convencemos nosso cliente. Nunca mentimos para o colega de redação, falando que cigarro não faz mal, mas é uma opção de cada um'."

Comunicação Corporativa no Ceará

"Evoluiu bastante. No início, as principais empresas que pegávamos vinham de fora do Estado, nacionais ou multi. Hoje, as empresas locais já enxergam isso como uma atividade importante, investir na Comunicação, na Comunicação Interna, segmento em que atuamos também. As pessoas já sabem que gastar com Comunicação Corporativa não é custo, é investimento. Havia um estigma de que só grandes corporações podiam contratar uma agência de comunicação, e na verdade não é assim que funciona.
Às vezes uma grande corporação quer fazer um trabalho de assessoria de imprensa e temos que fazê-la entender, sendo muito honestos e transparentes: 'Olha, você não tem nem um diferencial para que se faça um trabalho de assessoria de imprensa, porque os editores, os chefes de Reportagem, os colunistas não vão se interessar em divulgar uma notícia que não tenha nada de diferente dos seus concorrentes'.
O empresário, às vezes, tem uma vaidade, quer aparecer no jornal, na mídia. Nesse caso, cabe mais um trabalho de publicidade, de comunicação interna, fazer umanewsletter para os públicos de interesse, mas para assessoria não dá. A gente é muito honesto, explica isso, explica a diferença, que publicidade e propaganda são ferramentas complementares para massificar o que a assessoria de imprensa faz. Ainda hoje temos que explicar um pouco o trabalho, porque as pessoas confundem, mas que evoluiu muito, sem dúvida."

Apagar incêndios

"Muitas vezes as empresas não têm um trabalho de Comunicação anterior, que é importante para o fortalecimento da marca. Você cria um capital de credibilidade, e, no dia de uma possível crise, está em alicerces mais fortes. Faço a analogia: no Japão eles não estão livres de um terremoto, mas os prédios têm alicerces profundos. Quando se tem um trabalho de Comunicação e acontece uma crise mais forte, é mais fácil de administrar, preservar a reputação da empresa. Mas algumas empresas que não têm essa cultura, quando nos procuram é para apagar o incêndio. Chegam com uma situação já bem grave. Nessas horas me sinto um bombeiro e um advogado criminal: a pessoa está lá, fragilizada emocionalmente e é preciso negociar. É um trabalho delicado, diferente de assessoria de imprensa, em que se ressaltam ações positivas da instituição.

Acontece muito, no mercado, de se atribuir ao profissional de comunicação toda a responsabilidade pela reputação do cliente. Mas a nossa matéria-prima é informação. As empresas, principalmente as grandes, devem desenvolver um trabalho de governança corporativa, ter uma curadoria crítica, para que os gestores nos municiem dessas informações. Não é só o capital de credibilidade investido em Comunicação que vai fortalecer a marca de comunicação, são também as medidas preventivas que se tomam ao perceber determinados sinais que podem levar a uma crise. E muitas vezes o gestor está a um palmo de distância disso, mas não compartilha com a Comunicação. Deixa para dizer quando já está no meio da crise.

Acho que a mentalidade dos gestores precisa evoluir, sejam eles públicos ou privados, para terem a sensibilidade e a percepção de compartilhar, porque com certeza muitas crises poderiam ser evitadas e a própria dimensão delas, certamente, minimizada. Quando gerenciamos reputação, estabelecemos um comitê misto de crise. Além dos profissionais multidisciplinares da agência, podemos chamar o setor técnico envolvido no caso, o responsável jurídico da empresa, alinhamos o discurso com os porta-vozes. Se esse compartilhamento tiver um fluxo mais ágil e com sensibilidade maior, com certeza melhora a preservação da imagem da empresa. A responsabilidade não é toda do setor de Comunicação.

Temos um papel proativo, não fazemos só a ponte para levar a versão do nosso cliente, temos compromisso com a verdade. Não há coisa pior do que abrir o jornal e ver lá que determinada empresa não quis se pronunciar sobre um acidente, por exemplo. Você, como leitor, lê algo assim e pensa que querem colocar a poeira embaixo do tapete. Para haver transparência, quando ainda não há um porta-voz com o discurso alinhado para esclarecer o que vai ser feito, é preciso – no mínimo – soltar uma nota oficial dizendo que está apurando os fatos, que vai tomar providência, que entende a gravidade. Temos um papel decisivo nisso, não apenas comunicamos, mas explicamos que eles precisam tomar atitudes efetivas, e não só para dar uma satisfação, tapar sol com peneira."

Dinâmica da VSM

"Entre fixos e freelancers, jornalistas e relações públicas, nossa equipe tem hoje ao redor de 25 profissionais. Nós sempre trabalhamos no sentido de vanguarda, e a implementação do trabalho home office é um exemplo disso. As pessoas que estão entrando na empresa nunca vão diretamente para o home office, porque acho que é necessário passar um período no escritório, entendendo a filosofia da empresa, se capacitando. Nós mesmos fazemos essa capacitação do profissional, para que ele esteja alinhado com as nossas política e qualidade. Além do conceito de sustentabilidade, poluir menos, melhorar a mobilidade urbana, você dá maior autonomia para o funcionário. Como trabalhamos com capital intelectual, acima de status, não é nossa intenção ligar o velocímetro para ver a que horas ele fez, quanto tempo passou. A empresa é flexível, e os colaboradores também pensam dessa forma. Todo mundo tem seu timesheet que mostra diariamente o que está sendo feito, em quanto tempo. Temos como acompanhar se estamos cumprindo os prazos e se o cliente está satisfeito.
Além disso, temos reuniões semanais para avaliar a semana anterior e planejar a próxima, e isso faz com que os núcleos, os gerentes de cada núcleo, a diretora executiva e eu saibamos o que está se passando com o cliente do outro e façamos uma espécie debenchmarkingtambém, já que muitos projetos realizados por uma equipe proativamente podem ser adaptados para outros. Na VSM, a divisão (núcleos) se dá por capacidade de atendimento de demanda. Há um diretor executivo e dois núcleos comandados por dois gerentes. A seguir no organograma vêm consultor sênior, consultor pleno, consultora jr., trainees e estagiários.
Geralmente não temos proatividade comercial. Os clientes vêm por indicação. Avaliamos em qual perfil [o cliente] se encaixa e vemos que núcleo tem condições de absorver mais, se precisa contratar mais algum profissional ou se dá para absorver com o que temos."

Parceria com a S2 Publicom

"A VSM e a S2Publicom são independentes, tanto que às vezes trabalhamos com outras parceiras, mas alguns trabalhos de caráter nacional desenvolvemos em conjunto. E, pelo menos uma vez no ano – geralmente aproveitamos o Congresso da Mega Brasil, onde a maioria das agências está –, fazemos uma reunião para afinar esse benchmarking, aperfeiçoar a logística, a operação da rede."

O futuro da VSM

"Um dos segredos da longevidade de uma empresa é ela nunca ficar na zona de conforto, nunca se acomodar. Ao longo do tempo, o que a VSM tem feito é sempre criar outras plataformas de negócio. Hoje, por exemplo, temos projetos que desenvolvemos em parceria com alguns veículos de comunicação. Aqui no Ceará temos uma característica – acho que por conviver com tanta adversidade, tanto obstáculo – de exercitar a criatividade. Cresci vendo meu pai trabalhar combatendo a seca, e acho que aprender a lidar com as dificuldades faz com que a gente se torne criativo. Acho importante estar sempre criando, e mudando a plataforma. A empresa tem uma tendência de crescimento, depois atinge a maturidade e, em seguida, tende a decair. Se você tem essa maturidade e estabelece uma plataforma de novos negócios, novas oportunidades, sem fugir da Comunicação, faz com que a empresa se recrie ao longo dos tempos. Hoje, a velocidade de mudança do mercado é muito grande, e é preciso acompanhar."

O romântico e o cartesiano

Uma coisa que eu falo sempre, que vem melhorando de um tempo para cá na Academia, é que não havia disciplinas para tratar dessa questão da Comunicação Corporativa. Hoje isso evoluiu, embora eu ache que precise crescer. Acho que o jornalista, por ter uma formação de humanas, não tem uma visão cartesiana, visão empresarial. Muitas pessoas chegam até a ser românticas, querem colocar algo de jornalismo, e aí a questão se confunde com o lúdico, o literário, e não é. Na verdade, o empresário precisa raciocinar em Excel, em planilhas, como o seu cliente também faz. Muitas agências não têm longevidade no mercado por faltar essa visão. Eu sempre procurei enxergar de forma profissional o

negócio, contratar profissionais capacitados para atuar na área administrativa, financeira. Nós temos uma consultoria de gestão. É preciso respeitar e valorizar as características de cada um dos profissionais. A VSM foi a primeira, e acho que ainda continua sendo a única que tem certificado da ISO 9001. E é uma tendência de mercado. Hoje, as licitações públicas estão aumentando as exigências nas mais diversas áreas. E não foi uma exigência, era nosso perfil, investimos nisso, independentemente de imposição, porque prezamos pelo nosso produto."

Para atuar em comunicação coporativa é preciso...

"Estar antenado, conhecer em profundidade o negócio do cliente, o entorno, o mercado, os concorrentes.
É preciso ter proatividade também. Percebo que muitos profissionais de comunicação veem o briefing, o que o cliente tem a dizer, e apenas dão uma linguagem jornalística. O profissional precisa que ter proatividade, propor projetos, porque já há muita demanda, a maioria dos clientes, mas o profissional não pode ser um mero repassador de informação, já que uma boa secretária executiva poderia fazer isso.
Tem que ir além, que entender o negócio do cliente e ter subsídios para ser um agente ativo no processo, assim como ter a sensibilidade de perceber novos serviços. Em resumo, é preciso ter proatividade, disponibilidade, conhecimento do negócio e visão de negócios."

Mariana Ribeiro, do Jornalistas&Cia, especial para o Jornal da Comunicação Corporativa.

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