terça-feira, junho 20
Emprego no Brasil
Pelo segundo mês consecutivo, e pela terceira vez este ano, o Brasil teve saldo positivo na geração de empregos. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério do Trabalho, 34.253 novos postos de trabalho formal foram abertos em maio, um aumento de 0,09% em relação a abril. O resultado também foi positivo se considerados os números de janeiro a maio. No acumulado do ano, houve um crescimento de 48.543 postos de trabalho, representando uma expansão de 0,13% em relação ao estoque de empregos que havia em dezembro de 2016.
O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, avalia que, aos poucos, o país vem recuperando os empregos fechados nos últimos anos devido às crises econômica e política registradas no país. “O governo federal tem feito um esforço grande e constante para adotar medidas que incentivem a geração de empregos. E o resultado nós temos visto no desempenho do Caged desde o ano passado, mas, sobretudo, nos últimos meses”, afirma.
Setores
Dos oito principais setores da economia, quatro tiveram desempenho positivo. O principal foi a Agropecuária, que gerou 46.049 novos postos de trabalho, um crescimento de 2,95%. As culturas responsáveis por esse resultado foram o café, sobretudo em Minas Gerais; a laranja, em São Paulo; e a cana-de-açúcar, em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os outros setores com performance positiva foram os Serviços, que tiveram acréscimo de 1.989 postos (+0,01%); a Indústria de Transformação, com 1.433 vagas a mais (+0,02%); e a Administração Pública, que gerou 955 vagas formais (+0,11%). Tiveram saldo negativo os setores do Comércio, que fechou 11.254 postos (-0,13%); da Construção Civil, com 4.021 vagas a menos (-0,18%); da Indústria Extrativa Mineral, com resultado negativo de 510 postos (-0,26%); e dos Serviços Industriais de Utilidade Pública, que fecharam 387 vagas (-0,09%).
Desempenho regional
A região que mais gerou empregos em maio foi o Sudeste, com a criação de 38.691 postos de trabalho formal. Os estados que se destacaram foram Minas Gerais, que teve saldo positivo de 22.931 postos, e São Paulo, que gerou 17.226 novas vagas. Esses resultados se devem principalmente ao aumento na oferta de vagas formais na Agropecuária, Serviços e Indústria. A segunda região com maior crescimento no nível de emprego foi o Centro-Oeste, com acréscimo de 6.809 postos, seguida do Nordeste, com saldo positivo de 372 vagas. Em contrapartida, houve retração nas regiões Norte (-1.024 postos) e Sul (-10.595).
Emprego no Ceará
O mercado de trabalho no Ceará tem 34 mil pessoas empregadas a mais do que em 2016. Os dados são do primeiro trimestre e apontam o Estado como o único da Região Nordeste com crescimento da população ocupada.
O maior acréscimo (22,5%) foi registrado na categoria transporte, armazenagem e correio, responsável pelo ingresso de 25 mil pessoas. O segmento também apresentou valorização de 5,9% em seus rendimentos médios no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Os números estão disponíveis no Diário Econômico, publicação do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão do Banco do Nordeste que analisou informações do IBGE. A pesquisa pode ser acessada no endereço www.bnb.gov.br/diario-economico-2017.
Segundo o estudo, o desempenho cearense foi influenciado, em grande medida, pelo bom crescimento das exportações de aço provenientes da Companhia Siderúrgica do Pecém.
Também houve crescimento no quadro de pessoal ocupado em outros cinco agrupamentos de atividades econômicas no Ceará: alojamento e alimentação (15,1%); serviço doméstico (5,6%); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (5,2%); informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (4,1%); e administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais (1,9%).
Nordeste
A população ocupada na Região foi estimada em 20,7 milhões de pessoas no primeiro trimestre de 2017. O grupo de trabalhadores é composto principalmente por empregados no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (4,3 milhões de pessoas, 21,1%); na administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais (3,6 milhões de pessoas, 17,5%); e agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3 milhões de pessoas, 14,5%).
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