sábado, julho 27

AGFN no XXV DFB

O DFB Festival — Dragão Fashion Brasil — continua sua jornada de sucesso no terceiro dia de sua edição comemorativa de XXV anos, realizada no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza 
Nesta sexta-feira (26/7/2024), o evento destacou-se pela rica programação que celebrou a moda autoral, arte e a importância da capacitação profissional de artesãs.
Programação do Summit-A programação começou com uma série de palestras no DFB Summit, abordando temas essenciais para a moda contemporânea. Alexandre Bojar iniciou com a palestra “Match Artesanato e Moda: Sobre o programa Minas Moda Autoral — Edição Belo Horizonte”, oferecendo insights valiosos sobre a integração entre artesanato e moda.
Em seguida, a palestra “Economia circular está na moda!”, com a participação de Iury Melo, Cláudio Silveira, Beatriz Fiuza e Rebeca Wermont, discutiu a relevância da economia circular no cenário da moda. Rafael Studart, no intervalo sustentável com Vida BR, compartilhou dicas práticas sobre materiais sustentáveis e inícios de projetos autorais.
Encerrando as atividades do Summit, Luiz Goi liderou uma conversa livre no espaço Conexões e Sebrae, abordando a autoralidade, sustentabilidade e empreendedorismo, criando um ambiente propício para o networking e troca de experiências.
Celebração da arte no Ceará-Um dos momentos mais memoráveis do dia foi o brinde realizado por Cláudio Silveira e Mariana Furlani, celebrando a galeria de arte dentro desta edição comemorativa. “É uma homenagem à riqueza cultural e artística do Ceará. É uma celebração da nossa diversidade e da criatividade que nos cerca”, destacou Cláudio.
Programação de desfiles-A passarela do DFB Festival foi palco de desfiles que emocionaram o público. O tradicional Concurso dos Novos contou com as participações da Uniateneu, Unifor, Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) e Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Desfiles autorais de Bruno Olly, Melk ZDA, Baba e Catarina Mina emocionaram o público.
No último desfile, Cláudio Silveira, idealizador do DFB, realizou um momento especial, presenteando as artesãs com uma cartilha de modelagem em parceria com a Universidade de Fortaleza (Unifor). Ele reforçou a importância da capacitação para o desenvolvimento do setor: “Esse é o DFB, qualificando, para que a gente possa ter cada vez mais um produto moderno, modelado, para que vocês possam vender. Esse é o nosso propósito: qualificar vocês para a gente ter produtos do Ceará em todo o país”, comentou.
Programação de shows-A programação musical manteve a energia alta com apresentações de Dj Xarada, Baile Marrom, Wavzin e Má Dame, proporcionando um encerramento vibrante para a noite.

Futricas Políticas

 


Penha na Caixa Cultural Fortaleza


A Caixa Cultural Fortaleza apresenta, de 2 a 4 de agosto, o espetáculo de dança Penha - um ensaio sobre violência doméstica (fotos Juan Porto). Em cena, cinco intérpretes-bailarinos do coletivo Flores, apresentam coreograficamente a temática da violência contra a mulher, tendo como inspiração a Lei Maria da Penha. Após cada apresentação será aberto um espaço de debate com a criadora da obra e os intérpretes-bailarinos. Haverá intérpretes de Libras nas três sessões. Os ingressos para a temporada estarão à venda a partir de 26 de julho na bilheteria do local. O espetáculo conta com patrocínio da Caixa e do Governo Federal.
Com concepção e direção geral de Tais Vieira, o espetáculo se dá a partir da dança experimental, em narrativa não linear, que alcança a todos por ser roteirizada como conversa coreográfica. As movimentações são construídas entre leituras dramáticas e cenas compostas por gestuais, na medida em que as relações de vida real se revelam pelos intérpretes. A construção de movimentação, cenário, figurino, iluminação e trilha sonora são criações que envolvem todos os integrantes do Coletivo Flores.
O grupo é reconhecido pela sua linguagem cênica própria, orientada pelas danças urbanas, em contato com diferentes estéticas do mover-se. Suas obras se dão com narrativas coreográficas alicerçadas por importantes temas sociais. O espetáculo busca dialogar com as pessoas, para além da atuação em cenário artístico, numa abordagem que aproxima artistas e público, pela identificação e impacto, tornando a todos parte da obra apresentada pelo Flores.
Com ampla trajetória de prêmios e circulações nacionais e internacionais, o Coletivo Flores tem como sua grande marca artística a abordagem expressiva e forte da violência, tema que torna seus espetáculos obras sempre de grande impacto. É central no trabalho do grupo entender a dança como uma importante ferramenta para estimular discussões políticas e sociais, trazer à tona a novos olhares mais próximos, sensíveis e profundos sobre as questões que envolvem a violência.
Após cada sessão do espetáculo será aberto um espaço de debate com a criadora da obra e os intérpretes-bailarinos: Daniele Morethe, Josiane Sueiros, Lorena Bittencourt, Rafael de Souza e Renato Mota. O objetivo é propor ao público uma reflexão, suscitando um diálogo sobre as sensações causadas pela obra assistida. Todos estarão disponíveis para conversar abertamente com o público sobre o processo de criação, suas pesquisas, laboratórios e vivências acerca dos temas, além de abrir espaço para quem se interessar por colocações e observações sobre o que foi apresentado.
Oficinas Gratuitas e Debates-Além das apresentações do espetáculo, o Coletivo Flores realiza, durante a temporada na Caixa Cultural Fortaleza, duas atividades formativas gratuitas, ambas seguidas de debate. No sábado (3), às 10h, Renato Mota ministra a oficina "Consciência Corporal", destinada a criança, adolescente, adulto, idosos, pessoas com e sem deficiência, profissionais da Dança, do Teatro ou de qualquer outra modalidade. O objetivo é a Experimentação do Corpo como Ferramenta de Expressão para além do fazer artístico, introduzindo a linguagem corporal, desenvolvida dentro das áreas da Dança e do Teatro, como forma de autoconhecimento e desenvolvimento de habilidades individuais. Em seguida, Dilma Negreiros, diretora de produção do Coletivo Flores, conduz o debate sobre "Violência Doméstica e Mulheres com Deficiência".
No domingo (4), às 10 horas, a atividade será "Preparação Física com Dança", ministrada por Rafael de Souza. A oficina oferece a possibilidade de vivência sobre a preparação física com a Dança e o quanto ela melhora a disposição para as atividades, podendo proporcionar ao indivíduo que a pratica o desenvolvimento da força muscular, agilidade, resistência e velocidade, através dos movimentos realizados pela atividade. Na sequência, o Coletivo Flores participará do debate sobre "O Corpo Feminino nas Danças Urbanas”.
As atividades formativas vão acontecer no Espaço Gente Arteira, do equipamento. As inscrições para as oficinas podem ser feitas no site da CAIXA Cultural. Havendo inscrições de pessoas surdas, as atividades contarão com intérpretes de Libras. Vagas limitadas a 20 participantes.


Museu da Fotografia de Fortaleza comemora 8 anos

Já são oito anos desde a inauguração do Museu da Fotografia Fortaleza (MFF), em 10/3/2017. O espaço foi criado com a missão de democratizar ...