sexta-feira, abril 22

Hoje é o Dia da Terra

 O Dia da Terra foi instituído pela Unesco em 22 de abril de 1970, com a finalidade de criar uma consciência comum sobre os problemas da contaminação, conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra.

Neste ano em que as Nações Unidas promovem o tema “proteja nossas espécies”, a Nova Acrópole quer fazer recordar que se mudarmos o ser humano resolveremos todos os grandes problemas que nos cercam, podemos inclusive estabelecer um pacto de amor e respeito profundo por todas as formas de vida.

- Um ser humano, na plenitude da condição humana, preserva todo o seu entorno. A falta de seres humanos completos é um verdadeiro acidente ecológico da natureza”, destaca a professora e filósofa Lúcia Helena Galvão.


A interferência humana na biodiversidade do planeta é responsável pela alteração do equilíbrio da natureza. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), o mundo enfrenta a maior taxa de extinção desde que se perderam os dinossauros, há mais de 60 milhões de anos. Em consonância com o tema eleito pelas Nações Unidas para o Dia da Terra este ano - “Proteja nossas Espécies”, - a Organização Internacional Nova Acrópole propõe a mudança do ser humano como chave de preservação da natureza e de todos os grandes problemas que afetam a humanidade, estabelecendo um pacto de amor e respeito por todas as formas de vida. 

Como organização de caráter consultivo especial junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC) da ONU, cujo papel é discutir e encaminhar políticas relativas ao desenvolvimento sustentável, Nova Acrópole promove campanha de sensibilização para o despertar do Ser Humano em relação à sua responsabilidade com o Meio Ambiente.

- Um ser humano, na plenitude da condição humana, preserva todo o seu entorno. A falta de seres humanos completos é um verdadeiro acidente ecológico da natureza”, afirma a filósofa Lúcia Helena Galvão, professora voluntária da organização há mais de 30 anos. 

O alerta diz respeito à forma como a sociedade encara a biodiversidade, de forma externa ao homem. Trata-se de uma consequência do processo de massificação vivenciado pela sociedade, que não entende a diferenciação como oportunidade de colaboração entre os seres. 

Nesse sentido, Lúcia Helena lembra que a massificação não é uma lei universal, mas inventada pelo homem na perspectiva de que entre semelhantes não se geram conflitos, uma visão contrária à manifestação diversificada das formas de vida encontradas na Terra. 

- Se todo mundo fosse fiel a si mesmo, teríamos uma biodiversidade humana consciente, cada um aportando com o que tem para dar, uma vez que cada um veio ao mundo para dar o seu único e exclusivo recado. Se a gente não ouve essa sinfonia diversa no Mundo, ele fica menos belo”, afirma.  

Um exemplo de biodiversidade é o próprio funcionamento do corpo humano, que serve como caminho para entender as diferentes formas de vida: trata-se de uma grande lição de convivência entre variados órgãos com funções singulares que, juntos, representam a unidade de um indivíduo operando em harmonia. 

Poder enxergar isso na natureza e em outros seres humanos é um sinal máximo da inteligência uma vez que, segundo explica a filósofa, representa a valorização da identidade de cada um ao mesmo tempo em que desperta a oportunidade do crescimento de todos de forma unificada.

- Quando esse movimento se dá sem imposição, vamoscrescendo juntos e, embora sejamos muitos, acabamos nos tornando um. No meio da multiplicidade entra todo tipo de conflito, mas no meio da unidade não entra nada e a unidade é uma potência capaz de guiar o ser humano para onde ele quiser”, afirma Lúcia Helena Galvão. 

Sobre a Nova Acrópole-A Nova Acrópole é uma organização internacional filosófica presente em mais de 50 países há 65 anos, e tem por objetivo desenvolver em cada ser humano aquilo que tem de melhor, por meio da Filosofia, da Cultura e do Voluntariado.


Próxima semana na CMFor

 

Nesta sexta-feira na Rádio Fortaleza FM

 A tarde-noite da Rádio Fortaleza FM 90.7 apresenta nesta sexta-feira (22 de abril de 2022):

  • Quatro da tarde - Sala de Redação - Com Lauriberto Braga, Edigar Monteiro e Gilson Lima, trazendo a 17ª Meia Maratona Internacional de Fortaleza, Noticiário da Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor), Noticiário do Senado Federal, Noticiário do Governo do Ceará, Conversa de Elevador, Anaçfabetismo Estrutural, 60 anos da Universidade de Brasília (UnB) e Pautas Femininas.
  • Cindo da tarde - Resenha Cultural - Com Lauriberto Braga, Edigar Monteiro e Gilson Lima, trazendo Programa Emoções, Programa Hora da Sanfona, Carnaval do Rio de Janeiro 2022 e Música Erudita.
  • Seis da noite - Oração e Fé - Com Lauriberto Braga, Edigar Monteiro e Gilson Lima, trazendo Guerra dos Meninos, de Roberto Carlos Braga; e a obra da banda Voz da Verdade.  Voz da Verdade é uma banda brasileira de música cristã contemporânea, fundada em 1978. O grupo é parte da instituição religiosa Ministério Voz da Verdade. É também o grupo com maior tempo em atividade no Brasil, com mais de quarenta e dois anos de carreira. Eles já lançaram mais de 34 discos. Em 2006, o grupo recebeu o título de banda Top do Século. A maioria dos integrantes fazem parte da família Moysés. No início, os músicos tocavam em casa, mas depois na igreja. Com o tempo foram se aperfeiçoando e


Nesta sexta-feira na ARW

 


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