
Sobre seu diagnóstico para os próximos anos, o ex-ministro aponta: "O país, provavelmente, encerrará esse ano com o maior colapso fiscal da sua história. E essa depressão econômica vai se projetar para o ano que vem. De maneira que eu posso fazer um vaticínio: eu não creio que esse Michel Temer tenha todas as condições de se manter não. Hoje, eu não seria capaz de afirmar isso com tanta categoria. Mas a probabilidade dele terminar é pequena".
O Tribunal Superior Eleitoral avalia um processo movido pelo PSDB que pede a cassação da chapa Dilma-Temer por supostamente ter recebido dinheiro desviado de obras estatais na campanha presidencial de 2014. Caso o TSE decida pela impugnação da chapa, Michel Temer perde o cargo de presidente e é convocada uma eleição indireta no Congresso Nacional, sobre essa possibilidade, Ciro Gomes acredita que:
"Golpe dentro de golpe. É a barbárie. Na medida em que isso acontece nas instituições, o resto, do pescoço para baixo é canela. É o que temos assistido no país. E há dois nomes, inclusive, com a emulação entre os dois: Fernando Henrique Cardoso e Nelson Jobim".
Na ocasião o pedetista também criticou o PT por ter feito aliança com o PMDB no Governo Federal, demonstrando insatisfação com o fato dos peemedebistas ocuparem cargos na linha sucessória da presidência da república.