Caracterizado por seu crescimento rápido e expressivo, o setor de rochas ornamentais do Brasil passou a ser considerado relevante em 1989. Neste ano, o país exportou cerca de USD 50 milhões. Em 2016, o número cresceu para USD 1,13 bilhão, confirmando a evolução do segmento. Nos anos 1990, a região Nordeste iniciou a sua expansão e hoje responde por cerca de 26% da produção brasileira. Um dos responsáveis por essa relevância foi o incremento na produção de rochas exóticas e superexóticas (granitos e quatzitos) e de rochas carbonáticas (limestones) na chapada do Apodi (Ceará e Rio Grande do Norte) Mensalmente, cerca de 4 mil m³ de granitos e quartzitos, com preço de comercialização em blocos brutos (entre USD 1 mil m³ e USD 2,5 mil m³), são levados do Ceará para a região sudeste, onde são beneficiados e transformados em chapas polidas na espessura de 3cm, seguindo para os Estados Unidos. “Se conseguirmos criar as condições para que parte deste volume seja aqui industrializado e e...