Nova edição do "DAPP Report – A semana em dados", da Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta, que a discussão sobre febre amarela mobilizou 567,7 mil postagens no Twitter ao longo do mês janeiro, após meses de debate oscilante, engajado principalmente por notícias e eventos esporádicos. Essa mudança no padrão de debate (entre 1º e 10 de janeiro, a média diária de menções à febre amarela foi de apenas 3,7 mil postagens/dia; desde então, passou a 25,2 mil/dia) se deve em especial a três fatores: (1) o aumento no número de casos espalhados por diferentes regiões; (2) os problemas com a imunização da população; e (3) as mortes de macacos. A questão da morte de macacos impulsionou mais de um terço das discussões sobre febre amarela em todo o Brasil na semana. A presença dos macacos nas postagens sobre saúde pública, inclusive, hoje é muito superior à do mosquito aedes aegypti — desde 15 de janeiro, houve 171 mil menções no Twitter aos símios, contra 56 mil aos insetos. A classe...