sexta-feira, agosto 25

Pincel de Ouro

A Hidracor, empresa do grupo J. Macêdo com mais de 50 anos de mercado, vai reunir pintores em um campeonato de futebol chamado Pincel de Ouro no dia 1 de setembro. A competição fará parte de uma programação especial montada para que essas equipes conheçam e testem a nova linha de esmaltes para madeira e metais, que protege, dá brilho, decora as superfícies e oferece preço justo.
Os pintores participarão de várias atividades, como visita à fábrica de Maracanaú, treinamento, churrasco, brindes, ativações e prêmios. Os interessados podem confirmar participação através do telefone (85) 3017-7440 ou pelo e-mail pinceldeouro@prontoagencia.com.br . “A Hidracor ao longo de toda sua história esteve muito próximo do seu consumidor final, ouvindo e se adaptando ao mercado, comprovando, assim, mais de meio século de sucesso”, analisa Rodrigo Andrade, diretor comercial.
Os esmaltes que serão apresentados e demonstrados são o Hidra+, um esmalte standard com secagem e qualidade superior, o Hidralar, que é um produto pronto pra uso, ou seja, não necessita diluição, e o Hidralit Eco, esmalte base água sem cheiro, de fácil aplicação, secagem rápida e ecologicamente recomendado.
A Hidracor
Sediada no Distrito Industrial de Maracanaú e com outra unidade de Acarape, a Hidracor é uma das maiores indústrias de tintas do Nordeste, com capacidade de produção de até 100 milhões de litros/ano de tinta líquida, além de produzir Tinta Pó e cal, completando seu portfólio.
A Hidracor, que fabrica toda a linha de tintas e complementos para construção civil como corantes, tintas látex, esmalte sintético, texturas e solventes, tem como foco o mercado interno, notadamente as regiões Nordeste, mas com presença também na região Norte, Minas Gerais e em breve Goiânia e Distrito Federal.
Em 2017 a Hidracor apresenta crescimento de 38% em volume diante de um mercado NE que cresce 7%. Seu Share estimado na região NE, dentre as tintas normatizadas pela ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas), varia de 15% a 25% nas principais categorias. No Ceará, onde tem sede, alcança 30% a 40% nas principais categorias e se consolida cada vez mais como a melhor opção de qualidade e preço justo no mercado regional.

Na Unifor

Cárcere privado

Estadão
Lauriberto Pompeu
Seis irmãos, com idade entre quatro e 19 anos, e a mãe foram socorridos de uma situação de cárcere privado nesta sexta-feira (25), em um apartamento na Rua Visconde de Mauá, no bairro Aldeota, zona nobre de Fortaleza. O pai dos adolescentes, que é empresário, foi levado à Delegacia de Combate a Exploração de Crianças e Adolescentes (Dececa) por suspeita de manter a família sem contato externo.
Os filhos e a mulher foram levados para uma unidade de acolhimento cujo nome não foi revelador por motivos de segurança. A filha de 19 anos e a mãe deverão ser levadas para Delegacia de Defesa da Mulher. 
O homem tem descendência japonesa e foi identificado pela Polícia como Massaharu Nogueira Adachi. Ele mora em Fortaleza há 19 anos, a suspeita é que o crime aconteça desde quando o empresário chegou na capital cearense.
O apartamento possui cinco cômodos, divididos entre cozinha, quarto, sala, área de serviço e banheiro. O local não possui móveis e todos dormiam em redes. No imóvel há somente eletrodomésticos como fogão, geladeira e máquina de lavar.
O crime foi revelado depois de denúncia anônima ao Conselho Tutelar feita na última sexta-feira (18). A Defensoria Pública do Estado do Ceará solicitou, por meio do Núcleo de Atendimento da Defensoria da Infância e da Juventude (Nadij), ação urgente de medida protetiva para acolhimento institucional dos irmãos. O pedido foi acolhido nesta sexta-feira pela juíza da 3ª Vara da Infância e Juventude, Mabel Viana Maciel.
Sobre o acolhimento, a defensora pública e titular do Nadij, Ana Cristina Barreto, que acompanha o caso, declara. "É preciso aplicar a medida protetiva de acolhimento institucional às crianças e adolescentes em uma unidade de acordo com suas características individuais, mantendo, dentro do possível, os irmãos na mesma unidade, de forma a assegurar a proteção integral de seus direitos".
De acordo com a Defensoria, há denúncias que o filho mais novo teria nascido dentro do cárcere e de que dois deles não tem sequer registro de nascimento civil. Pelo relato, os jovens não saíam do apartamento e não praticam esporte, lazer ou qualquer outra prática de convivência social. Além disso, a alegativa para o isolamento da família corrobora para o entendimento de problemas psíquicos sofridos pelo pai, com relatos alucinatórios.
A defensora pública informa que a realidade destas crianças está longe de alcançar o que garante o Estatuto da Criança e Adolescente. “Pelos fatos apontados não há dúvidas quanto a incapacidade dos genitores de manterem os filhos sob sua guarda e responsabilidade”, destacou Ana Cristina Barreto. 
A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) declarou que o caso está sob segredo de justiça

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