Encontrado, na manhã desta segunda-feira (26/1/2026), na Praia da Baleia, em Itapipoca, o corpo do empresário e kitesurfista, Wellington Shuenck Treino (Well), de 56 anos. Dono de uma Academia de Musculação, em Pacatuba-Ceará, Wellington Treino velejava da Praia das Flecheiras-Trairi até a Praia da Baleia-Itapipoca, quando acabou se enroscando no Kite, vindo a se afogar e morrer.
Ainda na saída de Flecheiras para Baleia, Wellington chegou a gravar um vídeo reclamando, que o vento estava hiper forte:
- Eu não trouxe o Kite 8 ou 9, mas adequado para este tipo de vento. Vou mesmo com o Kite 12. É que temos. Vai dar certo...", disse no vídeo.
Uma das últimas postagens de Wellington no Instagram:
- Well: A constância é a chave do corpo que você quer. Anos atrás eu não sabia, que tinha forças nem motivação para treinar, apesar de ser dono de Academia. Era trabalho, responsabilidades e pouca inspiração. Hoje, consigo conciliar um pouco de tudo, mas com um detalhe fundamental para minha vida: Velejar e treinar, treinar muito . Ao ponto de que, quando deixo de treinar um dia, já sofro!"
- Summer.Alves13: Meu amigo estou sem acreditar que você partiu de forma tão trágica! Que Deus conforte sua família e te receba com os braços abertos".
- Danielle.Lopes: Que Deus te receba, que o mar te embale e que o vento te conduza em paz. 🤍🥀 Eterno Well"
- politica_metropolitana: Imagens do último velejo de kitesurf de Wellington, registrado na tarde de ontem na praia de Flecheiras, têm circulado nas redes sociais e emocionado amigos, familiares e admiradores. Conhecido pela paixão pelos esportes e pelo estilo de vida ativo, Wellington aproveitou o mar em um dos destinos mais procurados do litoral cearense. O registro ganhou ainda mais significado após a notícia de seu falecimento, tornando-se uma lembrança marcante de momentos de alegria e liberdade vividos por ele. Nas redes, diversas mensagens de carinho e homenagens destacam sua energia, amizade e amor pelo esporte. O momento segue sendo lembrado como uma despedida simbólica, marcada pela conexão com o mar e com aquilo que Wellington mais gostava de fazer.

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