Pular para o conteúdo principal

Oi conclui restabelecimento de serviços afetados por explosão


A Oi concluiu no último final de semana a recuperação dos serviços que haviam sido afetados pela explosão ocorrida em 24 de setembro em uma Estação Telefônica da Companhia em Fortaleza, incidente este causado por vazamento de gás e no qual a Oi não teve nenhuma responsabilidade.
A explosão danificou a estrutura da Estação, que teve de ser demolida, afetando serviços de comunicação móvel, banda larga e telefonia fixa de quase 3000 usuários, entre clientes residenciais e empresas.
Para restabelecer os serviços, a Oi mobilizou equipes técnicas logo após a explosão. Mesmo sem poder acessar o prédio danificado, que foi interditado pelas autoridades, a companhia iniciou imediatamente procedimentos para restabelecer os serviços buscando alternativas dentro de sua própria Rede.
Dois dias após o incidente as equipes já haviam conseguido recuperar 100% da capacidade das 14 torres de telefonia móvel cujo tráfego de dados dependia do funcionamento da Estação. E, ao longo da última semana, os técnicos restabeleceram os serviços de 2.785 clientes residenciais e 112 empresas que também tiveram sua comunicação afetada pelo incidente – os últimos reparos, previstos para serem concluídos esta semana, se referem ao atendimento a sete escolas que estão fechadas por conta da Pandemia de Covid-19.
Mesmo sendo vítima de uma explosão que danificou seu patrimônio, a Oi não mediu esforços para restabelecer os serviços o mais rapidamente possível. Os trabalhos transcorreram de forma ininterrupta, com revezamento das equipes, até que os serviços fossem normalizados. Foram mobilizados técnicos em regime de trabalho de 24 horas, numa operação que contou com vasto uso de materiais e equipamentos, como novos cabos de Fibra [Otica, novos equipamentos de transmissão e de comunicação de dados e novos equipamentos instalados nos ambientes dos clientes.
Desde o início do episódio a Oi atuou com o máximo rigor no intuito de preservar vidas. Momentos antes da explosão, tão logo identificou indícios do vazamento de gás a companhia colocou em prática seus protocolos de segurança e evacuou imediatamente o prédio da estação, além de isolar totalmente a área, adotando todas as medidas preventivas que foram fundamentais para preservar a integridade física de seus colaboradores, evitando que alguém se ferisse. A companhia também acionou imediatamente o Corpo de Bombeiros e a Cegas assim que percebeu o vazamento.
Em seguida, laudo feito por um perito particular contratado pela Oi constatou que a estrutura do prédio estava comprometida, com risco iminente de colapso, recomendando sua demolição.
O laudo apontou a possibilidade de a Vila ao lado da edificação ser afetada em caso de desabamento, causando danos à integridade física de seus moradores. Em razão do comprometimento total do imóvel e o risco apontado no documento, a Oi enviou ofício à Defesa Civil Municipal com o detalhamento do laudo e as recomendações nele contidas, para que fossem tomadas as medidas cabíveis pelo órgão ou qualquer outro representante do poder público. No documento, a Oi se colocou à disposição do poder público para contribuir no que fosse necessário.
Após o ofício da Oi, a Defesa Civil Municipal foi ao local e realizou a retirada temporária dos 43 moradores cadastrados pelo órgão, notificando todas as famílias sobre os riscos de permanecer nas casas e interditando as vias de acesso à vila, até que os trabalhos de demolição fossem concluídos e todos pudessem retornar em segurança.
A Oi se colocou à disposição do poder público e assumiu os custos da logística para a retirada temporária, disponibilizando transporte, alimentação e hospedagem em hotel aos moradores da Vila.
No último fim de semana, a companhia concluiu a demolição da estrutura, já tendo retirado mais de 1.500 metros cúbicos de entulho do local até o momento – o restante do entulho será retirado ao longo dos próximos dias. 
Com a demolição, a Defesa Civil esteve na vila na segunda-feira (cinco de outubro) e, após inspeção que verificou as condições locais, desinterditou as residências e autorizou o retorno dos moradores.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Futricas Corais

 

Arquivo Nirez Fortaleza

Arquivo Nirez para 27 de dezembro na História de Fortaleza: 1906 - A Escola de Aprendizes Marinheiros do Ceará tem novo comandante, o capitão de corveta Augusto Heleno Pereira, substituindo o capitão-tenente Joaquim d’Albuquerque Serejo. 1916 - Decretada a falência do Banco do Ceará, requerida pelo The National City Bank of New York. 1918 - A Inspetoria de Obras Contra as Secas - IOCS (hoje Departamento Nacional de Obras Contra as Secas - DNOCS) tem novo inspetor quando assume o engenheiro José Luís Mendes Diniz, substituindo José Aires de Sousa. Foi em sua administração que a IOCS ganhou um F em sua sigla, passando a denominar-se Inspetoria Federal de Obras Contra as Secas - IFOCS. 1927 - Entregue ao povo, pela Municipalidade, o trecho da Rua Pedro Borges entre a Rua Governador Sampaio e a Rua Sena Madureira, chamado de Beco dos Pocinhos, com grande bueiro por sobre o Riacho Pajeú, muros e paralelepípedo na rua. Na verdade é a Rua do Pocinho. 1935 - Deixa a Paróquia de Nossa Senhora d...

Futricas Leoninas

Três jogadores do Fortaleza (Herrera, Mancuso e Pochettino) se envolveram numa briga no Réveillon 2026 num condomínio de luxo no Eusébio, na Grande Fortaleza. Deu Polícia no caso. Eis a posição do zagueiro Eros Mancuso. Um pai registrou Boletim de Ocorrência (BO), dizendo, que os jogadores leoninos o morderam no nariz, após ele ir reclamar do alto som que estava impossibilitando o filho dormir. -A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) investiga uma ocorrência de lesão corporal dolosa, registrada nesta quinta-feira (1º), na cidade de Eusébio - Área Integrada de Segurança 13 (AIS 13) do estado. O fato foi noticiado por meio de boletim de ocorrência. Diligências e oitivas seguem em andamento. A investigação ficará a cargo da Delegacia de Polícia Civil de Eusébio”.